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A EXPRESSÃO DO VAZIO EXISTENTE NAS POBRES E MORTAIS PALAVRA, AS BIBLIOTECAS ESTÃO CHEIAS E OS CORAÇÕES CONTINUAM VAZIOS.(Flávio S. Silva) flaviofe.santana478@gmail.com
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
CERN CUMPRIRÁ APOCALIPSE 9:11 ?
Vídeo de sacrifício humano no CERN gera polêmica e investigações... Um vídeo gravado no CERN, Organização Europeia para Pesquisa Nuclear, está gerando polêmica na internet. As imagens mostram figuras encapuzadas aparentemente envolvidas em um ritual encenado sob uma enorme estátua de uma divindade hindu, onde uma mulher é esfaqueada. O fato é que a filmagem parece ter sido gravada como parte de uma brincadeira feita por cientistas do laboratório de física, que serve como lar do Grande Colisor de Hádrons. A identidade e os motivos das pessoas por trás do vídeo ainda não foram descobertos. De acordo com um porta-voz do CERN, as gravações realmente foram feitas no ambiente do órgão europeu, mas sem a permissão ou conhecimento das autoridades. O porta-voz disse ainda que o CERN não "tolera este tipo de situação", porque pode "dar origem a mal-entendidos sobre a natureza científica do trabalho desenvolvido". Interessante notar que o mistério por trás das pesquisas realizadas pela organização europeia vem dando margem a uma série de especulações para teóricos da conspiração. Muitas pessoas sugerem que o Grande Colisor poderia estar relacionado a um buraco negro na Terra, ou a algo que permite que as pessoas acessem novas formas de poder capazes de prejudicar o planeta. Outros ainda dizem que o trabalho desenvolvido no local tem capacidade para abrir um portal para outra dimensão. Independentemente de todas essas perspectivas, o órgão garantiu que o vídeo não passa de uma filmagem ficcional e que investigará os responsáveis. "Este vídeo é uma obra de ficção. O CERN fica cheio de visitantes ao longo do verão, com pessoas de todo o mundo que vêm para o CERN como parte de seu trabalho, sendo que alguns, ocasionalmente, deixam seu senso de humor ir longe demais, e isso foi o que aconteceu nesta ocasião. O CERN não tolera esse tipo de brincadeira. https://youtu.be/PVNnq5R1CBA
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Homem mais gordo do mundo emagrece e compartilha fotos do processo

Atenção: antes de descer a barra de rolagem e ver as fotos, tenha consciência de que elas podem ser bastante chocantes, principalmente para pessoas sensíveis.
Não há nada de errado em ser gordinho, mas algumas pessoas passam dos limites ao colocar a sua própria saúde em risco antes de procurar um tratamento adequado para tratar a obesidade mórbida. É o caso de Paul Mason, de 54 anos.
Os problemas alimentares de Mason começaram no início dos anos 80, após a morte do pai. Nessa época, sua mãe também piorou de saúde e fez o jovem britânico começar a comer. Ele trabalhava como carteiro, mas precisou largar o emprego quando já não tinha mais capacidade de locomoção – Mason passou a viver em uma cama.
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Em 2002, um baque: os bombeiros precisam derrubar uma parede de sua casa para que Mason pudesse ser retirado com o auxílio de uma empilhadeira para ir até o hospital fazer uma operação de hérnia. Paul Mason pesava 445 kg.
Cirurgias
Em 2010, o governo britânico concedeu uma cirurgia bariátrica a Paul Mason. A redução de estômago foi o estopim para mudar de vida, mas era apenas o primeiro passo. Apesar de ter ganhado a cirurgia, ele não recebeu nenhuma operação de retirada de pele, pois os médicos britânicos queriam que Mason primeiro provasse ser capaz de se readequar e não engordar novamente.
Para quem não sabe, reduzir o estômago não é sinal de emagrecimento: é preciso se readequar. Segundo pesquisas, cerca de 56% de quem opta pela redução bariátrica volta a engordar – e 5% ganha todo o peso novamente. De acordo com os médicos, a principal parte do processo é a reeducação alimentar.
Desde que fez a operação, Mason perdeu quase 300 kg, mas acumulou bastante pele flácida. Insatisfeito com esse excesso, o britânico viajou até os EUA para fazer a retirada. Na primeira operação, cerca de 25 kg de pele foram extraídos do corpo de Mason.
Quase metade dessa quantia foi removida da perna direita do homem. Agora, ele se sente mais apto a caminhar e a melhorar ainda mais sua saúde. “Eu sinto como se minha perna pesasse o mesmo que uma folha de papel ultrafina e não mais como um tronco de árvore”, brincou Mason.
Entretanto, outras cirurgias serão necessárias até que Paul Mason consiga retirar toda a pele que está sobrando. A próxima operação deve extrair o excesso dos braços, mas o homem já sente uma melhora significativa em sua vida.
Noivado
Paul Mason conheceu Rebecca Mountain pela internet. Atualmente, ele está com 127 kg e ela com menos da metade disso: 50 kg. A diferença não afeta Rebecca, que se apaixonou por Mason ao ver um documentário sobre o então “Homem Mais Gordo do Mundo”.
“Ele é incrível, uma pessoa genuína. Ele é extremamente honesto e aberto sobre as dificuldades que passou. Eu só sabia que deveria tentar ajudar”, diz Rebecca. Os dois estão juntos desde 2013, e ela estava ao lado de Mason quando ele conseguiu pela primeira vez dar um curto passeio a pé pelo Central Park, após a retirada de pele.
10 dos métodos de execução mais terríveis da História
10. Ser fervido
Lenta e agonizante, esta punição já foi feita com água, óleo, cera e até mesmo vinho e chumbo derretido. Se o choque da dor não deixar a vítima inconsciente, ela vai experimentar uma sensação insuportável de ter as camadas externas da pele destruídas pelo calor até serem dissolvidas. Em seguida, haverá a ruptura completa do tecido adiposo.
Pode parecer que uma morte tão severa foi destino de grandes criminosos, mas o Imperador Nero impôs esta condenação a milhares de cristãos. Já na Idade Média, os falsificadores de moedas é que recebiam tal penalidade.
Apesar de chocante e cruel, acredita-se que esta prática tenha sido realizada recentemente, em 2002, pelo governo do Uzbequistão, conduzido por Islam Karimov. Eles foram acusados de torturar vários suspeitos de terrorismo desta maneira.
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9. A Águia de Sangue
Esta técnica é atribuída a antigos guerreiros nórdicos, que misturavam a brutalidade com o imaginário poético. Primeiro, eles cortavam as costas da vítima para expor a coluna vertebral. Então, eles seguravam as costelas, forçando-as para trás até que saíssem do corpo.
Para completar, os pulmões eram retirados da cavidade corporal e revestidos com sal.
8. Empalamento
Método usado por Vlad, o Empalador, Príncipe da Valáquia que governou a região durante o século 15, o empalamento costuma ser retratado por uma estaca atravessando verticalmente uma pessoa – o que poderia passar a impressão de ser uma morte rápida, porém o processo real durava muito mais tempo.
Tradicionalmente, a lança era afiada e fixada no chão. A vítima era colocada sobre a ponta, com o objeto inserido pelo reto ou vagina. O peso do corpo fazia com que a lança fosse perfurando os órgãos de uma maneira lenta e agonizante, até que, depois de penetrar por todo o torso, rasgava uma saída através do ombro, pescoço ou garganta. De acordo com relatos, a vítima poderia demorar até 8 dias para morrer.
7. Keelhauling
O keelhauling* era uma punição marítima que muitas vezes acabava em morte. A vítima era pendurada no navio, ficando suspensa por uma corda, e era rapidamente puxada ao longo do comprimento do casco.
Nos veleiros de madeira, o casco do navio era revestido por espessas camadas de cracas, cujas conchas poderiam ser como pedras bem duras. Assim, quem era submetido a tal sofrimento, enquanto se afogava, tinha a pele arrancada implacavelmente, ao mesmo tempo em que a água salgada fazia arder os ferimentos. Segundo relatos, as conchas eram tão afiadas que poderiam arrancar membros inteiros, até mesmo decepando a cabeça.
Empregado principalmente pelos holandeses e franceses dos anos 1500, o método foi abolido em 1853.
6. A vela romana
Um dos métodos preferidos do imperador romano Nero consistia em amarrar uma pessoa a uma estaca untada com material inflamável, queimando-a lentamente até a morte.
O que diferencia esta punição de muitas outras semelhantes é o fato de que as vítimas eram alinhadas para fornecer a iluminação para as festas do imperador.
5. Ser enforcado e esquartejado
Registrado pela primeira vez na Inglaterra durante o século 13, este modo de execução era a punição legal por traição. Por ser extremamente bárbaro, se esperava que ninguém jamais correria o risco de ser acusado de tal ato. Porém, muitos tiveram seu fim desta maneira cruel.
O processo começava com a vítima amarrada em um painel de madeira, que era puxado por um cavalo. Então, ela era submetida a um enforcamento lento, fazendo com que a corda cortasse aos poucos a pele e a garganta.
Uma vez que a vítima estava agonizando, ela era estripada: seu estômago era aberto e seus intestinos e outros órgãos, picados em pequenos pedaços.
Depois que o acusado morria, seu corpo era cortado em várias partes e cada uma era enviada a uma área diferente do país, como um aviso.
4. A tortura do rato
Mostrada na série Game of Thrones recentemente, a tortura do rato é um método extremamente cruel. Em sua forma mais básica, um balde com ratos vivos é colocado sobre o torso exposto de uma pessoa. Os executores aplicam calor ao balde e os ratos começam a roer e rasgar caminhos no abdome da vítima para tentar escapar de tal aquecimento.
Além da dor de ter a pele e os órgãos dilacerados, ainda havia o sofrimento ao sentir roedores grandes e imundos se contorcendo por dentro de suas entranhas.
O General Pinochet disse ter empregado a técnica durante a ditadura do Chile, entre 1973 e 1990. Nessa época, outras versões do castigo foram aplicadas, com ratos ou aranhas sendo inseridas no reto ou na vagina através de tubos.
3. A tortura do bambu
Forçar lascas finas de bambu sob as unhas foi um método muito usado para fazer alguém confessar. Porém, a planta também foi utilizada para, lentamente, matar uma pessoa. Supostamente usado pelos japoneses em prisioneiros de guerra norte-americanos, o método consistia em amarrar a vítima a um quadro sobre um pedaço de broto de bambu.
Sendo uma das plantas com crescimento mais rápido do mundo, as pontas afiadas começavam a perfurar a pele pouco a pouco. O resultado era uma morte por múltiplos cortes, o que seria equivalente a ser deixado em uma cama de estacas afiadas.
Em 2008, o programa MythBusters, do canal Discovery Channel, utilizou um molde humano, daqueles usados em exames de balística, e descobriram que o bambu demora três dias para entrar no corpo.
2. Esfolação
2. Esfolação
A esfolação tem uma história longa e grotesca: registros da prática existem desde 911 a.C., mas ela foiutilizada com maior frequência durante a Europa Medieval. Várias técnicas têm sido aproveitadas em diferentes culturas, mas a base continua a ser a mesma: retirar a pele lentamente, mantendo a vítima viva pelo maior tempo possível.
Esculturas do período assírio mostram que o processo começa com incisões nas coxas ou nas nádegas, enquanto no modo europeu a pele era arrancada a partir dos pés.
A morte viria normalmente, como resultado da perda de sangue e do choque. Porém, nos piores casos, a vítima era mantida em estado de agonia por vários dias, até sucumbir aos ferimentos infectados.
1. Escafismo
Achou tudo péssimo até agora? Pois o escafismo é uma das mortes mais torturantes e nauseantes de todos os tempos. Praticada pelos persas antigos, por volta de 500 a.C., a punição poderia se prolongar por dias.
A pessoa era amarrada a um barco ou tronco e alimentada com apenas leite e mel, até que desenvolvesse uma diarreia grave. Seu corpo também era lambuzado com o alimento.
Com essa alimentação repetida em intervalos diários, a vítima tinha pouca chance de morrer de sede ou fome, e aí começava a sua tortura: o mel e as fezes atraíam milhares de insetos, que cavavam em seus olhos, ouvidos e nariz, entrando na boca, enquanto vermes e parasitas, criados na sujeira do barco, se contorciam em suas entranhas.
A morte era causada por uma combinação de infecções. O historiador grego Plutarco afirmava que uma vítima poderia levar 17 dias para morrer.
Componente químico Pyriproxyfen é apontado como causa da microcefalia
Nem o Zika vírus e nem vacinas, para a Organização dos Médicos Argentinos o grande surto de microcefalia que se abateu sobre o Brasil é causado por um químico larvicida chamado Pyriproxyfen colocado na água ou pulverizado nas cidades afetadas pelo surto de microcefalia.

O relatório da entidade é enfático ao dizer que não é coincidência os casos de microcefalia surgirem na áreas onde o governo brasileiro fez a aplicação do Pyriproxyfen diretamente no sistema de abastecimento de água da população, mais especificamente em Pernambuco.
“O Pyroproxyfen é aplicado diretamente pelo Ministério da Saúde nos reservatório de água potável utilizados pelo povo de Pernambuco, onde a proliferação do mosquito Aedes é muito elevado ( uma situação semelhante à das ilhas do Pacífico ). (…) Malformações detectadas em milhares de crianças de mulheres grávidas que vivem em áreas onde o Estado brasileiro acrescentou Pyriproxyfen à água potável não é uma coincidência, apesar do Ministério da Saúde colocar a culpa direta sobre o Zika vírus para os danos causados (microcefalia).”, revela o relatório na página 3.
O relatório também observou que o Zika tem sido tradicionalmente considerado uma doença relativamente benigna, que nunca foi associada com defeitos congênitos, mesmo em áreas onde infectou 75% da população.
Posição da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco)
O relatório argentino, que também aborda a epidemia de dengue no Brasil, concorda com as conclusões de um relatório separado sobre o surto Zika feito por médicos brasileiros e pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco.
A Abrasco é cautelosa em relação ao uso do Pyriproxyfen. A associação condena a estratégia de controle químico para frear o crescimento dos mosquitos portadores do Zika vírus. A Abrasco alega que tal medida está contaminando o meio ambiente, bem como pessoas e não está diminuindo o número de mosquitos. Para a Abrasco esta estratégia é, de fato, impulsionada por interesses comerciais da indústria química, a qual diz que está profundamente integrada com os ministérios latino-americanos de saúde, bem como a Organização Mundial de Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde.
Abrasco nomeou a empresa britânica Oxitec que produz insetos geneticamente modificados como parte do lobby empresarial que está a distorcer os fatos sobre o Zika vírus para atender a sua própria agenda com fins lucrativos.
A Oxitec vende mosquitos transgênicos modificados para esterilidade e os comercializa como um produto de combate à doença – uma estratégia condenada pelos médicos argentinos, tida como “um fracasso total, exceto para a empresa fornecedora de mosquitos”.
Vale lembrar também que o Zika vírus é propriedade da família/Fundação Rockefeller, conforme relatado pelo Panorama Livre no dia 31 de janeiro. Além, claro, da ONU já ter declarado que países com casos de microcefalia deveriam liberar o aborto – deixando claro a todos o enorme número de entidades envolvidas no lobby do controle/diminuição populacional.
Quem fabrica o Pyriproxyfen?
Os médicos acrescentaram que o Pyriproxyfen é fabricado pela Sumitomo Chemical, empresa japonesa e um “parceiro estratégico” da Monsanto. O Pyriproxyfen é um inibidor do crescimento de larvas de mosquitos, que altera o processo de desenvolvimento da larva, a pupa (estágio intermediário entre a larva e o adulto, no desenvolvimento de certos insetos), para adulto, gerando, assim, malformações no desenvolvimento dos mosquitos e matando ou desativando seu desenvolvimento. O composto químico atua como um hormônio juvenil de inseto e tem o efeito de inibir o desenvolvimento de características de insetos adultos (por exemplo – as asas e genitais externos maduros) e o desenvolvimento reprodutivo. É um disruptivo endócrino e é teratogênico (causa defeitos de nascimento), de acordo com os médicos.
Em dezembro de 2014 a Sumitomo Chemical anunciou que, juntamente com a Monsanto, expandiria seus trabalhos de controle de pragas para a América Latina, mais especificamente para Brasil e Argentina.
Referências:
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