quarta-feira, 2 de setembro de 2015

UMA HOMENAGEM A VOCÊS Google


A "Internet das coisas" não seria "Internet" o suficiente, se o Google não estiver envolvido até a cabeça. Felizmente, para aqueles que projetaram o sistema de espionagem com dispositivos, o Google está tentando se envolver fortemente na implementação de mais uma outra peça do grid de controle tecnológico.

Segundo o The Information e o The Verge, o Google está testando agora termostatos ligados à Internet que permitem aos usuários ver a quantidade de energia que está sendo consumida em suas casas, bem como ser capaz de fazer ajustes do nível de consumo. Pelo menos essa é a justificativa usada para vender a tecnologia para o público. As verdadeiras razões por trás da incursão do Google neste campo relativamente novo e também de outras empresas de tecnologia, governos e organizações relacionadas com a "sustentabilidade", são um pouco menos interessadas na satisfação do consumidor, saúde ambiental, e nas contas de energia mais baixas.

A mais recente incursão do Google no grid de controle, um amplo campo aberto para o gigante corporativo que nunca parece cansado de novos produtos pioneiros de controle tecnológico comercializáveis​, é chamado de EnergySense. Este novo programa é o segundo round para o Google, que tentou algo semelhante há alguns anos atrás chamado Powermeter, contudo este programa foi encerrado em meados de 2011 devido a "dificuldades de ampliação". A declaração da missão do Powermeter, semelhante ao do EnergySense era "que as pessoas poderiam diminuir o uso de energia em 15 por cento, se pudessem ver o que estava acontecendo. "

As coisas estão melhorando para o Google a este respeito, no entanto, como Josh Lowensohn do The Verge escreve: "Este pode ser um momento melhor para este tipo de serviço, indicado para a onda crescente de eletrodomésticos conectados. Isso inclui Nest, que começou com termostatos e desde então mudou-se para detectores de fumaça. É acompanhado por uma série de aparelhos Wi-Fi e Bluetooth conectados que podem armazenar informações em nuvem, de geladeiras à web cams".

Curiosamente, o Google Ventures já investiu no Nest em 2012.

Claro que, se alguém é mais capaz de monitorar e observar a quantidade de energia que está sendo usada por uma família ou aparelho, é lógico que ele seria mais capaz de reduzir e conservar a quantidade de energia que se usa. No entanto, realmente esperam que que nós acreditemos que o Google simplesmente quer que os consumidores sejam mais capazes de monitorar seu consumo de energia para economizar dinheiro e salvar o meio ambiente? Ou estaria o Google interessado em algo totalmente diferente?

Josh Lowensohn, do The Verg, pode estar mais ligado do que ele acha quando ele escreve que "para o Google e outros, esses dispositivos representam uma possível riqueza de dados".

Dados, de fato. O mais recente empreendimento do Google é apenas mais um passo na fusão entre a "Internet das Coisas" e o "Smart Grid", a solidificação do estado de vigilância e o eco-fascismo em uma só entidade que em si é apenas parte de uma agenda muito maior.

Para aqueles que não têm conhecimento de que o termo "Smart Grid" significa, o Smart Grid é essencialmente um sistema informatizado que permite o monitoramento e controle sobre o uso de energia diretamente na fonte para cada aparelho em casa. A tecnologia Smart Grid é uma parte importante da Agenda 21, um plano da ONU "para juntar uma população drasticamente reduzida em áreas de habitat humanos", significando super-cidades ultra-modernas com moradias empilhadas e amontoadas e zero contato com a natureza e o mundo externo.

A "Internet das coisas", é claro, é o termo usado pelo desonrado ex-general e diretor da CIA, David Petraeus, para descrever o surgimento de aparelhos que são conectados e controlados por aplicativos. O próprio Petraeus discutiu o fato de que, por causa dessa nova tecnologia, as agências de inteligência não vão mais precisar colocar dispositivos de espionagem dentro de sua casa - você vai fazer isso por eles.

Como foi escrito no artigo "Gravando Tudo - Detalhes de como os governos podem moldar a dinâmica da dissidência", dentro dos próximos anos será possível para a ala de inteligência do governo dos EUA coletar, armazenar e centralizar todo o tipo de dados que existe de todos os seres humanos no país, 24 horas por dia, sete dias por semana, por um ano por um custo total que varia em algumas centenas de milhares [de dólares]. E isso é apenas o que foi anunciado. Não inclui os projetos clandestinos secretos que atualmente permanecem sob sigilo ou o fato de que esses programas têm estado em curso há anos .

Não apenas isso, mas com o desejo aberto do governo dos EUA de criar um Total Information Awareness network, bem como a infraestrutura legal como o Ato Patriota e outra legislação Big Brother, um clima foi criado onde todos os dados adquiridos por aparelhos "inteligentes" serão inevitavelmente colocados nesta rede de monitoramento do governo. Não só isso, a infra-estrutura bisbilhoteira é tal que se pode supor que cada pedaço de informação que se encontra no seu caminho para a Nuvem não acabará por encontrar o seu caminho para um banco de dados centralizado do governo, mas vai fazê-lo de forma imediata.

O fato é que, enquanto aqueles poucos indivíduos que ainda estão preocupados com a sua privacidade reclamam sobre sua constante perda, o muito familiar aviso do nosso declínio para um mundo falado no 1984 de George Orwell é muitas vezes repetido até provocar náusea. No entanto, basta que qualquer um dê única olhada ao redor para entender que não estamos em perigo de nos transformarmos no estado de vigilância orwelliana em um futuro próximo. Nós já estamos nele.

Leia mais: http://www.anovaordemmundial.com/2013/12/agenda-21-google-quer-vigilancia-online-smart-grid.html#ixzz3kd75CqlH

GOOGLE NOS DEIXE EM PAZ ... NÓS SABEMOS DE TUDO MOUNTAIN VIEW-CALIFORNIA












Google pode estar construindo data center para flutuar em alto mar  compartilhamentos
 Estaria a Google a fim de escapar da NSA em águas internacionais? (Fonte da imagem: Reprodução/Cnet) Depois de a Google colocar um minitrem em um de seus escritórios na Austrália, não conseguimos mais duvidar de nada esquisito que se fale sobre a empresa. Em pouco tempo, quem sabe, eles possam ter um data center em alto mar. Que absurdo! Para que uma coisa dessas? Absurdo que nada, a empresa parece estar realmente gastando uma boa grana em um empreendimento do tipo. Segundo apurou o Cnet, a gigante das buscas está de fato montando esse monstruoso navio/edifício de escritórios para abrigar um data center flutuante. A reportagem da publicação não conseguiu uma confirmação oficial de ninguém, mas algumas pistas deixam bem claro do que se trata do edifício marítimo da empresa. Primeiro, a Google fez um pedido de patente em 2009 para um “data center aquático”, sendo um sistema que incluiria uma plataforma flutuante, uma diversidade de computadores para compor o data center em si, um gerador elétrico marinho para alimentar os computadores e um sistema de resfriamento a água. Equipamento ainda tem finalidade misteriosa (Fonte da imagem: Reprodução/Cnet) Caso isso não seja o suficiente para você, quando um dos responsáveis pela obra deu um telefone para a reportagem do Cnet entrar em contato com a empresa responsável, uma ligação foi realiza para o número e a seguinte mensagem pôde ser ouvida: “Obrigado por ligar para a Google. O número que você chamou não está mais operante”. Além do mais, o perfil do responsável pela obra no LinkedIn que passou o telefone diz que ele é um “Gerente de transações sênior na Google”. Fora tudo isso, os moradores da região e demais trabalhadores do entorno da obra também confirmaram que se trata de um empreendimento da Google. Outra curiosidade é o nome da empreiteira que está realizando a obra, chamada By and Large LLC. Se você assistiu Wall-E de 2008, pode imaginar que se trata de uma empresa presente no filme.

NOVA ORDEM MUNDIAL

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Fox News – Um megaterremoto destruirá a costa do Pacífico nos EUA

Fox News – Um megaterremoto destruirá a costa do Pacífico nos EUA


Programa “Shepard Smith Reporting” emitido pela Fox News alertando para um iminente megaterremoto de 9.2 na escala Richter que destruiria a costa do Pacífico nos EUA.
O apresentador pede que as pessoas deixem a região e se preparem para o megaterremoto e tsunami, que segundo os cientistas, não é uma questão de “se”, mas de “quando” ocorrerão.



A fonte da informação utilizada pelo programa é um extenso artigo titulado “The Really Big One“, publicado em 20-07-2015(erro na data de publicação? Hoje é dia 18) pelo site The New Yorker, que em seu conteúdo, cita um relatório oficial da FEMA. No relatório consta que tudo a oeste dos EUA será destruído pelo sismo e em seguida por um grande tsunami.
[…] No noroeste do Pacífico, tudo a oeste da Interestadual 5 que abrange cerca de cento e quarenta mil milhas quadradas, incluindo Seattle, Tacoma, Portland, Eugene, Salem (a capital do Oregon), Olympia (a capital de Washington), e cerca de sete milhões de pessoas . Quando a próxima ruptura  de margem cheia acontecer, a região vai sofrer o pior desastre natural na história da América do Norte. Cerca de três mil pessoas morreram no terremoto de 1906, em São Francisco. Quase dois mil morreram no furacão Katrina. Quase trezentos morreram no furacão Sandy. Projeções da FEMAdizem que quase treze mil pessoas vão morrer no terremoto e tsunami em Cascadia.Outras vinte e sete mil serão feridas, e a agência espera que vai precisar para abrigarum milhão de pessoas deslocadas, comida e água para mais dois milhões e meio. “Este é um momento que eu estou esperando que toda a ciência esteja errada, e isso não vai acontecer por mais mil anos”, diz Murphy. […]

Ditado maçônico “ordem através do caos”

Vídeo com decapitação do “Estado Islâmico” filmado em estúdio foi encontrado com amigo de John McCain


Hackers do grupo CyberBerkut lançaram um vídeo da execução de prisioneiros do “Estado Islâmico”(ISIS), organização armada terrorista, que de acordo com as imagens, foi filmado em um estúdio de gravação.
Os hackers explicaram que eles descobriram o vídeo em um dispositivo eletrônico de um amigo do senador John McCain.
“Nós, o grupo CyberBerkut, tínhamos à nossa disposição um arquivo que é difícil subestimar a importância! “Caro senador McCain, recomendamos que não leve com você documentos secretos em qualquer viagem ao exterior, especialmente à Ucrânia“.
Depois do que vemos no vídeo, um “prisioneiro” é “executado” diante várias câmeras, com uma luz bem escolhida. Um ator vestido como carrasco do “Estado Islâmico” coloca uma faca na garganta do “sequestrado”.
Lembre-se que desde agosto de 2014, os terroristas do “Estado Islâmico” lançam vários vídeos de execuções. Suas vítimas estão sempre milagrosamente calmas, dizem suas últimas palavras e “morrem” nos braços dos terroristas. Muitos internautas já viram esses vídeos como sendo de ficção, particularmente por causa das reações dos torturados e a qualidade dos vídeos.
Os norte-americanos têm sido repetidamente acusados de fabricar vídeos feitos do grupo “Estado Islâmico”. Assim, um estudante da Universidade de Nevada Ivy Zidrich afirmou à Jeb Bush, que seu irmão, o ex-presidente norte-americano George Bush, criou a Organização ISIS.
Comentário do blog
Os vídeos do “Estado Islâmico” são criados por agências da CIA e do Mossad israelense, com o intuito de promover os interesses sionistas de dominação global através do terrorismo internacional. Israel segue o ditado maçônico “ordem através do caos” para conseguir seus objetivos.
Vale lembrar que o lema do Mossad israelense, a agência de inteligência do regime sionista é: “Por meio de fraudes, farás a guerra“.