segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

VAMOS A RAIZ ONDE TUDO COMEÇOU? ( este estudo ainda está em construção)

QUER SER ENTENDIDO? VAMOS COMEÇAR!!!!  ( este estudo ainda está em construção)                                                                      Por Flávio S. Silva. 



1ª VAMOS FALAR DAS MUDANÇAS DE ORDEM MUNDIAL NO QUE DIZ RESPEITO A DELINEAR O HOMEM NO ASPECTO  DO TRABALHO E SUAS CONSEQUÊNCIAS EM UM ÂMBITO GLOBAL  ECONÔMICO E SOCIAL .). ( Para não ficar muito exaustivo colocarei aqui as fontes de leitura vc pode clicar estudar e lê abaixo aqui no blog a minha explicação. ( USAREI APENAS  O WIKIPÉDIA) 


REVOLUÇÃO INDUSTRIAL :http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_IndustrialCONSEQUÊNCIAS:http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Industrial#As_consequ.C3.AAncias_da_Revolu.C3.A7.C3.A3o_Industrial

1ª e 2ª GUERRA MUNDIAL: A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL CULMINOU A 1ª GUERRA MUNDIAL, QUE POR SUA VEZ  LEVOU A 2ª GUERRA MUNDIAL. 
 Para Lênin, as razões da guerra poderiam ser sintetizadas em uma palavra: imperialismo. Ele lembrava que as principais potências capitalistas passavam por concentração econômica desde o fim do século XIX. Cedo ou tarde as disputas terminariam em guerra.
Outro motivo relevante foram os ressentimentos nacionalistas e rivalidades ecoômicas e políticas entre várias nações. O atentado de Sarajevo, morte do arquiduque Fransisco Ferdinando.
CONCLUSÃO : MOTIVO DA 1ª GUERRA MUNDIAL A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL. ( UM DOS MOTIVOS PRIMORDIAIS)
2ª GUERRA MUNDIAL SUAS CONSEQUÊNCIAS : 

Causas da Segunda Guerra Mundial:

Segunda Guerra Mundial foi decorrente de um conjunto de factores de
 uma profunda crise económica e grandes tensões políticas e sociais em 
várias partes do Globo. Nesta conjuntura despontaram regimes autoritários,
 sobretudo na Alemanha, na Itália e no Japão. A ideologia expansionista
 principalmente destas potências levou-as a apetrecharem militarmente.
Nasceu assim, um clima de tensão internacional, que ficou marcado por
várias acções belicistas.
SUAS CONSEQUÊNCIAS: CORRIDAS ARMAMENTISTAS, BOICOTES,
 GUERRA FRIA, CONFLITOS,
 ATOS TERRORISTAS,CLIMA DE DESCONFIANÇA, GOLPES MILITARES,
 NACIONALISMO ETcs...
2 PARTE: MUDANÇAS COMPORTAMENTAIS E MORAIS:
  MOVIMENTO FEMINISTA.
A década de 1960 significou um ponto de grandes inflexões para a sociedade contemporânea. Nos EUA, o “baby-boom” do pós-guerra estabeleceu o surgimento de uma geração de jovens inseridos na prosperidade material e tecnológica de um mundo em plena transformação. As novas conquistas obtidas no campo dos transportes, da medicina e da eletrônica causavam a configuração de uma época aparentemente cingida pelo signo da modernidade. 
Contudo, observamos também a deflagração de uma revisão de valores responsável pela transformação dos papéis ocupados por homens e mulheres na sociedade. Já durante a Segunda Guerra, a maciça inserção das mulheres no mercado de trabalho estabeleceu um novo campo de possibilidades para aquela que antes era vista como a “rainha do lar”. A partir desse processo de relativa emancipação, muitas delas reivindicaram novos campos de conquista nunca antes imaginados.
Quando alcançamos a década de 1960, o advento da pílula anticoncepcional permitiu uma libertação dos comportamentos sexuais antes restritos à monogamia e às relações matrimoniais. Paralelamente, o meio intelectual também passou a se voltar para a essa questão com a difusão de livros de autoras que se interessavam em desconstruir o papel da mulher na sociedade. Entre outras obras, podemos destacar “O Segundo Sexo” de Simone Beauvoir e “A mística do feminino” de Betty Friedan.
A partir de então, muitas mulheres saíram às ruas com o intuito de reivindicar os mesmos diretos assegurados pela constituição liberal de seus países. Entre outras questões, lutavam para que as faixas salariais de homens e mulheres fossem devidamente equiparadas. Nesse aspecto, percebemos que entre as décadas de 1960 e 1970 o feminismo havia se consolidado enquanto movimento político integrado a muitas outras bandeiras de lutas civis e minoritárias.
Em resposta a tais movimentações, aconteceu a adoção de várias políticas de igualdade que visavam responder aos anseios estabelecidos no período. Instituições de defesa dos direitos das mulheres e outros órgãos de natureza governamental passaram a sensibilizar outras parcelas da sociedade com respeito a essa causa. Com isso, observamos que muitas bandeiras de luta passaram a ser prestigiadas pela aprovação de leis específicas.

A partir da década de 1980, o feminismo pareceu perder a sua força. A causa deixou de ser uma meta a ser alcançada depois que os próprios representantes do Estado reconheceram a legitimidade de tais reivindicações. Contudo, essa faceta da história contemporânea ainda se desdobrou em uma mudança de comportamento que rompeu com os paradigmas tradicionais da família e, até mesmo, do homem. A vitória feminista ainda ecoa em transformações ainda visíveis no nosso cotidiano.

  MOVIMENTO WOODSTOSK,(MOVIMENTO HIPPIE)
                                                 
                                                                                          Em agosto de 1969 (dias 14,15 e 16) aconteceu o festival de Woodstock - three days of peace and music. Passados quarenta anos do evento como podemos pensar e discutir seus efeitos? 
A novidade, o impacto inicial foi enorme. Nunca tanta gente havia se reunido para celebrar a música e a ideologia de um pensamento de paz – (antibelicista) – amor (sexo podia ser feito com liberdade) e música. Tudo isto embalados pelas imagens fotográficas e cinematográficas que fizeram com que alguns grupos pudessem estar fixados no universo sonoro de várias gerações. 
 festival da província de Bethel, realizado na fazenda de Max Yasgur, foi a síntese de um momento da história dos EUA e da cultura ocidental. Nos interessa investigar a novidade de como esta síntese aconteceu e quais os elementos que ainda permanecem atuais. 







                         
                         

domingo, 18 de dezembro de 2011

Uma Mensagem Limitada ou Uma Comunhão Limitada?




Autor: Pr. David Nettleton1

Tradução: Jeanne Rangel
"26 Portanto, no dia de hoje, vos protesto que estou limpo do sangue de todos. 27 Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus." (Atos 20:26-27 ACF)
Esta mensagem [este artigo], como muitas, nasceu de uma experiência. Pode ser que outros estejam vivendo experiências semelhantes. Portanto, permitam-me contar a experiência que deu origem a essa mensagem.
Nasci Presbiteriano. Fui salvo num colégio inter-denominacional no corpo estudantil, mas gerenciado pela igreja dos Irmãos. De lá fui para um seminário que não era uma escola denominacional e de lá para outro seminário Presbiteriano Unido. Entrei para o pastorado Batista sem nenhum treinamento Batista, exceto o que recebi pela leitura das Escrituras.
Alguns anos mais tarde fui para um movimento jovem inter-denominacional e recebi a liderança de um encontro local de sábado à noite. Cooperei com alguns evangélicos, independentemente de suas associações. Fui orientado pelos principais líderes do movimento para procurar os nomes dos modernistas em destaque, para [fazerem parte de] meu comitê de aconselhamento. Eu não o fiz. Mas segui o conselho que me levou a encaminhar todos os convertidos de volta às Igrejas de suas escolhas, Igrejas que eu sabia serem liberais em alguns casos. Isto incomodou muito a minha consciência e eu orei e pensei sobre isso.
Outro problema ligado a esse trabalho foi minha falha em instruir aos convertidos sobre o batismo cristão que, nas Escrituras, é o primeiro teste de obediência. Eu senti que deveria instruí-los [sobre o batismo], da mesma forma que Pedro e Paulo o fizeram. Mas como poderia isso ser feito se, no comitê do trabalho, havia amigos íntimos que não acreditavam nisso? Por tal associação, eu definitivamente estraguei minha mensagem e meu ministério sobre importantes verdades bíblicas que muitos chamavam de "não-essenciais".
No trabalho de acompanhamento [dos novos convertidos] não era conveniente que eu falasse sobre segurança eterna, na presença de trabalhadores cristãos que odiavam o nome da doutrina. Assim, o ministério era reduzido à apresentação do evangelho, como se não houvesse nada na Grande Comissão sobre batizar convertidos e doutriná-los. Eu tinha encontrado o menor denominador comum, e o defendia. Mas minha consciência não teve descanso. Então aconteceu que Atos 20:27 veio a significar algo para mim.
O grande apóstolo nunca se permitiu ser levado a nada que limitasse sua mensagem. Ele poderia dizer de consciência limpa: "26 ... estou limpo do sangue de todos. 27 Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus." Por que, hoje, muitos não podem hoje dizer o mesmo? Em meu caso e em muitos outros casos, seria devido ao desejo de ensinar a uma audiência grande e trabalhar com um grupo maior de cristãos. Muitos foram afastados, levados para longe de uma completa obediência, através de um moto nobre e sonoro, aplicado ao trabalho cristão: "No que for essencial, unidade; no que for não-essencial, liberdade; e, em todas as coisas, caridade". Algumas coisas não são essenciais à salvação mas são essenciais à completa obediência e o cristão não tem a liberdade diante de Deus para escolher o que é essencial e não essencial! É nosso dever declarar toda a orientação de Deus e fazê-lo onde quer que estejamos.
Paulo tinha um ministério maravilhosamente equilibrado. Em sua pregação ele nunca teria agradado aos homens, pois sabia que nunca agradaria a Deus se tentasse agradar aos homens. Ainda assim, em sua vida ele testificou: "Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns" (1 Cor. 9:22). "Assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos (1 Cor. 10:33).
Que feliz equilíbrio no ministério! É verdadeiro, humilde e completo. Hoje estamos escolhendo entre duas alternativas. UMA MENSAGEM LIMITADA OU UMA COMUNHÃO LIMITADA. [Por um lado,] Se pregarmos todas as verdades bíblicas, há muitos lugares para onde jamais seremos convidados. [Por outro lado,] Se apertarmos as mãos das multidões, haverá uma limitação da mensagem da Bíblia. Tenha isso em mente – é o Batista que põe mais coisas de lado [quando quer ter comunhão com todo mundo]. É o Batista fundamentalista que faz as concessões! Pense nisso e você perceberá é uma verdade. Acreditamos no batismo [apenas] de quem já é crente. Acreditamos na separação [tanto do pecado, na nossa vida pessoal, como dos erros doutrinários, na nossa vida como igreja]. Pregamos a segurança eterna [da salvação]. Acreditamos na vinda iminente de Cristo. Consideramos um ato de obediência reprovar a descrença nos círculos religiosos. Temos que indicar [por nome] [e expor os erros de] os saduceus e fariseus. Mas, conforme uma filosofia atual, devemos deixar essas coisas de lado em benefício de uma esfera mais ampla de serviço.
O que é mais importante: a completa obediência, ou [atingirmos] uma esfera mais ampla de serviço? Todavia, não acredito inteiramente que essas sejam as duas únicas alternativas. É nossa primeira tarefa ser completamente obedientes a Deus em todas as coisas e então esperar n’Ele pelos locais de serviço. Pode ser que venhamos a ser limitados, e pode ser que não. Charles Haddon Spurgeon não viajou tanto quanto alguns homens do seu tempo, mas seus sermões viajaram tão longe quanto os sermões de muitos homens.
Li recentemente um artigo religioso de um grande evangelista. Ele deplora as condições morais na América. Ele deplora as condições de nossas escolas. Ele fala contra o comércio de bebidas e contra a delinqüência juvenil. Mas nada é dito contra o grande inimigo da América: A CRENÇA MODERNA DISSEMINADA PELAS IGREJAS SUPOSTAMENTE DE CRENTES. A força da nação está em seu amor a Deus. Esse amor tem esfriado cada vez mais, em muitas igrejas, e Jesus Cristo, Nosso Senhor, é chamado de filho ilegítimo, um jovem confuso e um mestre morto. Esse tipo de coisa precisa ser repreendido ao custo da [nossa] reputação e mesmo ao custo da [nossa] vida, se necessário. Mas logo que for repreendido, o homem que o repreende perderá a maioria dos seus seguidores, se ele tiver ganhado seus seguidores através da cooperação com as igrejas modernistas.
É minha crença que alguns dos nossos evangelistas de hoje sejam completos cristãos crentes na Bíblia. Eles aceitam quase todas as verdades do Livro. [Mas] parece que eles evitam pregar todo o aconselhamento de Deus por uma razão: para eles, é importante ir mais longe, mesmo se formos com uma mensagem menor. A brecha dentro do assim chamado Protestantismo hoje é tão grande como a distância entre o Protestantismo e o Catolicismo Romano [nos séculos da Reforma e do Grande Avivamento]. Precisamos tornar este fato conhecido. Mas sempre que promovemos o tipo de ministério inclusivo estamos encobrindo um fato que precisa ser conhecido.
Deus nos deu uma grande mensagem para pregar. Ela contém o glorioso evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas não está limitada a este evangelho. Ele nos comissionou a pregar o evangelho, batizando nossos convertidos e DOUTRINANDO-OS (Mt 28:19-20) [ênfase da tradutora]. Ele nos deu o melhor sistema de trabalho de acompanhamento [dos novos convertidos] que é a formação e boa fundamentação de igrejas constituídas de crentes na Bíblia, e os [recém-] convertidos se ajuntarem a elas. Ele está nos chamando à lealdade e à obediência.
Não precisamos de nova mensagem. Não precisamos de novo método. Precisamos somente do espírito de obediência achado em Paulo quando ele testifica: "Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus."

REFLÉXÃO



Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito
que tratamos o nosso celular?
E se sempre carregassemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
E se dessemos uma olhada nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para apanha-la quando a esquecemos em casa, no
escritório... ?
E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
E se a dássemos de presente ás crianças?
E se a usássemos quando viajamos?
E se lançassemos mão dela em caso de emergência?

Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela 'pega' em
qualquer lugar.
Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já
pagou a conta e os créditos não tem fim.
E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para
toda a vida.

'Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto'! (Is 55:6)
ALGUNS TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Quando você estiver triste, ligue JoÃo 14.
Quando pessoas falarem de você, ligue Salmo 27.
Quando você estiver nervoso, ligue Salmo 51.
Quando você estiver preocupado, ligue Mateus 6:19,34.
Quando você estiver em perigo, ligue Salmo 91.
Quando Deus parecer distante, ligue Salmo 63.
Quando sua fé precisar ser ativada, ligue Hebreus 11.
Quando você estiver solitário e com medo, ligue Salmo 23.
Quando você for áspero e crítico, ligue 1 Coríntios 13.
Para saber o segredo da felicidade, ligue Colossenses 3:12-17.
Quando você sentir-se triste e sozinho, ligue Romanos 8:31-39.
Quando você quiser paz e descanso, ligue Mateus 11:25-30.
Quando o mundo parecer maior que Deus, ligue Salmo 90.

RECEBI ESSA RELAçãO DE TELEFONES DE EMERGÃ?NCIA E ACHEI POR BEM COMPARTILHAR COM AS PESSOAS ESPECIAIS!
Anote em sua agenda, um deles pode ser IMPORTANTE a qualquer MOMENTO em sua VIDA!!!

SUPERSTIÇÃO NÃO É COISA DE FILHO DE DEUS.


Segundo o Dicionário Michaelis, superstição é um "sentimento religioso excessivo ou errôneo, que muitas vezes arrasta as pessoas ignorantes à prática de atos indevidos e absurdos (...) Temor absurdo de coisas imaginárias". Na Bíblia, encontramos algumas referências à supersticiosidade. Em Atos, lemos: "E, estando Paulo no meio do Areópago, disse: Varões atenienses, em tudo vos vejo um tanto supersticiosos; porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: 'Ao Deus Desconhecido"', At 17.22-24.
Nos tempos atuais, há cer­tos tipos de comportamentos ou atitudes supersticiosas. Certo movimento dito evangélico tem difundido no meio de seus adeptos a prática de apagar pecados queimando papéis. Os fiéis passam por uma espécie de "lavagem cerebral" e se convencem de que, mesmo tendo sido crentes em Cristo há longos anos, precisam escrever todos os seus pecados em pedaços de papéis e jogá-Ios numa fogueira. Só assim terão seus, pecados eliminados. Com isso, invalidam o valor e o poder do sangue de Jesus. Isso, a nosso ver, é superstição, ou "sentimento religioso errôneo".
Deixar a Bíblia aberta no salmo 91, todas as noites, pode ser um sentimento supersticioso. Devemos confiar no Deus do salmo, e não no salmo em si. Em ocasiões de dificuldades e aflições, citar o salmo 91 pode ser (e tem sido) de grande valor para fortalecer a fé em momentos de crise, mas só dormir se deixar a Bíblia aberta é atitude que não tem base bíblica. Com a Bíblia fechada ou aberta, o anjo do Senhor acampa-se e nos guarda.
E, por falar em anjo, há crentes que estão praticando o chamado culto aos anjos. Há igrejas em que o culto só começa se o anjo descer. Se for necessário, Deus manda um anjo para proteger o pregador ou a sua Igreja (SI 34.7). Há também a crença de que cada pessoa tem seu "anjo da guarda". Os anjos são "espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação", Hb 1.14. Não há base bíblica para afirmar que cada pessoa tem determina­do anjo, com determinado nome, só para lhe guardar.
Há crentes que têm medo de macumba. Isso é superstição. Se o crente for fiel, sincero, honesto e santo diante de Deus, não há macumba que possa atingi-lo. Diz a Bíblia: "Toda ferramenta preparada contra ti não prosperará Is54-17; "Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca (...) e o maligno não lhe toca", IJo 5.18. No entanto, se o crente estiver fora da comunhão com Deus, poderá ser alcançado pe­las ações malignas que forem lançadas contra ele.
Em algumas igrejas, há práticas supersticiosas que chegam a imitar práticas espiritistas. Certo irmão foi a uma igreja e lá, convidado a caminhar sobre sal grosso para ser abençoado. Outro foi golpeado com galhos de arruda! Isso nada tem a ver com a Palavra de Deus. Em algumas igrejas pentecostais, ouve-se alguém dizer que determinado irmão é "canela de fogo", tem "sapato de fogo" e até "vassoura de fogo". São expressões que não fazem parte da terminologia bíblica.
Há ainda o uso exagerado de sonhos, visões e revelações. Deus fala por sonhos, mostra visões e revela o que Ele quer a seus servos. Ele prometeu usar esses recursos (Jl 2.28). Porém, não podemos guiar a nossa vida por sonhos. Há crentes que sonham demais e falam demais. Diz a Palavra (Ec 5.7). Deus fala eventualmente por sonhos, mas querer emprestar valor profético a todo o tipo de sonho é superstição.

Extraído

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

QUEM FOI RUSSEL?


"Milhares de leitores dos escritos do Pastor Russell acreditam que ele ocupava a posição daquele 'servo fiel e prudente' [Mateus 24: 45], e que sua grande obra estava provendo à Casa dos Fiéis o alimento em tempo apropriado. Sua modéstia e humildade o impediam de proclamar abertamente esse título, mas ele o admitiu em conversa particular." 
- A Sentinela de 1/12/ 1916, p. 357  (em inglês)
"... o escravo fiel e discreto, Pastor Russell."
- O Mistério Consumado, 1917, p. 418  (em inglês)
"As Escrituras indicam que Russell foi escolhido pelo Senhor desde seu nascimento. Os dois mais proeminentes mensageiros foram [o apóstolo] Paulo e o Pastor Russell. Russell é o servo de Mateus 24: 45-47."
- A Sentinela de 1/12/ 1916, p. 6159  (reimpressão em inglês)
"... Em essência, mostramos que a Sociedade é uma organização inteiramente religiosa; que os membros aceitam como seus princípios de crença a santa Bíblia, conforme explicada por Charles T. Russell;..."
Anuário de 1976, p. 106 (em português)
"Todos os Estudantes da Bíblia, seguidores do Pastor Russell,..."
- O Mistério Consumado, 1917, p. 126  (em inglês)
"Não há nada na verdade presente de hoje alguém que possa honestamente dizer que recebeu conhecimento do plano divino de qualquer outra fonte que não o ministério do irmão Russell... Então, repudiá-lo ou à sua obra equivale a repudiar o Senhor..."
- A Sentinela de 1/5/1922, p. 132  (em inglês)
"Quando interrogado sobre quem era o 'servo fiel e prudente', Russell respondia, 'Alguns dizem que sou eu enquanto outros dizem que é a Sociedade; ambos são verdadeiros, já que Russell era, de fato, a Sociedade."
- A Sentinela de 1/3/1923, p. 68  (em inglês)
" [As Testemunhas de Jeová] ...tinham de ser libertadas de... idéias e práticas da religião falsa... Algumas exaltavam criaturas, entregando-se a um culto de personalidade ligado a Charles T. Russell, o primeiro presidente da Sociedade Torre de Vigia..."
- A Sentinela de 1/5/1989, p. 3  (em inglês)

Comentário 1: 
     O livro Proclamadores (1993) - publicado pelas Testemunhas de Jeová - admite, na página 143, que embora Russell não fosse inicialmente adepto da idéia de um indivíduo como representando o 'servo fiel e prudente' de Mateus 24: 45, mas de uma coletividade, ainda assim ele não rejeitou esta crença em torno dele. Na verdade - diz o livro - este ensino foi advogado pelos Estudantes da Bíblia por 30 anos. Conseqüência: o nome de Russell tornou-se símbolo de um desmedido culto a personalidade. A própria organização confirma isso no último trecho transcrito acima. Ao que tudo indica, a primeira pessoa a sugerir essa idéia foi a esposa do 'pastor', a qual confirmou esse pensamento em uma reimpressão de A Sentinela de 1906. Pouco tempo depois, ela se separaria judicialmente dele (acusando-o de negligência e crueldade). Ainda segundo o livro Proclamadores, Russell teria declinado dessa prerrogativa gloriosa na edição de 15/7/1906 de A Sentinela. Todavia, nesta mesmíssima matéria, embora negando superioridade, ele, paradoxalmente, classifica a si mesmo como "porta-voz de Deus".  A data de alguns documentos também mostra que o culto a personalidade prolongou-se até os anos 20 - bem depois de Cristo ter supostamente escolhido a Sociedade como seu "Escravo Fiel", em 1919. A forma como o assunto é freqüentemente abordado nas publicações das Testemunhas de Jeová parece sugerir que a Sociedade Torre de Vigia nada tinha a ver com essa transgressão. Com a finalidade de esclarecer essa questão de maneira incisiva, reservamos para o final a mais pungente prova documental daquilo que parece ir bem além de um 'culto a personalidade' por parte de alguns fiéis. Queira o leitor observar o que diz - sob o título "Um Tributo Pessoal ao Pastor" - a edição de A Sentinela de 1/12/ 1916, p. 6150  (reimpressão em inglês), conforme a cópia abaixo:

Tradução:
"'Ó Senhor, na tua força se alegra o rei; E quanto deseja ele jubilar na tua salvação! Deste-lhe o desejo do seu coração e não retiveste o anseio dos seus lábios. Selah. Pois passaste a ir ao encontro dele com bênçãos de bem e a por-lhe na cabeça uma coroa de ouro refinado. Pediu-lhe vida. Tu lhe deste, longura de dias por tempo indefinido, para todo o sempre. Sua glória é grande na tua salvação. Puseste sobre ele dignidade e esplendor. Pois o constituis altamente abençoado para todo o sempre. Tu o fazes regozijar-se com a alegria da tua face.' Salmos 21: 1-6."
"Realmente, estas palavras aplicam-se com precisão ao nosso amado Irmão e Pastor!"
"Charles Taze Russell, tu foste, pelo Senhor, coroado como rei; e através das eras eternas teu nome será conhecido no meio do povo, e teus inimigos virão e adorarão aos teus pés."

Comentário 2: 
     Vemos aqui uma das mais assombrosas declarações já publicadas pelo 'Escravo Fiel e Discreto' - a Sociedade Torre de Vigia. Foi lançada logo após a morte de Russell e servida ao rebanho de fiéis como 'alimento espiritual no tempo apropriado'. Cremos que mais de 99% das Testemunhas de Jeová, hoje em dia, jamais leram a declaração acima. Nem jamais imaginariam que sua Organização pudesse publicar algo semelhante. Provavelmente, o teor chocante deste documento fará a Testemunha mediana presumir - e desejar, até - que se trate de uma falsificação. É compreensível que seja assim, pois esta evidência derruba por terra a tese da Sociedade de que houve um simples culto a personalidade por parte de alguns membros, uma devoção ao 'pastor', cujas virtudes o destacavam entre os homens de seu tempo. Não foi apenas isso, foi algo muito mais grave. O que vemos aqui é o endosso - por parte dela, a Sociedade - a um autêntico ato de louvor a Russell, com a aplicação a ele  de um Salmo que se sabe representar a Jesus Cristo, coroado pelo próprio Deus. Diante desse documento, parece uma tarefa bastante difícil absolvê-la do envolvimento direto na glorificação de seu fundador - em nível de igualdade a Cristo. Do ponto de vista bíblico, isto equivaleria a, pelo menos, dois delitos gravíssimos: idolatria e blasfêmia. Cremos que as provas aqui expostas, em que o pese a forte impressão que podem produzir no leitor, constituem evidências suficientes para se possa avaliar se o corpo governante das Testemunhas de Jeová possui idoneidade para condenar outras religiões por louvor a criaturas.