segunda-feira, 23 de junho de 2014

REDES DE ALTA TENSÃO , CUIDADO!!!! EFEITO DOS CAMPOS ELETROMAGNETICOS.

Campos Eletromagnéticos e a Saúde



INTRODUÇÃO


Efeitos potenciais de CEM gerados pelo homem sobre a saúde têm sido tópicos de interesse científico desde o final do século dezenove, e têm recebido atenção especial ao longo dos últimos trinta anos.
Ao contrário da radiação ionizante (tais como raios gama emitidos por materiais radioativos, raios cósmicos e raios-X) que ocupa a parte superior do espectro eletromagnético, os CEM, criados pelo homem, são demasiado fracos para quebrar as ligações que mantêm as moléculas ligadas em células e, portanto, não podem produzir ionização. É por essa razão que CEM são chamados de ‘radiações não-ionizantes’ (RNI). Radiações infravermelhas, ultravioletas, e ionizantes não serão mais abordadas neste site.

EXPOSIÇÃO A CEM

O que acontece quando alguém é exposto a CEM?

Correntes elétricas existem naturalmente no corpo humano e são partes essenciais das funções corporais normais. Todos os nervos enviam sinais via a transmissão de impulsos elétricos. A maioria das reações bioquímicas, desde aquelas associadas com a digestão até as envolvidas com a atividade cerebral, envolve processos elétricos.
Os efeitos da exposição externa do corpo humano e de suas células aos CEM dependem principalmente de sua freqüência e de sua magnitude ou intensidade. A freqüência simplesmente descreve o número de oscilações ou ciclos por segundo. A baixas freqüências, CEM atravessam o corpo enquanto que em radiofreqüências os campos são parcialmente absorvidos e penetram apenas em uma pequena profundidade no tecido.
Campo Elétrico


Campo Magnético
Campos elétricos de baixas-freqüências influenciam a distribuição de cargas elétricas na superfície dos tecidos condutores e causam um fluxo de corrente elétrica no corpo. Campos magnéticos de baixas-freqüências induzem correntes circulantes dentro do corpo humano. A intensidade dessas correntes induzidas depende da intensidade do campo magnético externo e do comprimento do percurso através do qual a corrente flui. Quando suficientemente intensas essas correntes podem causar o estímulo de nervos e músculos.
Em radiofreqüências (RF), os campos penetram somente uma pequena distância dentro do corpo. A energia desses campos é absorvida e transformada em movimento das moléculas. A fricção entre moléculas em movimento rápido resulta em um aumento da temperatura. Esse efeito é usado em aplicações domésticas como o aquecimento de comida em fornos de micro-ondas, e industriais, como na soldagem de plásticos ou aquecimento de metais. Os níveis de RF aos quais as pessoas estão normalmente expostas em nosso ambiente são muito inferiores aos necessários para a produção de um aquecimento significativo.


EFEITO, SENSAÇÃO E RISCO

Efeitos biológicos ou efeitos sobre a saúde?

Fonte: Folheto OMS, www.who.ch/emf/
Efeitos biológicos são mudanças mensuráveis a um dado estímulo (por ex. CEMs) ou mudanças no meio ambiente, e não são necessariamente de alguma maneira danosas à saúde. Por exemplo, ouvir música ou ler este documento produzirá efeitos biológicos. Não se espera que estas atividades causem efeitos sobre a saúde. O corpo tem mecanismos de compensação ou ajuste para todos os tipos de mudança e mudanças são parte da vida normal. Um efeito biológico pode, entretanto, se tornar adverso se o corpo é suficientemente estressado por longos períodos e a compensação adequada não é possível. Em seres humanos um efeito adverso à saúde resulta de um efeito biológico que cause um agravo detectável na saúde ou bem-estar dos indivíduos expostos.
A observância dos limites de exposição recomendados nas regulamentações nacionais e internacionais ajuda a controlar os riscos das exposições a CEM que possam ser prejudiciais à saúde humana. O debate atual está centrado em saber se a exposição durante longos períodos em níveis abaixo dos limites de exposição pode causar efeitos adversos à saúde ou influenciar o bem-estar das pessoas.

Efeitos de Campos

Fonte: folheto Wandel Golterman


ASSOCIAÇÃO E CAUSALIDADE

Fonte: Folheto OMS
Estudos epidemiológicos sobre a saúde humana investigam as causas e a distribuição das doenças em situações reais da vida, em comunidades ou grupos profissionais. Pesquisadores tentam estabelecer se existe uma associação estatística entre exposição a campos eletromagnéticos (CEMs) e a incidência de doenças específicas e outros efeitos adversos sobre a saúde.
Estes estudos isoladamente não podem, geralmente, estabelecer uma clara relação de causa e efeito, principalmente porque não podem descartar outras possíveis explicações para quaisquer dos efeitos observados. Por exemplo, se a exposição a CEMs numa certa ocupação foi identificada como associada a um aumento no risco de câncer, a associação pode ser na verdade causada por outros fatores no local de trabalho (presença de produtos químicos, p. ex.) ou fatores como poluição devido ao tráfego no local. Além disto, em estudos de CEMs, é difícil determinar o histórico de exposição de uma pessoa com certo grau de certeza.
Encontrar uma associação entre algum agente e uma doença não significa que o agente causou a doença. Na verdade, estabelecer a “causalidade” depende de muitos fatores, incluindo uma consistente e forte associação entre exposição e efeito, uma clara relação de dose-resposta, uma explicação biológica que tenha credibilidade e, acima de tudo,REPRODUTIBILIDADE: esta é a razão pela qual os cientistas tentam reproduzir qualquer experimento controverso.



CONCLUSÕES DAS PESQUISAS CIENTÍFICAS

Fotos da Pesquisa de
CEM no Brasil


O conhecimento científico a respeito dos efeitos sobre a saúde devido à presença de CEM é substancial e baseado em um grande número de estudos epidemiológicos, em animais e in vitro. Muitos resultados para a saúde, desde imperfeições reprodutivas a doenças cardiovasculares e neurodegenerativas foram examinados, mas a evidência mais consistente até a atualidade refere-se à leucemia infantil.
Em 2001, um grupo de trabalho integrado por peritos, constituído pela IARC (International Agency for Research on Cancer) da OMS reviu estudos relacionados com a carcinogenicidade de campos elétricos e magnéticos estáticos e de freqüências extremamente baixas (BF). Usando a classificação padrão da IARC que pondera as evidências humanas, animais e de laboratório, campos magnéticos de baixas frequências foram classificados como possivelmente carcinogênicos para humanos com base em estudos epidemiológicos de leucemia infantil.
Um exemplo de um bem-conhecido agente, classificado na mesma categoria é o café, que pode aumentar o risco de câncer renal, ao mesmo tempo em que protege contra câncer intestinal. “Possivelmente carcinogênico para humanos” é uma classificação usada para denotar um agente para o qual existe evidência limitada de carcinogenicidade em humanos e menos que suficiente evidência de carcinogenicidade em animais de laboratório.
Evidências para todos os outros tipos de câncer em crianças e adultos bem como outros tipos de exposição (isto é, campos estáticos e campos elétricos BF), foram consideradas inadequadas para a mesma classificação devido a informações científicas insuficientes ou inconsistentes. Embora a classificação de campos magnéticos BF como possivelmente carcinogênicos para humanos tenha sido estabelecida pela IARC, continua sendo possível que haja outras explicações para a associação observada entre exposição a campos magnéticos BF e a leucemia infantil.

FREQUENCIA DE 432 HZ PARA 440 HZ POR QUÊ ?


Quando mudamos a frequência de 432Hz a 440Hz e por quê?

Quando se mudou FREQUÊNCIA 432Hz a 440Hz e por quê? 
  Um ministro da propaganda nazista Joseph Goebbels chamou criado um decreto universal em 1939 pelo qual pediu a todos para sintonizar o musical A 440 Hz, ao invés de freqüência de 432 Hz em que toda a música é sintonizada longe. De 1939 aos dias de hoje tem cantado naquela freqüência. Isso faz com que as pessoas a pensar e sentir de uma determinada maneira e é mantido imerso em uma desordem interna. Em 1953 Goebels decreto foi aprovado pela International Organization for Standardization (ISO). 
Isso ocorreu apesar dos esforços de um grande número de músicos franceses apoiados pelo Conservatório de Paris, organizou um referendo para preservar a LA tuned 432 Hz

O LA sintonizado com 432hz foi escondida do mundo por ser o ponto sonora do equilíbrio da natureza. "432 Hz vibração nos princípios da áurea PHI e unifica as propriedades da luz, tempo, espaço, matéria, gravidade e magnetismo com a biologia, o código do DNA e da consciência.

A afinação natural de 432 Hz tem efeitos profundos sobre a consciência e também no nível celular de nosso corpo.
"por a sintonizá-los de instrumentos musicais e usando breu concerto em 432 hertz em vez de 440 hertz, seus átomos e DNA começa a ressoar em harmonia com a espiral de  
PHI da Natureza. "(Brian T. Collins)


Toda a música que você ouve neste momento, gera uma freqüência desarmônico com o planeta e do corpo humano.

Uma nota para 12 harmônicos, ressonância, pois coloca as 12 notas da escala musical (com meios tons e sustentada). Faz 12 notas harmônicas quando você toca uma nota sintonizado numa LA afinado a 432 Hz Quando você toca em um THE afinado a 440 Hz, só fez oito harmônicos. A música sintonizada 440 Hz é a música muito pobre.
freqüência do planeta Terra é de 8 Hz ondas Alfa, a freqüência do cérebro em um estado de relaxamento profundo, são ondas de até 8 Hz Limitar a 440, não faz nenhuma base IE 8, mas 8'25, o que significa que os harmônicos são gerados harmônicos com o planeta. O Ser Humano opera em uma faixa de freqüência que vai de 16 para 32 Hz, o que é equivalente à escala musical, a fazer fazer, ou seja, de uma oitava. Limitar a 440 Hz não está em harmonia com a frequência do Ser Humano que a base é de 16,5.


                                                                                                                   
 's primeira alteração física, podemos notar ao ouvir música por um tempo, é o cansaço, a fadiga, querendo fazer nada, e isso é porque harmônicas da música não se encaixa com a freqüência vibracional do ser humano.

A freqüência com que a música nos leva afinado a 440 Hz nos faz sentir insegurança, medo, angústia e agitação interna.
Por muitos anos se preocupado que a humanidade está mergulhada na escuridão. Se a música não está em harmonia com o planeta, não em harmonia com o ser humano e como são alterações resultam em ambos.
Para evitar que isso continue acontecendo, devemos ajustar a música a 432 Hz e pode fazê-lo passar todas as nossas músicas para o seu computador e usar um programa para diminuir a freqüência. As performances vai soar um pouco mais lento, mas é quase imperceptível. Os programas de computador são usados ​​para gerenciar, editar e gravar música. Por exemplo, o Mac, o Garage Band. Esta música, então deve ir para DVD ao invés de CD, porque o CD não tem a capacidade de lidar com 12 harmônicos, apenas lidar com oito harmônicos, e não iria ajudar, porque estaríamos cortando quatro harmônicos. O CD de música é nítida, duro, frio, porém gravado em DVD é mais quente porque você gravar com os 12 harmônicos.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

A lição que o Brasil está prestes a dar ao mundo


A lição que o Brasil está prestes a dar ao mundo


Há um pensamento em voga entre nós: devíamos sabotar a Copa, torcer contra, colaborar para que “não haja” Copa. Isto seria a coisa cívica e correta a fazer – usar a Copa do Mundo no Brasil não para vender ao mundo uma imagem boa do país, mas, ao contrário, para revelar nossas mazelas, para admitir nossas iniquidades diante do planeta.
Isto seria um levante contra “tudo isso que está aí” – o maldito padrão Fifa que não conseguimos alcançar e que nos humilha; nossa incapacidade histórica de fazer qualquer coisa honestamente, sem cobrar ou pagar propina; a economia que não anda; nossa ineficiência estrutural e nossa leniência crônica que nunca cumprem o que promete, que perdem prazos e desrespeitam contratos; nossa falência como nação que não consegue andar para frente em tantos aspectos essenciais; nossa incompetência em superar essa fenda social profunda que nos divide há séculos em duas castas que se odeiam, às vezes em silêncio, às vezes nem tanto.
Mas sabotar a Copa funcionaria também como uma espécie de autoexpiação pública e mundial, transformando nossas questões nacionais, internas, num inesquecível fiasco global. Como se a Copa do Mundo deixasse de ser uma festa para virar uma chibata. Como se o maior evento do planeta, que nos foi confiado e que nós brigamos para receber, não representasse um momento de alegria mas sim uma oportunidade de gerar constrangimento, vergonha, decepção e má publicidade.
Sorrir virou uma assunção de cretinice. Torcer pelas cores nacionais na Copa virou um crime. Exercer o gosto pelo futebol, um traço nacional, virou coisa de gente pusilânime.
Ao mesmo tempo, ver o Brasil mal retratado na imprensa de outros países virou uma alegria. Passamos a gostar da ideia de esfregar nossos aleijões na cara da audiência internacional – tendo especial regozijo ao ver a classe média do resto do mundo virar de lado e tampar o nariz. Adoramos jogar lama no próprio rosto. E convidamos os outros a nos enlamear também. Estamos torcendo para que as coisas funcionem mal, e para que tudo dê errado, e para que não consigamos fazer nada direito, para que tragédias aconteçam, para que tudo mais vá para o inferno.
Estamos vibrando com a derrocada daquilo que mais odiamos. E o que mais odiamos parece ser o Brasil. Como se o Brasil não fôssemos, tão e simplesmente, nós mesmos.
Tenho muita dificuldade de entrar nessa onda de autoimolação. E na inconsequência juvenil dessa postura “quanto pior, melhor”. Há um niilismo contido nesse pensamento, e um masoquismo meio piegas e vazio nessa proposta, um espírito de porco oco e doentio, que me desagradam profundamente. Talvez porque haja muita destruição aí – e eu seja um construtor. Talvez porque haja muita coisa prestes a ser posta abaixo, indiscriminadamente, e eu seja um criador que gosta de erguer obras. Não sou um demolidor de paredes. Então não consigo achar que botar fogo no circo com todo mundo debaixo da lona possa ser uma boa ideia. Talvez por já ter vivido fora do país, e visto o Brasil lá de fora. E por ter dois filhos brasileiros, que terão seu futuro próximo acontecendo por aqui. E por já estar vivendo meu 43. ano de vida. Já estou muito velho para achar que arrasar a terra possa facilitar o nascimento de alguma outra coisa sobre ela.
Fico imaginando esse mesmo pensamento noutros países. Cito apenas alguns. Você completa o quadro.
Na Copa de 2002, o Japão deveria, logo na abertura, fazer menção a seus crimes de guerra, que não foram poucos, pelos quais jamais se desculpou. Ou então alertar para o tratamento discriminatório até hoje imposto aos burakumin – pessoas  que exercem profissões “impuras”, como coveiros e açougueiros. Ou protestar contra a xenofobia, e o sentimento de isolamento (quando não de superioridade) racial que ainda hoje permeia a sociedade japonesa.
A Coréia, no mesmo ano, deveria denunciar seu patriarcalismo opressor e a violência doméstica contra mulheres que é uma espécie de direito adquirido dos homens por lá até hoje – quase 60% das esposas afirmam sofrer algum tipo de abuso dentro de casa.
Os Estados Unidos deveriam ter encerrado a Copa de 1994 com uma apoteose em forma de perdão pela barbaridade das duas bombas atômicas que atiraram covardemente sobre a população civil de duas cidades, em nome de um teste científico (afinal, gente amarela não é gente, né?) e de um aviso nuclear aos novos inimigos. Foram 250 000 mortos, entre crianças, mulheres, bebês, velhos, gestantes, recém nascidos. Ou então a apoteose deveria representar uma elegia às populações indígenas americanas massacradas. Ou aos mortos de todas as ditaduras que os Estados Unidos apoiaram ao longo de décadas, inclusive ensinando as melhores técnicas para “prender e arrebentar”, para vigiar e punir e esganar. Os Estados Unidos também poderiam se retirar da Copa, e também das Olimpíadas, bem como de todas as competições internacionais em que costumam brilhar, em protesto contra o fato de serem a maior economia do mundo e até hoje não terem tido a capacidade de oferecer um sistema público de saúde universal aos trabalhadores que produzem essa riqueza toda – quase 50 milhões de americanos simplesmente não tem a quem recorrer se ficarem doentes.
A África do Sul, em 2010, deveria ter alardeado sua liderança mundial em estupros – 128 estupros por 100 000 habitantes. (Ah, sim. Na Nigéria, que receberemos esse ano, o estupro marital não é considerado crime. A delegação nigeriana, composta de maridos, deveria entrar no Itaquerão empunhando essa bandeira?)
A Itália e a Espanha, as duas últimas campeãs mundiais, nem deveriam vir à Copa. Na Itália, o desemprego entre os jovens é de 38,5% – no Sul, a região mais pobre do país, a taxa é de 50%. Ano passado, 134 lojas fechavam diariamente na bota – mais de 224 000 pontos já fecharam no varejo italiano desde 2008. Na Espanha, o desemprego está batendo em 30% na população em geral. Entre os jovens, já encostou também nos 50%.
Ou seja, se fossem países sérios, Espanha e Itália não perderiam tempo e recursos participando de um evento da Fifa, essa corja internacional, e se dedicariam com mais a afinco a resolver seu problemas, que são muito graves. Trata-se de países à beira da bancarrota. (Só para comparar, a taxa de desemprego no Brasil, esse fim de mundo em que vivemos, é de 4,9%). Os americanos, se merecessem os hambúrgueres que comem, deveriam usar a visibilidade da Copa, já que nem gostam de futebol mesmo, para chamarem a atenção para a tremenda injustiça e para o absurdo descaso que enfrentam em seu sistema público de saúde. E, se tivessem um pingo de vergonha na cara, espanhois e italianos se recusariam a vir para a Copa, a torcer por suas seleções na Copa, e se postariam de costas para os televisores e sairiam quebrando vitrines (das lojas que ainda lhes restam) a cada gol de Iniesta ou de Balotelli. Mais ou menos como estamos planejando fazer por aqui em represália aos êxitos de Neymar e cia.
Eis a lição que o Brasil está prestes a dar ao mundo

terça-feira, 27 de maio de 2014

Fluoretação da Agua: O Maior Caso De Fraude Científica Do Século


26 de maio de 2014
A História De Forçar O Flúor Em Humanos Através Da Fluoretação Da água Potável é Feito Com Mentiras E Engano.
A história de forçar o flúor em humanos através da fluoretação da água potável é feito com mentiras, ganância e engano. Governos que adicionam flúor à água potável, insistem que é seguro, benéfico e necessário, no entanto, provas científicas mostram que o flúor não é seguro para ingerir e áreas que colocam fluor nos seus suprimentos de água potável têm maiores taxas de cáries, câncer, fluorose dental, osteoporose e outros problemas de saúde. Por causa do impulso da indústria de alumínio, as companhias farmacêuticas e fabricantes de armas, o flúor continua a ser adicionado ao abastecimento de água de quase todo o mundo, e devido às recentes ações judiciais contra as empresas de água que colocam fluor na água potável, o precedente foi definido que irá torná-lo impossível que mais ações judiciais sejam tomadas contra os fornecedores de água que com fluor. Há uma crescente resistência contra a adição de flúor no nosso abastecimento de água, mas, infelizmente, porque flúor tornou-se “a força vital de parte da economia e a industrial moderna” (Bryson 2004), há muito dinheiro em jogo para aqueles que endossam a fluoretação da água. As mentiras dos benefícios da fluoretação da água vao continuar a ser alimentado ao público, não para incentivar os benefícios de saúde para um grande número de pessoas, mas para o lucro do complexo militar-industrial.
A história começa em 1924, quando Interessen Gemeinschaft Farben (IG Farben), uma empresa química alemã, começou a receber empréstimos de banqueiros americanos, gradualmente, levando à criação do enorme cartel IG Farben. Em 1928, Henry Ford e American Standard Oil Company (da familia Rockefeller) fundiram os seus bens com IG Farben, e pelos anos trinta, houve mais de uma centena de empresas americanas que tinham filiais e associacoes com eles na Alemanha. Os ativos da I.G. Farben na América eram controlados por uma holding, a American IG Farben, que enumerava sobre ela, a bordo do sector marítimo da Administração: Edsel Ford, presidente da Ford Motor Company, E. Mitchell, presidente da Rockefeller, aos National City Bank de Nova York, Teagle Walter, presidente da Standard Oil de Nova York, Paul Warburg, presidente da reserva federal e irmão de Max Warburg, financista da Alemanha, aos esforços de guerra, Herman Metz , um diretor do Bank of Manhattan, controlado pelo Warburgs, e uma série de outros membros, dos quais três foram julgados e condenados como criminosos de guerra na Alemanha por seus crimes contra a humanidade. Em 1939, no âmbito do acordo Alted, o americano Aluminum Company (ALCOA), então o maior produtor mundial de fluoreto de sódio, e a Dow Chemical Company transferiu sua tecnologia para a Alemanha. Colgate, Kellogg, Dupont e muitas outras empresas eventualmente assinaram acordos de cartel com IG Farben, criando um poderoso grupo de pressão com precisão apelidada de “a máfia de flúor” (Stephen 1995).
No final da II Guerra Mundial, o governo de Estados Unidos enviou a Charles Eliot Perkins, um pesquisador em química, bioquímica, fisiologia e patologia, para tomar conta dasplantas químicas vastas Farben, na Alemanha. Os químicos alemaes disseram ao Perkins de um regime que eles tinham planejado durante a guerra e que tinha sido adaptado pelo Estado-Maior alemão. O alemão explicou sua intensao de usar químicos para controlar a população numa determinada região, através da medicação em massa de água potável com fluoreto de sódio, uma tática usada na Alemanha e Russia nos campos de prisioneiros de guerra para fazer o prisioneiro “estúpidos e dócil” (Stephen 1995) . Farben havia desenvolvido planos durante a guerra para usar fluor nos países ocupados, pois verificou-se que o fluoretação causou danos leves a uma parte específica do cérebro, tornando mais difícil para a pessoa afectada defender sua liberdade e fazendo com que o indivíduo se torne mais dócil para autoridade. Fluoreto permanece uma das mais fortes substâncias anti-psicóticas conhecidas, e está contido em vinte e cinco por cento dos tranqüilizantes. Pode não parecer surpreendente que Hitler, praticou o conceito de controle da mente por meios químicos, mas os americanos continuaram a investigação militar nazista, exploraram as técnicas para incapacitar um inimigo ou medicar uma nação inteira. Tal como e referido no Relatório de Rockefeller, um briefing presidencial sobre as atividades da CIA “, o programa de drogas fazia parte de um programa da CIA muito maior para estudar meios de controlar o comportamento humano” (Stephen 1995).
O, mito da prevencao de caries, associados com o uso de flúor, se originou nos Estados Unidos em 1939, quando um cientista chamado Gerald J. Cox, empregado da Alcoa, o maior produtor de resíduos tóxicos de flúor e, ao mesmo tempo sendo ameaçado por alegações por danos com flúor , deu fluor para alguns ratos de laboratório e concluiu que o flúor reduziu as cáries e alegou que devia ser adicionado ao abastecimento de agua de toda a nação. Em 1947, Oscar R. Ewing, um advogado da ALCOA por muito tempo, foi nomeado chefe da Agência Federal de Segurança, uma posição que o colocou no comando do Public Health Service (PHS). Durante os próximos três anos, oitenta e sete novas cidades americanas começaram a fluoretação de água, incluindo a cidade de funcionou como um estudo de controle de fluoretação da água em Michigan, eliminando, assim, o teste mais cientificamente objetivo de segurança e benefícios antes de ele nunca foi concluído.
As investigacoes sobre as consequencias no uso de fluor nos Estados Unidos “foram financiadas pela Indústria de Fertilizantes e Armas que procurava uma saída para os resíduos de fluoreto de montagem industrial, enquanto cada vez mais atingir aumentar o lucro positivo. A “descoberta” que o flúor “beneficiava” os dentes, foi pago pela indústria que precisava ser capaz de defender os “processos de trabalhadores e comunidades envenenadas pelas emissões de flúor industrial” (Bryson, 1995) e transformar um passivo em um ativo. Flúor, um componente de resíduos nos processos de fabricação de explosivos, fertilizantes e outras necessidades “, cuja eliminacao era dispendiosa “foi usado entao no abastecimento de água na América, Através da re-educação pública, o fluoreto, uma vez um produto de resíduos, tornou-se o ingrediente ativo em pesticidas fluorados, fungicidas, raticidas, anestésicos, tranquilizantes, medicamentos fluorados, e um número de produtos industriais e domésticos, dentais géis fluordaos, cremes dentais e enxaguatórios. O flúor é uma parte importante da renda bilionária da industria farmacêutica, que a eventual retirada do apoio desta pratica é financeiramente impossível, juridicamente impensável e potencialmente devastadora para a sua carreira e reputação.
Financiado por empresários de E.U., em uma tentativa de promover a aceitação pública de flúor, Edward Bernays, também conhecido como o pai do PR, ou o spin doctor original, começou uma campanha de artifício para convencer a opinião pública. Barnays explicou que “você pode obter praticamente qualquer idéia aceita se os médicos são a favor. O público está disposto a aceitá-la porque um médico é uma autoridade para a maioria das pessoas, independentemente de quanto ele sabe ou não sabe” (Bryson, 2004). Médicos que aprovaram a fluoretação não sabiam nem sabem hoje das consequencias para a saude que o flúor apresenta. O fluoreto chegou a ser visto como parte do progresso científico e desde que foi apresentado ao público como saúdavel,como uma substância adicionados ao ambiente para o bem das crianças, os opostos ao flúor foram demitidos como excêntricos, os charlatães e lunáticos. Fluoreto tornou-se imune às críticas por causa de uma ofensiva de relacoes publicas implacável, mas também por causa de sua toxicidade global. Ao contrário dos produtos químicos que têm um efeito de assinatura, fluoreto, um veneno sistêmico, produz uma gama de problemas de saúde, de modo que seus efeitos são mais difíceis de diagnosticar.
Documentos recentemente desclassificados nos E.U. Do Projeto Militar Manhattan, mostram como o flúor é a substância química chave na produção da bombas atômica e milhões de toneladas que eram necessários para a fabricação de bombas de urânio e plutônio. Intoxicação por Flúor, não envenenamento por radiação, emergiu como o principal perigo químico de saúde para os trabalhadores e comunidades próximas. Cientistas foram obrigados a fornecer elementos úteis para a defesa no litígio, de modo que começaram secretamente testes de flúor em pacientes hospitalizados desavisados e indignados, crianças deficientes mentais ..”A edicao de agosto 1948 do Journal of American Dental Association que mostrou que há provas de efeitos adversos de flúor foi censurada pela Comissão de Energia Atômica de E.U. por razões de” segurança nacional “(Griffiths, 1998). O relatório liberado somente afirmou que o flúor era seguro para humanos em pequenas doses.
Durante a Guerra Fria, o Dr. Harold C. Hodge, que tinha sido o toxicologista para o Exército de E.U. no Projeto Manhattan, foi o promotor de liderança científica da fluoretação da água. Ele foi secretamente realizando uma das premeiras experiências de fluoretação da água pública em Newburgh, Nova York, secretamente estudando amostras biológicas de cidadãos de Newburgh E.U. em seu laboratório na Universidade de Rochester. Dado que não existem restrições legais contra a supressão de dados científicos, a única conclusão publicada dessas experiências foi que o flúor era seguro em baixas doses, a um veredicto profundamente útil para o Exercito de E.U. que temeu ações judiciais por danos com fluoreto nos trabalhadores em usinas nucleares e fábricas de munições. Poluição do flúor foi uma das maiores preocupações legais que enfrentam os sectores industriais dos E.U. durante a guerra fria. Um grupo secreto de advogados das empresas, conhecidos como os advogados da Comissão Fluor, cujos membros incluíam companias de Aço, ALCOA, Kaiser Alumínio e Reynolds Metals, visitaram as empresas que estavam lutando uma onda de reclamações dos cidadãos por lesão de flúor. Os Advogados do Comité Fluor e os seus embaixadores médicos estavam em contato pessoal e freqüente com os altos funcionários do governo federal do Instituto Nacional de Pesquisa Odontológica, e têm sido implicados no estudo “Kettering” da campanha de quarenta anos, que mostrou que o flúor envenena os pulmões e os gânglios linfáticos em animais de laboratório. Os interesses privados, procuraram destruir carreiras e censurar a informação, garantindo que os estudos científicos levantando dúvidas sobre a segurança do flúor nunca foram financiados, e se o fizessem, nunca foram publicados.
Durante a pesquisa de 1990, conduzido pelo toxicologista Phillis Mullenix de Harvard, ele mostrou que o flúor na água pode levar diminuir o IQ, e aumentar os sintomas em ratos de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Poucos dias antes de sua pesquisa for aceita para publicação, Mullenix foi demitido como chefe de toxicologia no Forsyth Dental Center, em Boston. Em seguida, a sua candidatura a uma bolsa para continuar sua pesquisa sobre as consequencias do fluor no sistema nervoso central foi rejeitado pelo National Institute of Health (NIH), quando um painel do NIH lhe disse que “o fluor não tem efeitos no sistema nervoso central” (Griffiths 1998) .
A pesar de evidências crescentes de que é prejudicial para a saúde pública, agências de saúde púbica e grandes organizações médicas e dentais, tais como a American Dental Association (ADA), continuam a promover o flúor. A fluoretação da água continua, apesar de que os próprios cientistas da EPA, cuja união, o capítulo 280 do Tesouro Nacional, União de Trabalhadores, tomou uma posição firme contra isso. Dr. William Hirzy, vice-presidente do capítulo 280, declarou que “flúor (que é adicionado à água municipal) é um produto de resíduos perigosos para os quais há provas substanciais de efeitos adversos para a saúde e que, ao contrário da percepção pública, virtualmente nenhuma evidência significativa mostra seus benefícios “(Mullenix 1998). Embora o flúor é de até cinqüenta vezes mais tóxico do que o dióxido de enxofre, ainda não é regulamentada como um poluente do ar pelo Clean Air Act americano. Uma vez que milhares de toneladas de resíduos industriais de flúor é vertida em abastecimento de água potável, supostamente para incentivar sorrisos brilhantes em nossas crianças, a grande indústria tem a vantagem de poder emitir resíduos de flúor no ambiente como eles gostam, com absoluta nenhuma exigência para medir as emissões e não há maneira de ser considerado responsável pelo envenenamento de pessoas, animais e vegetação.
Em agosto de 2003, a EPA solicitou que o Conselho Nacional de Pesquisa, o braço de pesquisa da National Academy of Sciences (NAS), reavaliar as normas de segurança da água de flúor através da revisão da literatura científica recente, porque a última revisão, em 1993, tinha grandes lacunas na investigação . “Nem o E.U. Food and Drug Administration (FDA), nem o Instituto Nacional de Pesquisa Odontológica (NIDR), nem a American Academy of Pediatric Dentistry tem qualquer prova sobre a segurança ou a eficácia do flúor” (Sterling, 1993). A Academia Internacional de Medicina Oral e Toxicologia classificou o flúor como um medicamento não aprovado devido à sua alta toxicidade e o Instituto Nacional do Câncer encontrou que o flúor é um agente cancerígeno (Maurer 1990).
Atualmente, os governos continuam a introduzir sistemas de fluoretação adicional em todo o país, incluindo as Leis da Água, o que tornou impossível para as empresas de água se submeter a uma audiçao civil ou penal, como resultado da adição de flúor à água de abastecimento público.
Em uma sociedade onde os produtos que contenham amianto, chumbo, berílio e muitos outros carcinógenos foram recolhidos do mercado, é surpreendente que o flúor é abraçado tão completamente e cegamente. Parece absurdo que iríamos considerar pagar pela indústria química, para eliminar seus resíduos tóxicos, adicionando-o ao nosso abastecimento de água. Esconder os perigos da poluição do flúor do público é um trabalho de estilo capitalista, de proporções épicas que tem ocorrido porque um poderoso lobby pretende manipular a opinião pública a fim de proteger os seus interessesfinanceiros. “Aqueles que manipulam esse mecanismo invisível da sociedade constitui um governo invisível que é o verdadeiro poder dominante de nosso país … nossas mentes são moldadas, nossos gostos formados, nossas idéias sugeridas, em grande parte por homens de quem nós nunca ouvimos falar” (Bernays 1991 ).

quinta-feira, 15 de maio de 2014

ACM E FAMILIA ACM O INIMIGO DO SUL DA BAHIA

NÃO É DE MUITO QUE O GOVERNO DA BAHIA NA LIDERANÇA DE ACM LUTOU PARA DESTRUIR O PROGRESSO DE ILHÉUS E PORTO SEGURO.. AS ÚNICAS CAPITANIAS QUE NÃO FORAM ELEVADAS A CAPITAL... TUDO POR CAUSA DAS MANOBRAS DE ACM... E A HISTORIA ESTÁ AI PARA PROVAR...  ILHÉUS  QUE PAGAVA A FOLHA DE TODOS OS SERVIDORES DO ESTADO DA BAHIA E GERAVA  DIVISAS PARA O PAIS COMO RECORDISTA  DE EXPORTAÇÃO COM O  CACAU  FAZENDO DO BRASIL O MAIOR EXPORTADOR DO MUNDO, TENDO TODOS OS CRITÉRIOS QUE A CONSTITUIÇÃO DO BRASIL EXIGIA.
ACM LIGADO COM  A DITADURA SEMPRE BOICOTAVA O CRESCIMENTO DAS CAPITANIAS,
SENDO QUE JÁ TRANBITAVA NA CAMARA DOS DEPUTADOS O PROJETO PARA A SOLIDIFICAÇÃO E DESMEMBRAMENTO DAS CAPITANIASDE ILHÉUS E PORTO SEGURO  QUE SE UNIRIAM E CRIARIAM O ESTADO DE SANTA CRUZ .
ILHÉUS JÁ SOFREU DEVERSOS GOLPES
http://g1.globo.com/bahia/noticia/2012/07/estrutura-do-instituto-de-cacau-da-bahia-desaba-apos-incendio-na-capital.html

POR QUE O INSTITUTO DE CACAU DA BAHIA FOI TRANSFERIDO PARA SALVADOR? LÁ PLANTA CACAU? PRODUZ CACAU? 



http://carogestor.com.br/opiniao/vitoria_da_conquista_excluida_da_ferrovia_oeste-leste

  
Na década de 50, o então deputado federal Vasco Neto idealizou uma ferrovia, Bom Jesus da Lapa – Ilhéus, passando por Brumado e Vitória da Conquista. Foi só um sonho. Além do mais, a estrada de ferro que ligava Ilhéus a Itabuna tinha como seu ponto final Vitória da Conquista, e era denominada Ferrovia Ilhéus – Conquista. Esta ferrovia teve, na década de 60, trecho licitado entre Gongogi e Ipiaú, mas a sua desativação foi determinada pelo Ministro Juarez Távora, no governo CasteloBranco. 

Ilhéus : Porto do Malhado e baía do Pontal e o Terminal Pesqueiro

Porto do Malhado

Há quanto tempo as obras do porto do Malhado estão paralizadas?
Há noticias de que o IBAMA liberou a licença para a dragagem de manutenção do porto do Malhado que ficará com calado de dez (10) metros.
Será que dessa vez sai das promessas e do papel?
Se de fato ocorrer a dragagem ficará mais fácil a sua privatização.
Por enquanto o negócio é aguardar...
Baia do Pontal e Terminal Pesqueiro
O Ministro da Pesca juntamente como o Governador Wagner  inauguraram recentemente dois Terminais Pesqueiros, um em Salvador no bairro da Ribeira e o outro em Ilhéus, bem próximo do Terminal urbano e localizado na baia do Pontal.
Como quem usa o Terminal de Transportes Urbanos não percebe nenhum funcionamento,ficam intrigados e questionam:
01- A obra inaugurada tem condições de funcionar ou a baía do Pontal precisa que seja dragada, principalmente na entrada da baía entre o morro de Pernambuco e a lateral da praia do Cristo?
02- Será que essa obra está na dependência da construção da nova Ponte da ilha de Ilhéus ao Pontal?
03- Será que falta o IBAMA conceder a licença( para dragagem de acesso e áreas de atracação, retroária e outras) a exemplo do que aconteceu com o Porto do Malhado?
Quem puder explicar e justificar que o faça, pois o povo, o eleitor quer saber.
Um grande contrasenso o povo precisa de emprego, a cidade necessita crescer e desenvolver, mas a burocracia e os travadores do progresso não estão nem aí.

Em sendo verdade, tudo o que está publicado na reportagem do jornal A TRIBUNA, podemos concluir também, que tudo o que durante vários anos era mostrado em entrevistas, fotos, releases, promessas sobre a Codeba ePorto de Ilhéus, eram mentiras, uma farsa para ‘ilheense’ ver.É isso?

SE O PORTO DE ILHÉUS É UM DOS MELHORES DA AMERICA LATINA COMO VAI FICAR O DE SALVADOR.

O Porto Internacional de Ilhéus poderá ser interditado a qualquer momento por absoluta falta de condições de atracação de navios, já que esse terminal vem sendo assoreado a cada dia e o nível de profundidade chegou ao seu limite crítico, trazendo sérios riscos para as embarcações. A denúncia está sendo feita pelo Sindicato dos Estivadores e dos Trabalhadores em Estiva de Minérios de Ilhéus, Maraú e Caravelas, Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Portuários de Ilhéus, Sindicato dos Conferentes e Consertadores de Carga do Porto de Ilhéus e Sindicato dos Vigias Portuários do Porto de Ilhéus, Maraú e Caravelas, que entraram esta semana com uma ação no Ministério Público Federal exigindo que a Codeba respeite as ações discutidas e deliberadas pelo Conselho de Autoridades Portuárias e promova as intervenções necessárias para garantir o funcionamento o Porto de Ilhéus.
De acordo com os presidentes dos sindicatos da orla portuária, a situação do porto de Ilhéus é crítica e a cidade poderá dormir com o porto aberto e acordar com o terminal portuário interditado. O pior é que até agora não existe nem mesmo o projeto de dragagem do porto, já que até hoje não foi atualizado o Plano de Zoneamenro do Porto de Ilhéus (PDZ). Sem isso não há como elaborar qualquer projeto de melhorias no Porto de Ilhéus. O problema, na avaliação dos portuários é grave e pode causar um enorme prejuízo não somente para a movimentação de mercadorias, como também comprometerá a atracação de navios transatlânticos.

No documento protocolado esta semana no Ministério Público Federal, encaminhado também para o Ministério da Secretaria dos Portos e Governo da Bahia, os sindicatos da orla portuária exigem que a Codeba promova as gestões para a obtenção de licenças ambientais e apresente o projeto para a realização da dragagem de manutenção do Porto de Ilhéus, saindo da profundidade de 9,2 metros, como está agora, para 10 metros, mediante a remoção de material trazido pelas marés e que ocasionou o assoreamento do canal de acesso da bacia de evolução, causando prejuízos para a navegação mercante, sinalizando também para prejuízos no setor turístico.Além disso os portuários exigem que a Codeba assuma o compromisso de, posteriormente, executar a dragagem para aprofundar o canal de 10 para 14 metros. Caso isso não ocorra, os portuários garantem que não haverá outra alternativa a não ser o fechamento do porto por falta de condições de atracação.

Os portuários também alertam para a falta de manutenção dos equipamentos, materiais caros que estão se deteriorando. Na ação os sindicatos pedem que a Codeba providencie a contratação de empresa para efetuar a conservação e manutenção permanente nos equipamentos e instalações portuárias. Atualmente os cinco guindastes existentes não têm manutenção, sendo que dois deles tiveram seus funcionamentos preteridos pela própria Codeba por falta de conserto. O primeiro, segundo os líderes sindicais, encontra-se nesta situação há mais de cinco anos e o segundo está completando um ano que está desativado.
Os equipamentos eletrônicos de controle de acesso do Porto de Ilhéus também estão em situação complicada. Os sindicatos da orla portuária estão exigindo que a Codeba mande efetuar, em caráter de urgência, a reparação desses equipamentos, considerando que todo o sistema de controle de acesso, a parte elétrica, eletrônica e dos softwares, além das cancelas, estão apresentando defeitos constantes, comprometendo o plano de segurança pública no Porto de Ilhéus. Esses são alguns dos muitos problemas apontados pelos sindicatos da orla portuária e que podem comprometer a qualquer momento o funcionamento do Porto de Ilhéus.

MUSEU DO CACAU ACM POR TRAZ DE TUDO.

Ilhéus tem a fama de perder as coisas boas que já teve. A Praia da Avenida, Lagoa Encantada, Petrobrás, Moinho, Brasilgás, Velhos Marinheiros, Concessionárias, e eventos como o Ilhéus Folia, Garota Verão Coca Cola, Festa do Cacau e outros. Perdeu também o seu Museu Regional do Cacau, que se acha fechado há mais de 20 anos, com seu acervo empacotado e se deteriorando ao longo do tempo. A responsável pelo mesmo era a Secretaria Estadual da Agricultura (Seagri), que durante muitos anos prometeu recuperá-lo, mas não fez. Agora, quando surge a notícia de que o acervo passou a ser de propriedade da Uesc, bem como a sua sede, no antigo Instituto de Cacau, fica a esperança de ser mais fácil a sua restauração e abertura ao público. A Fundação Cultural de Ilhéus e a Uesc juntas, podem trazer de volta essa grande atração para o turismo cultural da cidade, aumentando e melhor qualificando o seu acervo. Os Museus são, em todo o mundo, a atração mais visitada pelos turistas.

SALVADOR NUNCA TEVE MUSEU DO CACAU MAS ACM TRANSFERIU O DE ILHEUS PARA LÁ
31/01/2012 às 17:51

MUSEU DO CACAU EM SALVADOR SERÁ REFORMADO PARA A COPA DO MUNDO 2014


Salles (esq.) assinou o convênio com o reitor da Uesc (dir.)
Foto: Tatiana Ribeiro
Baianos e turistas terão, a partir de 2014, uma opção a mais para visitar no bairro do Comércio. A Secretaria da Agricultura promete restaurar, antes dos jogos da Copa do Mundo em Salvador, o Museu do Cacau, um prédio histórico, projetado pelo arquiteto alemão Alexander Buddeus, em 1932, e concluído em 1936, para abrigar o Instituto do Cacau da Bahia.

A instituição, localizada na Rua da Espanha, será transformado num espaço para realização de eventos, além de contar a história do produto que já foi a principal riqueza agrícola baiana. Suas instalações continuarão abertas à visitação e pesquisa de estudantes, com informações sobre a cacauicultura, bem como de outros produtos premiados da agricultura do Estado como café, cachaça, charutos, vinhos e espumantes, que poderão degustados e adquiridos.


De acordo com o titular da Seagri, Eduardo Salles, o projeto de reformulação do prédio estará pronto até o final do ano: “O Museu do Cacau foi criado com a finalidade de contar ao visitante a história da cacauicultura e o desenvolvimento da região Sul do estado, que tem grande importância para a Bahia”.


Para ele, “o cacau foi a grande mola que impulsionou a economia da Bahia e no final da década de 70 chegou a responder por mais de 70% da pauta de exportação do Estado”. Com instalações ricas em madeira jacarandá, o edifício possui um grande auditório, capaz de receber eventos importantes, ampliando a oferta de espaços para o crescente turismo de eventos na cidade.


Museu de Ilhéus na Uesc


A Seagri transferiu também, através de convênio, todo o acervo e funcionários do Museu de Cacau de Ilhéus para a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). A assinatura, realizada nessa segunda-feira, 30, em Salvador, contou com a presença do reitor Joaquim Bastos e do secretário Salles.


A transferência era um antigo anseio da região cacaueira e foi comemorada pela comunidade universitária. Segundo Bastos, o prédio será totalmente revitalizado e o museu reaberto ao público, contando a história grapiúna. “Os visitantes terão acesso a mais de 100 anos de história e poderão conhecer jornais de outras publicações que deixaram de existir na região”, adiantou.