quarta-feira, 21 de agosto de 2013

A criminalidade das Vadias.

A criminalidade das Vadias.



A criminalidade das Vadias.



O tratamento dado pelo Jornal Nacional ao comportamento de dois
 participantes da Marcha das Vadias é apenas uma amostra de 
como a imprensa abordou o caso com brandura e até conivência. Não
 denunciou o que realmente aconteceu durante a passeata realizada
no Rio de Janeiro, no mesmo local em que católicos se reuniram para
a Jornada Mundial da Juventude: um CRIME. Conduta tipificada no
 Art. 208 do Código Penal, que reza: “ESCARNECER DE ALGUÉM 
PUBLICAMENTE, POR MOTIVO DE CRENÇA ou FUNÇÃO RELIGIOSA;
 impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso;
 VILIPENDIAR PUBLICAMENTE ATO OU OBJETO DE CULTO RELIGIOSO”.

Os termos gerais da lei – “escarnecer”, “vilipendiar” -
 não traduzem diretamente a conduta dos manifestantes. Somente 
quando os termos gerais são preenchidos com o 
conteúdo efetivo, ou seja, com a descrição do 
comportamento, com as cenas do que realmente 
aconteceu, é que o fato desperta a repugnância que a 
simples denúncia de violação da lei ou de “desrespeito” com a crença 
lheia não são capazes de expressar. Os manifestantes cobriram a genitália
 com a imagem de Jesus
 Cristo; chutaram, pisotearam e destruíram cruzes e crucifixos; 
destruíram duas estátuas de Nossa Senhora. Fizeram mais, o que 
o noticiário não exibiu: eles simularam relações sexuais, se masturbaram com as 
cruzes e imagens, como 
mostram as fotos.






O cenário do que é tido como “performance” não permite 
amenizar a ocorrência como uma “atitude impensada”. De
 maneira alguma. Nem mesmo os peregrinos, que participavam
 de um evento religioso, conseguiriam recolher às pressas – de
 improviso – tantos crucifixos; e para adquirir as DUAS imagens
 deliberadamente destruídas seria preciso, não apenas planejamento, 
mas juntar as economias de um bom número de fiéis, porque a maioria 
presente precisa trabalhar meses para comprar pelo menos UMA.    

Não é possível dizer que o CRIME foi uma atitude isolada de dois
 manifestantes. Não. As fotos indicam que outras pessoas contribuíram 
e participaram do ato, fazendo uma corrente para proteger e estimular
 a macabra “performance”. CRIME PREMEDITADO por um grupo, que
 poderia ser denunciado como BANDO ou QUADRILHA, caracterizado
 quando há uma associação de mais de três pessoas com o fim de
cometer CRIME (Código Penal, Art. 288).



Mas, a “performance” - o CRIME - foi realizada
 diante de crianças:



A Marcha das Vadias fomenta este tipo de comportamento. O
 “escárnio”, o “vilipendio”, enfim, o CRIME faz parte dos eventos 
promovidos pelo grupo. O traje de uma das organizadoras da passeata 
do Rio de Janeiro – Rogéria Peixinho – é a prova material disso:



Rogéria Peixinho não é apenas agitadora de passeatas. É uma
 “feminista” engajada, e atua no âmbito da política. Em 2010, ela
, com outras feministas, foi recebida por Marco Maia, Deputado Federal do PT.



No mesmo ano, Rogéria Peixinho participou de um Seminário LGBT 
promovido pela Câmara dos Deputados. No evento – com uma mesa
 composta por José Genoíno, Deputado Federal pelo PT, e por Jean
 Wyllys, que ainda não exercia um mandato público e se apresentava
 como “jornalista”, “escritor” e “professor” - Rogéria Peixinho fez oposição
 ao “Estatuto do Nascituro”. A “feminista” reivindicava o “direito” de
 ABORTAR – quer dizer, de MATAR CRIANÇAS –, sob o pretexto de lutar
 pela “liberdade” das mulheres e contra o “fundamentalismo religioso”.

“São os mesmos religiosos fundamentalistas que 
atacam as mulheres no Congresso Nacional. 
Quero denunciar que amanhã será votado, 
 ESSES FUNDAMENTALISTAS” (os destaques são meus) [1].

Rogéria Peixinho tem uma relação estreita com o PT. Em 2009, ela
 recebeu das mãos de Inês Pandaló, Deputada Estadual pelo
 PT, um diploma por sua atuação como “educadora”, sim, como
 “educadora”, em uma cerimônia na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro [2].

  

Nas eleições de 2012, Rogéria Peixinho fez campanha para uma
 candidata do PT que pleiteava uma cadeira na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro:


Também em 2012, Rogéria Peixinho, acompanhada de outras 
feministas, foi recebida pelo então líder do governo, Deputado
 Federal Arlindo Chinaglia (PT-SP). A reunião contou com a representação
 da Marcha das Vadias do Distrito Federal [3].


É necessário recordar que, com a onda de protestos realizados
 pelo Brasil, a Presidente Dilma Rousseff promoveu uma série de
 reuniões com os chamados “movimentos sociais”. A Marcha das
 Vadias foi recebida no Palácio do Planalto com status de 
“representante do POVO” e das “Mulheres”, em uma reunião 
realizada no dia 28 de Junho de 2013.  



A Presidente da República sabia muito bem que grupo estava
 recebendo. Porque a Marcha das Vadias é reincidente, o CRIME
 cometido durante a Jornada Mundial da Juventude não foi uma
 exceção. No ano passado, ela foi aplaudida pela Ministra da 
Secretaria de Políticas para as Mulheres. Eleonora Menicucci 
considerou “importantíssimo”, disse que a “divulgação” que
 Marcha das Vadias estava tendo era “merecida” – ela era
 “bonita”. Acontece que, no Rio de Janeiro, manifestantes do grupo 
- uma QUADRILHA ou BANDO (art. 288, Código Penal) – invadiram
 uma igreja aos berros, reivindicando, diante do altar, o direito de MATAR –
 quer dizer, de ABORTAR [4].

Mas, a Ministra que confessou ter participado de treinamento clandestino
 de aborto na Colômbia [5] parece ter mais que um apreço “estético” pela
 Marcha das Vadias. Com ela tem certa “proximidade”. Porque a 
representante do grupo em Brasília – que aparece na foto acima 
com a Presidente da República - tem contrato temporário na área 
de PLANEJAMENTO da Secretaria de Políticas para as Mulheres [6]. 




Basta. O material apresentado é suficiente para denunciar o protesto
 CRIMINOSO promovido pela Marcha das Vadias. Mais do que isso. Ele 
mostra a estreita relação estabelecida entre o grupo e partidos 
políticos, com o poder público [7]. Uma relação clara e obscena como
 a macabra “performance” realizada no Rio de Janeiro, e que 
consequentemente afetará o conjunto inteiro da população. É 
materializada em projetos de lei, planos educacionais, programas “culturais”, etc. –
 enfim, em uma sinistra engenharia social – e que sob o pretexto de ouvir os
 manifestantes nas ruas, a Presidente fez passar como reivindicações do
 “povo” e das “mulheres” as exigências dos movimentos e grupos ligados ao seu partido.


Notas.

[1]. Câmara dos Deputados, 2010, p. 54 


[3]. Cf. Câmara dos Deputados [http://www2.camara.leg.br/

[4]. BRAGA, Bruno. “O feminismo das ‘vadias’”  [http://b-braga.blogspot.

[5]. BRAGA, Bruno. “Teste de sensibilidade” [http://b-braga.blogspot


[7]. Na manifestação promovida em Capacabana, a sigla do PSTU estava
 camuflada em uma bandeira do Movimento LGBT. Cf. 


(*) Obs. As fotos em preto e branco foram extraídas do Blog/Periódico
Vero. 
Cf. [http://periodicovero.blogspot.com.br/2013/07/encenacao-

***

DENÚNCIA. [Texto base – Graça Salgueiro]. Para denunciar a
 manifestação criminosa promovida pela Marcha das Vadias acesse:

[http://www.prrj.mpf.mp.br/atendimento_Denuncia.html].
MUNICÍPIO: Rio de Janeiro SEDE: Rio de Janeiro
ASSUNTO: Outros

Denúncia:

"Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença
 ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto
 religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:
Pena - detenção, de 1 (um) mês a 1 (um) ano, ou multa."

A “Marcha das Vadias” ocorreu
 durante 
a Jornada
 Mundial da Juventude e
 os atos foram realizados em frente aos fiéis que
 foram para a jornada.
Muitas mulheres estão mascaradas para que
 possam cometer seus 
atos criminosos, no entanto, a marcha possui organizadores e a
 quantidade de imagens e crucifixos
 utilizados demonstra uma
 programação do ato, não apenas uma 
iniciativa de alguns participantes.

Blog da "Marcha das Vadias no Rio de Janeiro”
 [http://marchadasvadiasrio.blogspot.com.br/].
Contatos segundo este mesmo blog:
Rogéria Peixinho – 21 79022683
Danielle Miranda – 21 80848666
Nataraj Trinta – 21 93350682
Daniela Montper – 21 91379033
(*) Contatos para a Imprensa: Indianara Siqueira 21 6981 18203;

Utilização de imagens de santos católicos e crucifixos para 
serem profanadas durante a marcha.
[http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/fotos/2013/07/fotos
esfrega crucifixo em seu corpo desnudo.

[http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/fotos/2013/07/
Imagens de santos católicos sendo quebradas.

Bernard Nathanson...AQUI É DECAPITADO O ABORTO

DR. abortista.






Na década de 60, Bernard Nathanson – obstetra e ginecologista - participou 
ativamente do Movimento abortista nos Estados Unidos. Porém, depois de 
rever as suas posições, e arrependido, o próprio Dr. Nathanson confessou: havia 
recorrido à fraude para ver o projeto realizado.

Duas eram as principais estratégias dos ativistas: (1) falsificar estatísticas e
 pesquisas; (2) eleger um “inimigo da causa” e da “humanidade” – no caso específico,
a Igreja Católica, sua hierarquia de bispos e cardeais.

“Conseguimos inculcar a ideia nas pessoas de que a Igreja 
Católica era a culpada da não aprovação da lei do aborto.
 Como era importante não criar antagonismos entre os
 próprios americanos de distintas crenças, isolamos a hierarquia,
 bispos e cardeais como os ‘maus’. Essa tática foi tão eficaz
 que, ainda hoje, se emprega em outros países. Aos católicos
 que se opunham ao aborto se
 lhes acusava de estar enfeitiçados pela hierarquia e os 
que o aceitavam se lhes considerava como modernos,
 progressistas, liberais e mais esclarecidos”.

[...]
“Outra tática que empregamos contra a Igreja foi acusar os seus
 sacerdotes, quando tomavam parte nos debates públicos contra
 o aborto, de meter-se em política e de que isso era
 inconstitucional. O público acreditou facilmente apesar da
 falácia do argumento ser clara” [1].

Com a disseminação da prática legal do aborto nos Estados Unidos, 
Dr. Nathanson tornou-se diretor da maior clínica abortista do mundo, do 
“Centro de Saúde Sexual”, em Nova York. A “eficiência” de seu trabalho pode ser
 avaliada pela contabilidade macabra: “60.000 abortos foram praticados sob 
minhas ordens e uns 5.000 foram 
feitos pessoalmente por mim”.

Porém, o Dr. Nathanson investiu nos estudo e na pesquisa, e com a oportunidade
 de observação trazida pelo desenvolvimento do aparelho de ultrassom, ele
 se certificou de algo que já sabia: o feto vivo é um ser humano. E assegurou,
 o problema do aborto não é “confessional”, ou seja, não é uma questão 
de “dogma” religioso ou simplesmente uma “crença cega e irracional”: “não é que
 eu acredite, mas é que sei que a vida começa no momento da concepção e deve ser inviolável” [2].

Dr. Nathanson mudou radicalmente sua posição sobre o aborto. E
 em um sincero ato de confissão, ele reconheceu que havia 
participado e contribuído – com a causa abortista – para a realização de 
um verdadeiro holocausto nos Estados Unidos. Arrependido, passou, então,
 a advogar em favor da vida. Para isso, não mediu esforços. Revelou as fraudes
 promovidas pelo Movimento abortista, e utilizou a pesquisa científica 
como instrumento de orientação e esclarecimento.

Dr. Nathanson – que se converteu ao Catolicismo em 1996 – morreu 
em 2011. O seu trabalho, no entanto, permanece vivo. Não só como
 fonte de inspiração, de um esforço incansável e dramático para remediar 
o mal que ajudou a disseminar; mas como testemunho direto dos métodos 
e estratégias adotados pelo ativismo abortista. A perpétua falsificação de 
estatísticas e pesquisas, que são reproduzidas como “verdades sacrossantas” 
 inclusive por uma Ministra que milita em favor da causa, como Eleonora Menicucci; 
e a eleição ardilosa da religião – mas, sobretudo da Igreja Católica –
 como “inimiga da humanidade”, representante do “irracional” e 
“anticientífico”. Atualidade de um trabalho que pode ser reconhecida
 com um olhar sobre o ativismo para, depois, ouvir o próprio Dr. Nathanson:
 “quando mais tarde os pró-abortistas usavam os mesmos ‘slogans’ e argumentos 
que eu havia preparado em 1968, ria muito porque eu havia sido um dos seus
 inventores e sabia muito bem que eram mentiras” [3].


“O Grito Silencioso” (“The Silent Scream”) [1984]. Documentário
 educativo contr
 o aborto narrado pelo Dr. Bernard Nathanson.


Referências.

[1]. NATHANSON, Bernard. Conferência no “Colegio Médico de Madrid”, 5 de Novembro
 de 1982, publicada na Revista “Fuerza Nueva” [http://www.providafamilia.

[2]. Idem.

[3]. Idem.




O vídeo abaixo – “Eclipse da razão” (“Eclipse of Reason”, 1987) – complementa o
 artigo “A conversão do Dr. abortista” [http://b-braga.blogspot.com.br/

Neste documentário o Dr. Nathanson – o obstetra e ginecologista que deixou as fileiras do ativismo abortista para trabalhar em favor da vida – focaliza o aborto realizado na fase tardia da gestação.
O vídeo está em inglês. Apesar disso, quem não compreende o idioma não terá dificuldade para compreender - através das fortes imagens apresentadas – o que de fato é o aborto.

“Eclipse of Reason”, 1987.

Papa é uma "preocupação".

 Papa é uma "preocupação".


Bruno Braga.



“Habemus Papam!” Bastou o cardeal francês Jean Louis-Tauran anunciar o argentino Jorge Mario Bergoglio como Sumo Pontífice para que, no instante seguinte, o Papa - agora “Francisco” – fosse acusado de colaborar com o Regime Militar em seu país.

Os militares assumiram o poder na Argentina em 1976. Na ocasião, Bergoglio era Prepósito Povincial da “Companhia de Jesus”, superior da ordem jesuíta. Os detratores o acusam de – desta posição privilegiada – ser “conivente”, e até de “colaborar”, com a prisão de dois sacerdotes, Franz Jalics e Orlando Yori.

Bergoglio combateu a “politização” da “Companhia de Jesus”, em um esforço de protegê-la da Teologia “Comunista” da Libertação. Ele pretendia que os sacerdotes se dedicassem à vocação – ao trabalho em suas paróquias -, e não à revolução [1]. Este posicionamento, contudo, não compromete Bergoglio com a política de Estado vigente, e nem com os eventuais crimes cometidos por seus agentes.

Sobre a acusação contra Bergoglio, Orlando Yori não pode mais dar o seu testemunho: ele faleceu em 2000. No entanto, Jalics está vivo - em um mosteiro na Alemanha. Ele divulgou uma nota na qual defende o Papa: “Anos depois tive a oportunidade de conversar com o padre Bergoglio sobre o acontecido. Depois disso celebramos uma missa juntos, em público, e nos abraçamos solenemente. Estou reconciliado com os eventos e considero o assunto encerrado” [2].

A respeito das denuncias de que Bergoglio era cúmplice do Regime Militar, o argentino Adolfo Pérez Esquivel – Prêmio Nobel da Paz, em 1980 – desmente as acusações: “havia bispos que eram cúmplices da ditadura, mas Bergoglio não” [...] [ele] “não tinha vínculo com a ditadura” [3].

Graciela Fernández Meijide, que foi integrante da Comissão Nacional sobre o Desaparecimento de Pessoas (Conadep), criada pelo governo Raúl Alfonsín em 1983, asseverou que o nome de Bergoglio jamais foi mencionado durante as investigações [4].    

Nem mesmo o jornalista Flávio Tavares – que através de atentados, sequestros e assaltos pretendia fazer do Brasil um país Socialista-Comunista [5] – corrobora as acusações feitas contra o Papa. Em 1998, Flávio Tavares conheceu o então arcebisbo Bergoglio: “a humildade no ouvir e a fala mansa ocultavam o homem corajoso e decidido, que protegera perseguidos da ditadura quando sacerdote nos anos 1970”. O jornalista morou em Buenos Aires nos anos iniciais do Regime Militar (1976-77): “Bergoglio, então reitor do seminário, ajudou dezenas de perseguidos e salvou da morte dois sacerdotes tidos pelos militares como ‘subversivos’ pelos trabalhos de catequese operária” [6].   

Alicia Oliveira – advogada, que foi secretária de Direitos Humanos da “Cancilleria” argentina durante o mandato de Néstor Kirchner – exime Bergoglio de qualquer responsabilidade sobre a prisão dos sacerdotes jesuítas [7]. E sobre a atuação do Provincial superior durante o governo militar, Alicia revela: “lembro-me muito bem do caso de um jovem muito parecido com ele, a quem o novo Papa lhe entregou o seu próprio documento de identidade para que pudesse fugir” [...] “tenho plena convicção sobre a honestidade de Bergoglio, não posso dizer a mesma coisa das pessoas que o acusam injustamente” [8].

De fato, o principal acusador de Bergoglio é Horacio Verbitsky. Ele é um ex-integrante do grupo revolucionário Comunista guerrilheiro-terrorista “Montoneros”. Verbitsky promovia assaltos, atentados a bomba, sequestros – ele foi o responsável por enviar $60 milhões de dólares para Cuba, uma fortuna obtida com o pagamento do resgate de Juan e Jorge Born, em 1974.

Em um depoimento judicial – em 2003 -, o Coronel Horacio Losito revelou as atividades criminosas do grupo “Montoneros” e do próprio Verbitsky [9]:

Sobre Verbitsky, Cf. (a) 07:31, atentados terroristas; (b) 09:19, sequestro dos irmãos Born.

Verbitsky, hoje, é apresentado como “jornalista”. No entanto, ele é um “agente político” de Cristina Kirchner. Verbitsky é uma espécie de “ideólogo” – um “Intelectual” - do Kirchnerismo. Exerce forte influência nas decisões do governo argentino, e é conhecido como “Consejero” da Presidente – é “el hombre del crépusculo”, por conta de suas reuniões com ela ao entardecer.

Quando Bergoglio se tornou Papa – “Francisco” -, o mundo soube das relações tensas e conflituosas entre ele e a Presidente da Argentina, Cristina Kirchner. Bergoglio acusou o populismo do governo, mas o enfrentou, sobretudo, por causa da aprovação da lei que instituiu o casamento gay, em 2010.  

Um Papa tem uma importância espiritual – religiosa, para os fiéis da Igreja Católica. No entanto, ele também tem uma representatividade político-social. Sob esta perspectiva, as acusações infundadas contra o Papa Francisco – conduzidas, principalmente, por um agente do kirchnerismo – adquirem significado. Mas, não apenas dentro de um contexto local, o da Argentina. Francisco é um Papa latino-americano – e em um continente dominado pelos revolucionários Socialistas-Comunistas, ele se torna uma ameaça para todos eles.

O jornalista Kennedy Alencar – que tem trânsito dentro do PT, pois foi assessor de imprensa de Lula – afirma que o “Palácio do Planalto respirou aliviado com a escolha de um Papa argentino”. Porque, fosse escolhido Dom Odilo Scherer, o “Governo Dilma” teria que enfrentar uma “voz forte e conservadora para opinar sobre a política brasileira”. Nas eleições de 2010, “Dilma e o PT” tiveram atritos com a Igreja Católica por causa do aborto. Portanto, conclui o jornalista, “um Papa brasileiro seria fonte certa de conflito”.



Porém, Cristina Kirchner defende praticamente as mesmas “bandeiras” que Dilma Rousseff. Aliás, elas são aliadas, compõem o grupo que governa a América Latina. Por isso, “Francisco” não é uma “preocupação” apenas para a Presidente da Argentina, mas para todos os governos revolucionários Socialistas-Comunistas do Continente, que têm uma “agenda” incompatível com os princípios do Papa, com os da Igreja Católica. As acusações – as denúncias rasteiras – contra Francisco têm um propósito: proteger um ambicioso e funesto projeto de poder, que tem dimensões continentais. Porque Bergoglio pode ter – para a América Latina – o mesmo significado que Wojtyla para a Polônia e para o Leste Europeu [10].
  

Notas.

[1]. BRAGA, Bruno. “Francisco” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/03/francisco.html].

[2]. Clarin. Suplemento Especial, “El Papa del fin del mundo”, 17 de Março de 2013, p. 20 [http://contenidos2.clarin.com/edicion-electronica/20130317/index.html#/20/zoomed].

[3]. Clarin, “Pérez Esquivel: Bergoglio no tenia vínculo con la dictadura”, 14 de Março de 2013 [http://www.clarin.com/mundo/Perez-Esquivel-Bergoglio-vinculo-dictadura_0_882511909.html].

[4]. O Globo, “Visões opostas sobre o papel na ditadura”, 15 de Março de 2013 [http://oglobo.globo.com/mundo/visoes-opostas-sobre-papel-na-ditadura-7846164].

[5]. BRAGA, Bruno. “Surto infausto” [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/01/surto-infausto.html].

[6]. Flávio Tavares, “Abençoado seja! O abençoado”, 17 de Março de 2013 [http://wp.clicrbs.com.br/opiniaozh/2013/03/17/artigo-abencoado-seja-o-abencoado/?topo=13,1,1,,,13].

[7]. Clarin, “Cuando la dictadura me echó, él estuvo permanentemente conmigo”, 14 de Março de 2013 [http://www.clarin.com/mundo/dictadura-echo-permanentemente-conmigo_0_882511915.html].

[8]. Cf. Nota [4].

[9]. O depoimento do Coronel Horacio Losito é um documento valioso. Não apenas para esclarecer o contexto político e social da Argentina durante o Regime Militar. Ele é um alerta para os militares brasileiros. O Coronel Losito foi processado e condenado por “violação dos direitos humanos”. Ele foi julgado por um tribunal “revisionista”, forjado para transformar a versão revolucionária na História oficial de um país. Este é exatamente o propósito da “Comissão da Verdade” – quer dizer, da mentira – no Brasil. Cf. BRAGA, Bruno. “Inspirando-se nos ‘hermanos’” [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/04/inspirando-se-nos-hermanos.html].

[10]. BRAGA, Bruno. “Francisco” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/03/francisco.html].

A verdadeira Ceia

A verdadeira Ceia















O assunto que vou abordar agora é algo muito sensível, e que vem criando um 
reboliço nas estruturas religiosas do cristianismo (catolicismo e protestantismo).
A "Santa Ceia" (ou Eucaristia).
Será que é santa mesmo?
Para muitos, o que vou dizer agora será uma blasfêmia 
inimaginável, para outros, será um assunto que após um estudo e uma análise mais profunda das
Escrituras, pessoas tem sido despertadas.
Mas só agora alguns querem “descobrir a roda”?
Descobrir não, mas muitos pertencentes a Igreja verdadeira, tem redescoberto 
algo que estava extremamente nítido na nossa frente, mas que foi "revestido" com liturgias e 
rituais provenientes da  religiosidade pagã-romana.
O Espírito Santo tem aberto os olhos de muitos... 
Tenho dito que o evangelho é algo simples e espiritual.
Os ensinamentos de Yahúshua no evangelho são constituídos unicamente para 
uma prática espiritual, e não de aparências, liturgias e rituais!
O Messias nunca mandou fazermos rituais! Mas através de certas atitudes descritas
 na Palavra, Ele nos deixa o exemplo de transferi-las para uma linguagem espiritual em nosso dia-a-dia. 
Exemplo. O ato de lavar os pés dos discípulos – Ele não ensina o ritual, mas ensina que
 devemos nos humilhar, nos sujeitar e servir o próximo em amor.
Diversas liturgias e rituais que muitos do catolicismo e protestantismo contemporâneo
 praticam e as tem como comuns e importantes, são originárias do Império romano,
 quando o imperador Constantino formou o cristianismo, por volta do ano 300 D.C.
 (Cristianismo = Cristo = Kristós = Ungido pelas cristas do deus Sol), O
 cristianismo de Constantino é um verdadeiro pacote de rituais e costumes de outras
 culturas pagãs, como por exemplo: Grega e Mitraíca (religião romana pagã).
O ritual religioso, que agrega um “poder” em 
si mesmo, de comer um pão físico e beber o vinho
 (suco de uva) foi introduzido pelo catolicismo de Constantino,
 copiando um ritual ao deus chamado “Mitra”.
Mas não quero por enquanto me aprofundar 
no contexto histórico. Mas sim me focar naquilo que o
 Messias verdadeiramente nos ensinou, sem a intromissão
 de ensinos impostores do passado.

Sei que a “Ceia”, ou a Eucaristia (o ritual de
 comer do pão e beber do vinho físico) é um dos
 pilares do cristianismo, mas a grande verdade é que este e 
muitos outros ritos praticados hoje, são cópias do catolicismo romano.
Martinho Lutero, idealizador da “reforma protestante”, morreu ainda 
sendo padre católico. Ele apenas reformou algo já existente, mas não se
 desapegou das antigas estruturas.
Quando você reforma uma casa, você pode modificar algumas características
 dela, mas não muda suas estruturas. Pois foi isto que aconteceu na 
suposta “reforma protestante”. Uma das provas que podemos observar
 na história, foi que mesmo após a reforma de Lutero, ainda era feito pelos protestantes
, o ritual da Eucaristia, na qual, a cada rito, refazem simbolicamente o 
sacrifício já realizado e consumado por Yahúshua.  

A "Ceia do Senhor" (nome dado pelo catolicismo), era simplesmente, no tempo
 de Yahúshua,  uma refeição noturna durante a páscoa judaica. “Chegou, porém,
 o dia dos ázimos, em que importava sacrificar a páscoa. E mandou a Pedro e a 
João, dizendo: Ide, preparai-nos a páscoa, para que a comamos.
E eles lhe perguntaram: Onde queres que a preparemos? E ele lhes disse: Eis que,
 quando entrardes na cidade, encontrareis um homem, levando um cântaro de água; segui-o até à casa
 em que ele entrar.
E direis ao pai de família da casa: O Mestre te diz: Onde está o aposento em que
 hei de comer a páscoa com os meus discípulos? – Lucas 22: 7 ao 11.

Existe algo simples e necessário que desejo expor antes de falar sobre o significado desta "Ceia"; 
Os padres católicos que traduziram e criaram o livro Bíblia, a organizaram
de forma errada. Estamos acostumados a começar a ler o Novo Testamento à partir
 do nascimento do Messias. Isto é um grande erro. Você pode dizer que isto não 
afeta a "inerrância" deste livro, pois é apenas uma ordem na impressão. Mas já
 é suficiente para levar as pessoas ao engano. É importante
 sabermos disto. O "Novo testamento" se inicia após a morte de Yahúshua,
 e não no nascimento, como foi colocado na Bíblia. Após sua morte, se iniciou uma nova aliança...
Devemos saber também que o Antigo Testamento é sombra das coisas futuras
 (Novo Testamento).
Se a "Ceia" foi realizada antes da morte do Messias, então devemos entender que 
ela foi feita ainda durante a Velha Aliança, por isso, este ato é apenas uma sombra da
 revelação espiritual trazida no Novo  Testamento. 
Pois bem, foi exatamente o que Yahúshua quis nos trazer. Ele não nos ensinou um ritual, mas 
sim um entendimento espiritual de como seria a vida de sua Igreja após Sua morte e ressurreição.
Através daquela simples refeição, Ele nos ensinou como deveríamos viver espiritualmente...
“Porventura o cálice de bênção que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Yahúshua?
 O pão que partimos, não é porventura a comunhão do corpo de Yahúshua? 1 Coríntios 10:16

Enquanto você ler o estudo, você pode perceber que o texto de I Coríntios 11: 23 em diante, 
não foi usado. Mas este texto será explicado depois.
Vamos agora analisar os textos:
O Pão:
“E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo,
 que por vós é dado; fazei isto em memória de mim.” Lucas 22:19.
YAHÚSHUA É O VERDADEIRO PÃO, O PÃO QUE DESCEU DOS CÉUS.
E não um pão físico (pão de forma, pão sovado, bisnaga da padaria).
O pão que Ele nos fala é espiritual, ou seja, Ele mesmo!
No dia da páscoa, Ele apenas usa o pão e o vinho para servir como simbolismo didático
 no momento, e nunca para ser um ritual, como é feito hoje!
“Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para
 sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo.” João 6:51.
“Porque o pão de Yahuh é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. 
Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão. E Yahúshua lhes disse: Eu sou o pão da vida;
 aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede. Mas já vos disse que
 também vós me vistes, e contudo não credes.” João 6:33.
“Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram. Este é o pão que 
desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se
alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei 
pela vida do mundo. Disputavam, pois, os judeus entre si, dizendo: Como
 nos pode dar este a sua carne a comer?” João 6: 49 ao 52.
Devemos nos alimentar do verdadeiro Pão que é espiritual, e não físico, 
Veja novamente neste versículo: “Este é o pão que desceu do céu
 (Yahúshua); não é o caso de vossos pais, que comeram o maná e morreram; quem
 comer este pão viverá para sempre.” João 6:58
“Eu sou o pão da vida.” João 6:48 – Yahúshua é o 
verdadeiro Pão espiritual, e não um feito de trigo.
Mas porque “fazei isto em memória de mim”?
Certamente não é um ritual da qual Ele pede para que façamos.
Mas a Palavra também diz:
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Yahuh,
 e o Verbo era Yahuh.” João 1:1
“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como
 a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” João 1:14
“(Yahúshua) Estava vestido de um manto salpicado de sangue; e o nome 
pelo qual se chama é o Verbo de Yahuh.” Apocalipse 19:13

Yahúshua é O Verbo, é A Palavra! É o Pão!
O Pão espiritual é a Palavra.
Quando Ele nos pede que partíssemos e comamos do Pão
, na verdade devemos comer e compartilhar a Palavra, O Verbo Vivo, o próprio Yahúshua! 
Então o Pão que as Escrituras nos falam não é um pão
 fermentado que compramos na padaria e comemos como se fosse um pão “mágico”,
 não! Mas é o Pão espiritual! Yahúshua!
O Cálice:
“Então havendo recebido um cálice, e tendo dado graças,
 disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós; Semelhantemente, 
depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo pacto em meu
 sangue, que é derramado por vós.” Lucas 22: 17 e 20.
Da mesma forma que o Pão descrito na Escritura é o Pão espiritual, ou seja, O Verbo Vivo –
 Yahúshua, o cálice descrito no texto acima também é espiritual, veja:
“E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra; e pondo-se 
de joelhos, orava,
dizendo: Pai, se queres afasta de mim este cálice (sofrimento); todavia não se faça a 
minha vontade, mas a Tua.” Lucas 22:41 e 42.
"Responderam-lhe: Concede-nos que na tua glória nos sentemos, um à tua
 direita, e outro à tua esquerda. Mas Yahúshua lhes disse: Não sabeis o 
que pedis; podeis beber o cálice que eu bebo (sofrimento futuro e morte), e ser
 batizados no batismo em que eu sou batizado? E lhe responderam: Podemos.
 Mas Yahúshua lhes disse: O cálice que eu bebo, haveis de bebê-lo, e no batismo
 em que eu sou batizado, haveis de ser batizados; mas o sentar-se à minha direita,
 ou à minha esquerda, não me pertence concedê-lo; mas isso é para aqueles a quem
 está reservado." Marcos 10: 37 ao 40.
“Disse, pois, Yahúshua a Pedro: Mete a tua espada na bainha; não hei de
 beber o cálice (sofrimento futuro) que o Pai me deu?” João 18:11
Diante destes textos podemos verificar a linguagem espiritual da expressão “Cálice”.
O cálice de Yahúshua são Seus sofrimentos, Sua renúncia, morte, Sua vida...
Quando Ele pede para bebermos do seu cálice, é para que possamos alinhar
 nossa vida com a Vida dEle.. É que possamos imitá-lo em Suas atitudes.
Devemos nos alimentar do Pão (Sua Palavra), mas também praticarmos o 
que Ele fez, nos humilhando se preciso, até morte, para que Ele seja glorificado, assim 
como o Pai foi glorificado na vida e atitudes Dele. 
Sobre I Coríntios 11: 17 em diante.
Mas desta vez vamos ler o texto por inteiro, e não somente a parte que é lida na liturgia!
“Nisto, porém, que vou dizer-vos não vos louvo; porquanto vos ajuntais, não para
 melhor, mas para pior.
Porque, antes de tudo, ouço que quando vos ajuntais na igreja há entre vós dissensões; e em parte o creio.
E até importa que haja entre vós facções, para que os aprovados se tornem manifestos entre vós.
De sorte que, quando vos ajuntais num lugar, não é para comer a ceia do Senhor;
porque quando comeis, cada um toma antes de outrem a sua própria
 ceia; e assim um fica com fome e outro se embriaga.
Não tendes porventura casas onde comer e beber? Ou desprezais a
 igreja de Deus, e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisto não vos louvo.
Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor
 Jesus, na noite em que foi traído, tomou pão; 
e, havendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo que é
 por vós; fazei isto em memória de mim.
Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo:
 Este cálice é o novo pacto no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.
Porque todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes do 
cálice estareis anunciando a morte do Senhor, até que ele venha.
De modo que qualquer que comer do pão, ou beber do cálice
 do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor.
Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice.
Porque quem come e bebe, come e bebe para sua própria condenação, se não discernir o corpo do Senhor.
Por causa disto há entre vós muitos fracos e enfermos, e muitos que dormem.
Mas, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados;
quando, porém, somos julgados pelo Senhor, somos corrigidos
 para não sermos condenados com o mundo.
Portanto, meus irmãos, quando vos ajuntais para comer, esperai uns pelos outros.
Se algum tiver fome, coma em casa, a fim de que não vos 
reunais para condenação vossa. E as demais coisas eu as
 ordenarei quando for.” I Coríntios 11: 17 até 34.

Eu deixei este texto no final, pois irei explicá-lo de uma única vez...
Por causa das inúmeras repetições da liturgia da qual o líder 
lê este texto, muitos até o sabem “de cor” sintomatizando uma idolatria pelo texto.

Mas nesta parte da carta à Igreja de Coríntio, Paulo estava os
 orientando com muita simplicidade, não querendo lhes ordenar uma liturgia ritualística.
Paulo expõe esta Igreja da seguinte forma:
A comunidade de Corinto não sabia discernir o Corpo de Yahúshua....
Muitos formavam entre si, grupos para reunir-se comer e embebedar-se na casa de alguém (a famosa roda de irmãos que se formam depois da reunião para comer)... 
Só que enquanto alguns se reuniam (“panelinhas”) para comerem sua refeição, outros da própria congregação estavam passando por dificuldade e fome. Ou seja, individualismo e egoísmo eram alguns pecados da Igreja de Corinto.
Paulo então diz, que se forem apenas para ajuntarem alguns para comer e deixar um outro irmão em dificuldade e sem ajuda, é melhor que comam em casa, pois eles não se reuniam para agradar à Yahuh, não praticavam a verdadeira refeição, para compartilhar da Palavra. 
Por isso, Paulo cita a passagem da páscoa feita antes da morte de Yahúshua, da qual o Messias ensina qual é a verdadeira refeição, que é comer e beber Dele. Para que com isso, anunciar a morte de Yahúshua...
Como vamos fazer este anúncio (do evangelho) apenas enchendo o
 estômago de pão físico e suco de uva?
Paulo também nunca quis transmitir o ensino de uma liturgia ritualística.
Mas ele ensinava que, se somos o Corpo de Yahúshua, e o
 Messias “se partiu” por nós, devemos fazer como Ele, O Seu Corpo – a
 Igreja, também deve ser partida pelo próximo, através da pregação da Palavra, participando 
do seu cálice: dos seus sofrimentos, sua renúncia e seu modo de viver.
Por causa daqueles erros apontados por Paulo, A igreja de Corinto
 não sabia discernir o Corpo de Yahúshua, pois apenas comiam para si,
 e comiam para sua própria condenação, pois estavam em pecado. Por isso estavam 
espiritualmente fracos e doentes, e muitos dormiam na fé.
--
Então amados, ninguém quer introduzir algo novo no evangelho, 
mas verdadeiramente vamos voltar ao ensinamento original, sem
 a ritualização religiosa, na qual, o Messias nunca quis nos ensinar,
 mas que foi injetada durante a história da Igreja.
Muitos ainda vivem enganados, pensando que ao comerem um pão
 de trigo e fermento, e beberem um copo de suco de uva industrializado, 
serão salvos e perdoados, como se estes elementos ou o ritual em si
, tivesse um poder mágico... Mas estão fracos e doentes porque não se 
alimentam e compartilham da Palavra (O Pão espiritual) e nem se tornam
 participantes do Cálice do Mestre (da vida e práticas de Yaohúshua).
Este ritual de comer pão físico e beber suco é inexistente perante as Sagradas
 Escrituras! E nunca devia existir, este rito foi introduzido por homens carnais de más intenções.
O comer e beber Dele deve ser espiritual! Uma atitude diária em nossa vida!
Então, tudo o que foi feito até hoje, de nada serviu?
“Mas Yahuh, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a 
todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam;” Atos 17:30
Outrora, vivíamos no tempo da ignorância, mas agora o Espírito Santo
 está abrindo os olhos da Igreja! 
Ouça-O! Vamos ver o que é espiritual com os olhos espirituais! E não 
carnais (segundo a nossa vontade).
“Pois os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas
 da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do 
Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do
 Espírito é vida e paz.” Romanos 8: 5 e 6.
Chegou o tempo de voltarmos a pureza do evangelho, sem distorções
 históricas, sem invenções com más intenções. Apenas o evangelho! Nosso 
foco deve ser Yahúshua... Pare de pensar apenas em si mesmo! Vamos discernir o
 Corpo Dele! Vamos imitá-Lo, amando o próximo, e pregando as boas novas!

De novo: "Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito Santo, porque 
para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. 
Mas o que é espiritual discerne bem tudo, enquanto ele por ninguém é discernido." I Cor. 2:14, 15.