quarta-feira, 21 de agosto de 2013

A verdadeira Ceia

A verdadeira Ceia















O assunto que vou abordar agora é algo muito sensível, e que vem criando um 
reboliço nas estruturas religiosas do cristianismo (catolicismo e protestantismo).
A "Santa Ceia" (ou Eucaristia).
Será que é santa mesmo?
Para muitos, o que vou dizer agora será uma blasfêmia 
inimaginável, para outros, será um assunto que após um estudo e uma análise mais profunda das
Escrituras, pessoas tem sido despertadas.
Mas só agora alguns querem “descobrir a roda”?
Descobrir não, mas muitos pertencentes a Igreja verdadeira, tem redescoberto 
algo que estava extremamente nítido na nossa frente, mas que foi "revestido" com liturgias e 
rituais provenientes da  religiosidade pagã-romana.
O Espírito Santo tem aberto os olhos de muitos... 
Tenho dito que o evangelho é algo simples e espiritual.
Os ensinamentos de Yahúshua no evangelho são constituídos unicamente para 
uma prática espiritual, e não de aparências, liturgias e rituais!
O Messias nunca mandou fazermos rituais! Mas através de certas atitudes descritas
 na Palavra, Ele nos deixa o exemplo de transferi-las para uma linguagem espiritual em nosso dia-a-dia. 
Exemplo. O ato de lavar os pés dos discípulos – Ele não ensina o ritual, mas ensina que
 devemos nos humilhar, nos sujeitar e servir o próximo em amor.
Diversas liturgias e rituais que muitos do catolicismo e protestantismo contemporâneo
 praticam e as tem como comuns e importantes, são originárias do Império romano,
 quando o imperador Constantino formou o cristianismo, por volta do ano 300 D.C.
 (Cristianismo = Cristo = Kristós = Ungido pelas cristas do deus Sol), O
 cristianismo de Constantino é um verdadeiro pacote de rituais e costumes de outras
 culturas pagãs, como por exemplo: Grega e Mitraíca (religião romana pagã).
O ritual religioso, que agrega um “poder” em 
si mesmo, de comer um pão físico e beber o vinho
 (suco de uva) foi introduzido pelo catolicismo de Constantino,
 copiando um ritual ao deus chamado “Mitra”.
Mas não quero por enquanto me aprofundar 
no contexto histórico. Mas sim me focar naquilo que o
 Messias verdadeiramente nos ensinou, sem a intromissão
 de ensinos impostores do passado.

Sei que a “Ceia”, ou a Eucaristia (o ritual de
 comer do pão e beber do vinho físico) é um dos
 pilares do cristianismo, mas a grande verdade é que este e 
muitos outros ritos praticados hoje, são cópias do catolicismo romano.
Martinho Lutero, idealizador da “reforma protestante”, morreu ainda 
sendo padre católico. Ele apenas reformou algo já existente, mas não se
 desapegou das antigas estruturas.
Quando você reforma uma casa, você pode modificar algumas características
 dela, mas não muda suas estruturas. Pois foi isto que aconteceu na 
suposta “reforma protestante”. Uma das provas que podemos observar
 na história, foi que mesmo após a reforma de Lutero, ainda era feito pelos protestantes
, o ritual da Eucaristia, na qual, a cada rito, refazem simbolicamente o 
sacrifício já realizado e consumado por Yahúshua.  

A "Ceia do Senhor" (nome dado pelo catolicismo), era simplesmente, no tempo
 de Yahúshua,  uma refeição noturna durante a páscoa judaica. “Chegou, porém,
 o dia dos ázimos, em que importava sacrificar a páscoa. E mandou a Pedro e a 
João, dizendo: Ide, preparai-nos a páscoa, para que a comamos.
E eles lhe perguntaram: Onde queres que a preparemos? E ele lhes disse: Eis que,
 quando entrardes na cidade, encontrareis um homem, levando um cântaro de água; segui-o até à casa
 em que ele entrar.
E direis ao pai de família da casa: O Mestre te diz: Onde está o aposento em que
 hei de comer a páscoa com os meus discípulos? – Lucas 22: 7 ao 11.

Existe algo simples e necessário que desejo expor antes de falar sobre o significado desta "Ceia"; 
Os padres católicos que traduziram e criaram o livro Bíblia, a organizaram
de forma errada. Estamos acostumados a começar a ler o Novo Testamento à partir
 do nascimento do Messias. Isto é um grande erro. Você pode dizer que isto não 
afeta a "inerrância" deste livro, pois é apenas uma ordem na impressão. Mas já
 é suficiente para levar as pessoas ao engano. É importante
 sabermos disto. O "Novo testamento" se inicia após a morte de Yahúshua,
 e não no nascimento, como foi colocado na Bíblia. Após sua morte, se iniciou uma nova aliança...
Devemos saber também que o Antigo Testamento é sombra das coisas futuras
 (Novo Testamento).
Se a "Ceia" foi realizada antes da morte do Messias, então devemos entender que 
ela foi feita ainda durante a Velha Aliança, por isso, este ato é apenas uma sombra da
 revelação espiritual trazida no Novo  Testamento. 
Pois bem, foi exatamente o que Yahúshua quis nos trazer. Ele não nos ensinou um ritual, mas 
sim um entendimento espiritual de como seria a vida de sua Igreja após Sua morte e ressurreição.
Através daquela simples refeição, Ele nos ensinou como deveríamos viver espiritualmente...
“Porventura o cálice de bênção que abençoamos, não é a comunhão do sangue de Yahúshua?
 O pão que partimos, não é porventura a comunhão do corpo de Yahúshua? 1 Coríntios 10:16

Enquanto você ler o estudo, você pode perceber que o texto de I Coríntios 11: 23 em diante, 
não foi usado. Mas este texto será explicado depois.
Vamos agora analisar os textos:
O Pão:
“E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo,
 que por vós é dado; fazei isto em memória de mim.” Lucas 22:19.
YAHÚSHUA É O VERDADEIRO PÃO, O PÃO QUE DESCEU DOS CÉUS.
E não um pão físico (pão de forma, pão sovado, bisnaga da padaria).
O pão que Ele nos fala é espiritual, ou seja, Ele mesmo!
No dia da páscoa, Ele apenas usa o pão e o vinho para servir como simbolismo didático
 no momento, e nunca para ser um ritual, como é feito hoje!
“Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para
 sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo.” João 6:51.
“Porque o pão de Yahuh é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. 
Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão. E Yahúshua lhes disse: Eu sou o pão da vida;
 aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede. Mas já vos disse que
 também vós me vistes, e contudo não credes.” João 6:33.
“Vossos pais comeram o maná no deserto, e morreram. Este é o pão que 
desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se
alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei 
pela vida do mundo. Disputavam, pois, os judeus entre si, dizendo: Como
 nos pode dar este a sua carne a comer?” João 6: 49 ao 52.
Devemos nos alimentar do verdadeiro Pão que é espiritual, e não físico, 
Veja novamente neste versículo: “Este é o pão que desceu do céu
 (Yahúshua); não é o caso de vossos pais, que comeram o maná e morreram; quem
 comer este pão viverá para sempre.” João 6:58
“Eu sou o pão da vida.” João 6:48 – Yahúshua é o 
verdadeiro Pão espiritual, e não um feito de trigo.
Mas porque “fazei isto em memória de mim”?
Certamente não é um ritual da qual Ele pede para que façamos.
Mas a Palavra também diz:
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Yahuh,
 e o Verbo era Yahuh.” João 1:1
“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como
 a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” João 1:14
“(Yahúshua) Estava vestido de um manto salpicado de sangue; e o nome 
pelo qual se chama é o Verbo de Yahuh.” Apocalipse 19:13

Yahúshua é O Verbo, é A Palavra! É o Pão!
O Pão espiritual é a Palavra.
Quando Ele nos pede que partíssemos e comamos do Pão
, na verdade devemos comer e compartilhar a Palavra, O Verbo Vivo, o próprio Yahúshua! 
Então o Pão que as Escrituras nos falam não é um pão
 fermentado que compramos na padaria e comemos como se fosse um pão “mágico”,
 não! Mas é o Pão espiritual! Yahúshua!
O Cálice:
“Então havendo recebido um cálice, e tendo dado graças,
 disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós; Semelhantemente, 
depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo pacto em meu
 sangue, que é derramado por vós.” Lucas 22: 17 e 20.
Da mesma forma que o Pão descrito na Escritura é o Pão espiritual, ou seja, O Verbo Vivo –
 Yahúshua, o cálice descrito no texto acima também é espiritual, veja:
“E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra; e pondo-se 
de joelhos, orava,
dizendo: Pai, se queres afasta de mim este cálice (sofrimento); todavia não se faça a 
minha vontade, mas a Tua.” Lucas 22:41 e 42.
"Responderam-lhe: Concede-nos que na tua glória nos sentemos, um à tua
 direita, e outro à tua esquerda. Mas Yahúshua lhes disse: Não sabeis o 
que pedis; podeis beber o cálice que eu bebo (sofrimento futuro e morte), e ser
 batizados no batismo em que eu sou batizado? E lhe responderam: Podemos.
 Mas Yahúshua lhes disse: O cálice que eu bebo, haveis de bebê-lo, e no batismo
 em que eu sou batizado, haveis de ser batizados; mas o sentar-se à minha direita,
 ou à minha esquerda, não me pertence concedê-lo; mas isso é para aqueles a quem
 está reservado." Marcos 10: 37 ao 40.
“Disse, pois, Yahúshua a Pedro: Mete a tua espada na bainha; não hei de
 beber o cálice (sofrimento futuro) que o Pai me deu?” João 18:11
Diante destes textos podemos verificar a linguagem espiritual da expressão “Cálice”.
O cálice de Yahúshua são Seus sofrimentos, Sua renúncia, morte, Sua vida...
Quando Ele pede para bebermos do seu cálice, é para que possamos alinhar
 nossa vida com a Vida dEle.. É que possamos imitá-lo em Suas atitudes.
Devemos nos alimentar do Pão (Sua Palavra), mas também praticarmos o 
que Ele fez, nos humilhando se preciso, até morte, para que Ele seja glorificado, assim 
como o Pai foi glorificado na vida e atitudes Dele. 
Sobre I Coríntios 11: 17 em diante.
Mas desta vez vamos ler o texto por inteiro, e não somente a parte que é lida na liturgia!
“Nisto, porém, que vou dizer-vos não vos louvo; porquanto vos ajuntais, não para
 melhor, mas para pior.
Porque, antes de tudo, ouço que quando vos ajuntais na igreja há entre vós dissensões; e em parte o creio.
E até importa que haja entre vós facções, para que os aprovados se tornem manifestos entre vós.
De sorte que, quando vos ajuntais num lugar, não é para comer a ceia do Senhor;
porque quando comeis, cada um toma antes de outrem a sua própria
 ceia; e assim um fica com fome e outro se embriaga.
Não tendes porventura casas onde comer e beber? Ou desprezais a
 igreja de Deus, e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisto não vos louvo.
Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor
 Jesus, na noite em que foi traído, tomou pão; 
e, havendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo que é
 por vós; fazei isto em memória de mim.
Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo:
 Este cálice é o novo pacto no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.
Porque todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes do 
cálice estareis anunciando a morte do Senhor, até que ele venha.
De modo que qualquer que comer do pão, ou beber do cálice
 do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor.
Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice.
Porque quem come e bebe, come e bebe para sua própria condenação, se não discernir o corpo do Senhor.
Por causa disto há entre vós muitos fracos e enfermos, e muitos que dormem.
Mas, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados;
quando, porém, somos julgados pelo Senhor, somos corrigidos
 para não sermos condenados com o mundo.
Portanto, meus irmãos, quando vos ajuntais para comer, esperai uns pelos outros.
Se algum tiver fome, coma em casa, a fim de que não vos 
reunais para condenação vossa. E as demais coisas eu as
 ordenarei quando for.” I Coríntios 11: 17 até 34.

Eu deixei este texto no final, pois irei explicá-lo de uma única vez...
Por causa das inúmeras repetições da liturgia da qual o líder 
lê este texto, muitos até o sabem “de cor” sintomatizando uma idolatria pelo texto.

Mas nesta parte da carta à Igreja de Coríntio, Paulo estava os
 orientando com muita simplicidade, não querendo lhes ordenar uma liturgia ritualística.
Paulo expõe esta Igreja da seguinte forma:
A comunidade de Corinto não sabia discernir o Corpo de Yahúshua....
Muitos formavam entre si, grupos para reunir-se comer e embebedar-se na casa de alguém (a famosa roda de irmãos que se formam depois da reunião para comer)... 
Só que enquanto alguns se reuniam (“panelinhas”) para comerem sua refeição, outros da própria congregação estavam passando por dificuldade e fome. Ou seja, individualismo e egoísmo eram alguns pecados da Igreja de Corinto.
Paulo então diz, que se forem apenas para ajuntarem alguns para comer e deixar um outro irmão em dificuldade e sem ajuda, é melhor que comam em casa, pois eles não se reuniam para agradar à Yahuh, não praticavam a verdadeira refeição, para compartilhar da Palavra. 
Por isso, Paulo cita a passagem da páscoa feita antes da morte de Yahúshua, da qual o Messias ensina qual é a verdadeira refeição, que é comer e beber Dele. Para que com isso, anunciar a morte de Yahúshua...
Como vamos fazer este anúncio (do evangelho) apenas enchendo o
 estômago de pão físico e suco de uva?
Paulo também nunca quis transmitir o ensino de uma liturgia ritualística.
Mas ele ensinava que, se somos o Corpo de Yahúshua, e o
 Messias “se partiu” por nós, devemos fazer como Ele, O Seu Corpo – a
 Igreja, também deve ser partida pelo próximo, através da pregação da Palavra, participando 
do seu cálice: dos seus sofrimentos, sua renúncia e seu modo de viver.
Por causa daqueles erros apontados por Paulo, A igreja de Corinto
 não sabia discernir o Corpo de Yahúshua, pois apenas comiam para si,
 e comiam para sua própria condenação, pois estavam em pecado. Por isso estavam 
espiritualmente fracos e doentes, e muitos dormiam na fé.
--
Então amados, ninguém quer introduzir algo novo no evangelho, 
mas verdadeiramente vamos voltar ao ensinamento original, sem
 a ritualização religiosa, na qual, o Messias nunca quis nos ensinar,
 mas que foi injetada durante a história da Igreja.
Muitos ainda vivem enganados, pensando que ao comerem um pão
 de trigo e fermento, e beberem um copo de suco de uva industrializado, 
serão salvos e perdoados, como se estes elementos ou o ritual em si
, tivesse um poder mágico... Mas estão fracos e doentes porque não se 
alimentam e compartilham da Palavra (O Pão espiritual) e nem se tornam
 participantes do Cálice do Mestre (da vida e práticas de Yaohúshua).
Este ritual de comer pão físico e beber suco é inexistente perante as Sagradas
 Escrituras! E nunca devia existir, este rito foi introduzido por homens carnais de más intenções.
O comer e beber Dele deve ser espiritual! Uma atitude diária em nossa vida!
Então, tudo o que foi feito até hoje, de nada serviu?
“Mas Yahuh, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a 
todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam;” Atos 17:30
Outrora, vivíamos no tempo da ignorância, mas agora o Espírito Santo
 está abrindo os olhos da Igreja! 
Ouça-O! Vamos ver o que é espiritual com os olhos espirituais! E não 
carnais (segundo a nossa vontade).
“Pois os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas
 da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do 
Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do
 Espírito é vida e paz.” Romanos 8: 5 e 6.
Chegou o tempo de voltarmos a pureza do evangelho, sem distorções
 históricas, sem invenções com más intenções. Apenas o evangelho! Nosso 
foco deve ser Yahúshua... Pare de pensar apenas em si mesmo! Vamos discernir o
 Corpo Dele! Vamos imitá-Lo, amando o próximo, e pregando as boas novas!

De novo: "Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito Santo, porque 
para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. 
Mas o que é espiritual discerne bem tudo, enquanto ele por ninguém é discernido." I Cor. 2:14, 15.

Desinformação:

Na análise do ex-chefe de espionagem comunista, o atentado à embaixada americana em Benghazi 
é o pior escândalo de Obama.

A politização sem precedentes do IRS (Internal Revenue Service) à moda soviética foi, dentre todos os escândalos que infestam a administração Obama, o que maior indignação popular causou, pois muita
 gente sentiu na pele a arrogância da IRS.

Entretanto, muito mais importante é o encobrimento da verdade sobre o bárbaro assassinato do
 embaixador J. Christopher Stevens e de três dos seus subordinados dentro do nosso posto diplomático em Benghazi,
 cometido na emblemática data de 11 de setembro.
Por que digo isto? Na minha antiga vida como comandante-chefe de espionagem do bloco soviético,

 passei anos observando, a partir de um ponto de vista privilegiado e exclusivo, como um tipo de maldade rapidamente leva a outra maldade muito maior. Acredito que Benghazi é o
escândalo da presidência Obama.

Para resumir: descrevendo de forma enganosa o ato de guerra cuidadosamente
 preparado contra os EUA como um caso de “violência espontânea”, esta
 administração provou que não está disposta e nem é capaz de defender o 
nosso país e as nossas vidas contra o terrorismo
externo, que - e aqui está a parte crítica – está agora muito perto de ter armas
 nucleares para lançar contra nós.

James Woolsey, ex-diretor da Central de Inteligência, publicou recentemente
 um artigo no Wall Street Journal documentando como os EUA se tornaram tão
 vulneráveis ao terrorismo internacional, a ponto de até mesmo o
 ridículo governo norte-coreano poder detonar uma pequena arma nuclear sobre o território americano.

“A Coréia do Norte só precisa de um míssil balístico intercontinental capaz de transportar
 um única ogiva nuclear para se tornar um perigo real para os EUA”, escreveu Woolsey,
 juntamente com Peter Pry, diretor executivo da Task Force na National and Homeland 
Security.“ A Congressional Electromagnetic Pulse Commission, a Congressional 
Strategic Posture Commission e diversos estudos do governo americano 
demonstraram que a detonação de uma arma nuclear sobre 
qualquer parte do território americano geraria um pulso eletromagnético
catastrófico.”

Uma única explosão - algo que a Coréia do Norte é realmente capaz de fazer 
 constituiria um ataque por pulso eletromagnético capaz de, nas palavras do
 nosso ex-chefe da CIA, “causar um colapso na rede elétrica e na infraestrutura
 dela dependente - comunicações,
transportes, sistema financeiro, comida e água - necessárias para manter a
 sociedade moderna e as vidas de 300 milhões de americanos.”

Outra análise bem feita, recém-publicada no Weekly Standard, confirma
 que em meados de 2014, o fanático e anti-americano governo
 terrorista do Irã provavelmente será capaz de enriquecer urânio e
 plutônio de forma tão rápida que os EUA não conseguirão detê-lo
militarmente. Quando um regime insano e metastático - obcecado
 pela destruição (em primeiro lugar) do “Pequeno Satã”, Israel, e
 (em seguida) do “Grande Satã” (EUA) - tiver um arsenal nuclear
 estaremos realmente vivendo em um mundo muito diferente e incerto.

Quando eu era conselheiro de segurança nacional do presidente 
da Romênia comunista, uma das minhas principais tarefas, era,
 ironicamente, impedir a ação terrorista. A prevenção, é claro,
 era muito mais fácil numa ditadura cruel onde a polícia
 política desfrutava de poder ilimitado. Entretanto, experiências

 recentes provam o bom funcionamento da
 prevenção nos EUA. A Heritage Foundation noticiou em 2008

 que cerca de 40 ataques terroristas foram evitados desde 11 de setembro de 2001.

Infelizmente, em 2009, por razões sobre as quais podemos 
apenas especular, a administração Obama descartou a frase “guerra 
contra o terrorismo” do seu vocabulário,
 reclassificando um bem sucedido ataque terrorista no território 
americano (Fort Hood) como “violência no
local de trabalho” e abandonou inúmeras medidas anti-terrorismo adotadas após 
o 11 de setembro. Marc A. Thiessen, colunista do Washington Post, observou: “No
 seu segundo dia no cargo, Obama encerrou o programa de interrogatório da
 CIA. (...) Num discurso no National
Archives, Obama eviscerou os homens e as mulheres da CIA, acusando-os de 
“tortura” e declarando que o trabalho deles ‘não ajudou na nossa guerra e nos nossos
esforços contra o terrorismo - eles os enfraqueceram.’”

Voltando a 2012: “bin Laden está morto e a General Motors está viva” se tornou
 um dos mais vibrantes slogans da campanha de reeleição de Obama
. A mensagem: o terrorismo e a Al-Qaeda estão derrotados; portanto,
 reeleja-me. Se a administração tivesse admitido que o
embaixador Stevens e os seus três subordinados foram mortos
 por terroristas dois meses antes da eleição, o slogan mais real 
da campanha de Obama exporia publicamente o
absurdo que realmente era.

Como todos sabem, durante semanas, a administração - incluindo
o próprio presidente Obama nas Nações Unidas - bizarramente jogou
 a culpa por toda a confusão, morte e
destruição de Benghazi em uma paródia islâmica no YouTube
 assistida por pouca gente.

Após o atentado a bomba na maratona de Boston – cujos resultados 
foram a paralisia de uma das maiores cidades dos EUA, três americanos
 mortos e cerca de 200 feridos, muitos
deles gravemente - o presidente Obama, sob pressão do Congresso,
 tratou do perigo do terrorismo em um discurso de uma hora no
 dia 23 de maio. Foi um bom discurso, como os
discursos costumam ser, exceto pelo fato de que ele sequer ter
 mencionado a ameaça real enfrentada hoje pelo nosso país - o risco
 crescente do terrorismo nuclear - e, em vez
disto, menosprezou o perigo de um futuro terrorista.
 “Extremistas regionais. Este é o futuro do terrorismo” 
proclamou o presidente. Tudo o que precisamos fazer realmente
 é fechar Guantânamo e efetuar uma leve mudança 
no modo como usamos drones.

Com o devido respeito, tenho que contrariar o presidente Obama.
 O terrorismo anti-americano atual não foi gerado nos EUA. 
Foi concebido 48 anos atrás em Lubianka, quartel-general 
da KGB, e tem sido levado a cabo por fascistas islâmicos
 armados com granadas soviéticas
propelidas a foguete, Kalashnikovs e coquetéis Molotov 
- incluindo os terroristas responsáveis pela morte do embaixador Stevens.

Infelizmente, eu testemunhei o nascimento do terrorismo anti-americano.
 Anos atrás ouvia o general Aleksandr Sakharovsky, chefe da espionagem 
estrangeira da União Soviética, pontificar que a nossa maior arma contra o
 nosso “principal inimigo” (os EUA) deveria ser, a partir de então, o terrorismo
, pois as armas nucleares haviam tornado obsoleta a força militar convencional.

Conheci bem Sakharovsky - ele foi conselheiro chefe da 
inteligência soviética para a Romênia durante cinco anos. A sua
 aparência não era a de uma pessoa cruel, mas o terrorismo era 
a sua solução favorita para problemas políticos; durante os seus
 anos de atuação na
Romênia, instigou a matança de cerca de 50 mil anti-comunistas
. Depois, Sakharovsky serviu 16 anos - período sem 
precedentes - como chefe do serviço de inteligência estrangeiro
 da União Soviética (1956-1972), tempo durante o qual espalhou o terrorismo 
anti-americano pelo mundo.

Em 1969, Sakharovsky tranformou o sequestro de aviões –
 a arma escolhida para o 11 de setembro - em terrorismo 
internacional. Em 1971, lançou a Operação Tayfun
 (palavra russa para “tufão”), destinada a transformar
o antigo ódio mundial contra os nazistas em um ódio contra os EUA, o novo “poder de ocupação”.

Sakharovsky até mesmo estabeleceu uma “divisão socialista de 
trabalho” com o objetivo de criar e armar organizações terroristas
 anti-americanas em todo o mundo - a qual chamou “combatentes da liberdade”.

Em meu novo livro, Disinformation, em coautoria com o professor 
Ronald Rychlak, explico bem tudo isso, em seus diversos aspectos.
 Aqui, quero brevemente afirmar que o sucesso das operações
 terroristas de Sakharovsky encorajaram o seu superior, Yuri Andropov, 
chefe da KGB, a - como costumava dizer - “transformar todo o 
mundo árabe em um explosivo inimigo dos EUA” recorrendo ao anti-semitismo,
 arma emocional manejada com sucesso por
vários ditadores ao longo do tempo.

A máquina de desinformação de Andropov, naquele tempo
 estimada em mais de 1 milhão de pessoas
 (detalhadamente descrita em nosso livro), não mediu
 esforços para convencer o mundo islâmico de que os]
EUA eram um país sionista em guerra comercial, financiado pelo
 dinheiro judeu e administrado por um ávido “Conselho dos Sábios de  Sião” - epíteto de Andropov para

 o Congresso americano.

O objetivo desta imensa operação de desinformação era fazer 
o mundo islâmico temer que os EUA pudessem transformar o
resto do mundo em um feudo judeu. A manobra de Andropov
 funcionou. É só lembrar a tomada islâmica da embaixada
 americana em Teerã e m 1979, o atentado a bomba ao
 quartel dos marines em Beirute em 1983, o sequestro do Achille Lauro
 em 1985, o ataque terrorista ao World Trade Center em 1993,
 a destruição das embaixadas americanas no Quênia e na 
Tanzânia em 1998 e os catastróficos ataques de 11 de setembro.

O sucesso de Andropov fez dele o primeiro oficial da KGB a
sentar no trono do Kremlin e a ter o seu escritório na KGB transformado em santuário.

Quando Andropov e a sua União Soviética se foram, uma nova
 geração de russos lutou para dar àquele país feudal uma nova 
identidade. Mas o ódio pelos EUA introduzido no mundo islâmico pela 
KGB de Andropov ainda está vivo e se espalhando.

Na minha outra vida, no topo da inteligência do bloco soviético - o
 serviço de inteligência estrangeiro romeno (DIE) - eu gerenciava
 extensas redes de inteligência no mundo islâmico, e conheci 
muito bem aquela região. O seu povo não odiava os EUA.
 Milhões deles ainda hoje esperam na fila para serem aceitos nos
 EUA porque admiram este país. Apenas alguns poucos líderes 
fanáticos fascistas islâmicos, devido à sua imensa raiva contra esta 
grande nação de liberdade, sonham em destruí-la.

O prolongado ódio destes líderes islâmicos fanáticos pelos EUA e
 o fantasma de que consigam poder nuclear mostram, no meu
 ponto de vista, que é o momento para os líderes do nosso 
Congresso e dos nossos partidos Democrata e Republicano 
esquecerem os belos discursos do presidente Obama e
 começarem a construir uma política única para vencer a guerra
 contra a praga do terrorismo. É importante, além de esclarecer
 totalmente a verdade sobre Benghazi, tomarmos medidas para
 evitar novos desastres terroristas. A competição pode ser o 
motor do progresso americano, mas, em tempo de guerra, é a união
 que faz dos EUA o líder do mundo.

Não sei como deve ser a nova política anti-terrorista americana.
 Na realidade, ninguém em nosso país sabe. Sei, entretanto
, como o terrorismo anti-americano foi gerado, e
 recomendo fortemente, à administração atual e ao 
Congresso, a análise séria do relatório National
Security Council Report 68, do presidente Truman (NSC 68/1950),
 que definiu a estratégia de contenção e se tornou a nossa principal arma durante a Guerra Fria.

Este documento de 58 páginas não joga a culpa pela Guerra 
Fria em vídeos do YouTube. Descreve os desafios dos EUA 
em termos desastrosos.

“Os problemas que enfrentamos são graves”, diz o documento,
 “envolvendo a sobrevivência ou a destruição não apenas 
desta República mas da própria civilização”. Assim, definiu
 uma
estratégia política “de dois dentes”: 1) poder militar
 superior e 2) uma “Campanha da Verdade”,
definida como “uma luta, acima de tudo, pelas mentes dos homens”.
 A propaganda usada pelas “forças do comunismo imperialista”
 só podia ser derrotada, argumentou Truman,
pela “verdade plena, absoluta e simples”. A Voice of America, 
a Radio Free Europe e a Radio Liberation (logo em seguida
 chamada de Radio Liberty) tornaram-se parte da “Campanha da Verdade” de Truman.

Esta mesma estratégia “de dois dentes” – superioridade 
militar total e uma resoluta campanha pela verdade absoluta - 
permitiu aos EUA vencerem o comunismo, e é hoje igualmente 
essencial se quisermos assumir a posição de controle em um ameaçador mundo de terrorismo nuclear inimaginável.


O general Ion Mihai Pacepa é o oficial de mais alta patente do
 bloco soviético que obteve asilo político nos EUA.

FEMA


FEMA ESTARIA SE PREPARANDO PARA ENFRENTAR O PIOR NA REGIÃO 3 DOS EUA.




De acordo com um comunicado enviado pelo senador aposentado pelo estado de 
Dakota do Sul, Sheldon R. Songstad, o governo, obviamente, acredita que algo grande
 está por vir para a região 3 dos Estados Unidos.
A região três inclui: Distrito de Columbia, Delaware, Maryland, Pennsylvania, Virginia, e West Virginia.
Para quem tem parente ou amigo nos EUA vivendo em um destes estados (eu tenho!),
 é bom repassar este alerta.

Vejam no mapa abaixo: a região III é bem perto de grandes cidades como Nova
 York, Washington e Filadélfia.

Os preparativos listados incluem: curso de formação de nove semanas na ONU,
 no território continental dos EUA, para aprender táticas de Guerra Urbana, Língua 
Inglesa e Sistemas de Armas dos EUA, a partir 4 ª semana de julho para 386.000 soldados,
 a ser concluído até 01 de outubro; $ 11 milhões em antibióticos para ser entregue a FEMA 
- região III, até 01 de outubro ordenada pelo CDC (Centers for Disease Control = Centro de 
Controle de Doenças);

Ordens de compra da FEMA para mais de 14,2 milhões dólares
 em MRE (Meal, Ready-to-Eat =
 Refeições Prontas) e aquecedores de refeições a serem entregues à FEMA 
- Região III, até 01 de outubro;


Ordens de compra da FEMA de 22 milhões de bolsas de água de emergência
 para ser entregue a região III de 01 de outubro;

Ordens de compra FEMA para 13.600 mil dólares em MRE e aquecedores 
de refeições a serem entregues em Austin por 01 de outubro;

2800 MRAPs (Um Tipo de Veículo Blindado Resistente a Explosões) deve ser 
entregue ao DHS (Departamento de Segurança Interna) até 1 de Outubro;

Mais de 300 sistemas de ensino nos EUA determinaram que precisam de kits de 
sobrevivência de três dias para cada escola e kits de três dias para cada aluno.
Todas as entregas estão programadas para o mês de setembro.

Todas as unidades da Guarda Nacional completarão o curso de controle de distúrbios
 e treinamento de assistência a desastres. Todas as unidades devem ter sua formação
 completa até 30 de setembro.
Testes diários do Sistema de Transmissão de Emergência devem começar em 25 de
 setembro e serem executados diariamente até de 02 de outubro.

Unidades da Guarda Costeira baseadas na Costa Leste devem realizar treinamento em
 grupo maciço, normalmente realizados no Golfo do México, nas áreas de Virgínia e Delaware. 

Esta é uma missão de treinamento de 10 dias a começar em 26 de Setembro.

"Deus, por favor ajudar a América"
Sheldon R. Songstad
Senador Aposentado: South Dakota State




http://beforeitsnews.com

http://www.dailyunconstitutional.com/fema-asks-congress-for-billions-for-unspecified-upcoming-disaster/



Mais sobre a FEMA:
Jesse Ventura, mostra os campos de concentração dos EUA e que tudo já está montado para a ser implantado a Lei Marcial forçada.







Não estariam em tantos treinamentos e preparativos se não houvesse uma ameaça real, ou um plano a ser implantado.
Estamos de olho.
Abração

Evento devastador até o final de 2013?

Evento devastador até o final de 2013? Parece que George Soros sabe o que vem por aí


A gente não sabe bem ao certo o que vai acontecer
, mas que vem algo por aí, isso vem.

Os avisos estão sendo dados de todos os lados e a
 gente só pode supor de onde virá o primeiro tiro:
 Economia Americana. E que ninguém se engane. 
Já tem neguinho amolando a faca para lucrar bilhões 
com este evento devastador.

ENTENDA
Existe um índice, composto pelos 500 ativos mais 
importantes da economia dos EUA, que se chama S&P500.

Cada empresa, para poder fazer parte desta lista, 
precisa no mínimo, ter 4 bilhões de dólares de mercado.
Esse índice, serve como termômetro da economia
 americana.
Nos EUA, eles estão envolvidos na revelação do 13F,
 relatório do Governo que pode mudar o rumo de 
muitos investidores. Estamos vendo de relatórios de
 George Soros, como ele está comprando as ações da
 Apple, e vendendo ouro. Mais exatamente, Soros está 
investido na Apple, na rede de varejo da JCPenney, e 
está vendendo suas ações do Citigroup e da Netflix.

Mas há algo muito mais sinistro, e que a mídia
 nem
sequer fez um comentário.

George Soros comprou 1.248.643 ações de venda 
da SPY no quarto trimestre de 2013 (SPY são os fundos
 negociados em bolsa, do índice S&P 500).
Esse investimento perfaz 1,25 bilhões de dólares e
a opção de venda escolhida dá ao proprietário o direito
de vender uma quantidade específica de um ativo a um preço fixado dentro de um prazo definido, e geralmente significa que o investidor espera que o ativo vai cair de preço.
O problema é que estas ações tem tido uma alta 
constante nos últimos meses.

Segundo o Barão, um grande investidor americano, 
ele comenta:
"Soros fez 1 bilhão de dólares apostando contra a libra 
britânica em 1992. Ouvimos rumores de Soros fazer 1 bilhão de dólares apostando contra o dólar australiano. Vimos quando ele fez 1 bilhão de dólares americanos quando apostou contra o Yen japonês. Onde estão as manchetes na mídia desta aposta de mais de 1 bilhão, apostando contra o mercado de ações ?" Pergunta o Barão.

Pela quantidade comprada, George Soros simplesmente
 apostou mais de 1 bilhão em queTODA a economia americana vai ter uma queda brusca nos últimos três meses 
de 2013, por questões desconhecidas.


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Se todo o mercado vai cair devido um evento impactante e devastador, George Soros sabe qual é e 
está da posse de informações avançadas.
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Algumas teses que tem sido especuladas para a queda dos mercados:

1) A Irmandade Islâmica liberaria um dossiê e Barack Obama seria preso.
http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/estados-unidos/14425
-muculmana-temos-informacoes-comprometedoras-sobre-obama.html


WASHINGTON - A Força Aérea dos EUA está para encerrar uma parte fundamental de suL
 rede de satélites de rastreamento e detritos orbitais, possivelmente a partir de 01 de outubro, de acordo com um memorando obtido em 01 de agosto pela SpaceNews

Um sistema de radar dos EUA que rastreia milhares de objetos que orbitam a Terra, responsável por aproximadamente 40% de todas as observações realizadas pela Rede de Vigilância Espacial da Força Aérea - a partir de detritos de satélites prejudiciais - foi programado para desligar, de acordo com o site Space News. A rede terrestre conhecido como o "Space Fence" pode deixar de operar em outubro.

Um memorando do Air Force Space Command avisou para começar a preparar os locais para o fechamento, disse o empreiteiro que opera as matrizes na semana passada.

O desligamento pendente está sendo responsabilizado por cortes de orçamento
 do governo e revisão de gestão do Pentágono.

Nota: Amigos, este jogo tem várias cartas..certamente o mundo financeiro da grandes dicas do que está por vir..
O dólar ultrapassou a barreira dos R$2,40..uma bolha está inchando, e vai explodir.
Desligar a rede de satélites que monitoram os objetos que rondam a terra, e a põem em perigo para cortar gastos??
Pois é..

Está tudo planejadinho, programadinho, profetizadinho pra acontecer..
E ainda tem Fukushima, e parte de um grande "cometa" se chocando contra o sol hoje, e a FEMA se mobilizando
 muito nos EUA, conflito no Oriente Médio.. etc... etc...