domingo, 21 de outubro de 2012

O Que Acontece à Igreja Quando os Pastores Deixam de Pregar Contra o Pecado


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O Que Acontece à Igreja Quando os Pastores Deixam de Pregar Contra o Pecado




Por David Wilkerson
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Você provavelmente está familiarizado com a história do rei Davi e o adultério que houve com Bate-Seba. O incidente resultou na gravidez de Bate-Seba. E assim que descobriu a situação, ela envia uma nota a Davi dizendo, "Espero uma criança".Quando Davi lê a nota, entra em pânico. Sua reputação como homem piedoso, justo - estava em risco. Cá estava um homem que havia escrito mais de 3.000 Salmos e cânticos espirituais. Havia sido o instrumento de Deus para matar os inimigos de Israel. E tinha ilustrado para o mundo o que significava ter um grande coração para Deus.
Mas agora, em pânico, Davi pensa não só na própria reputação, mas na reputação do Senhor. Se o seu pecado fosse mostrado, isso seria vinculado ao nome de Deus. Imagens de um escândalo enorme inundaram sua mente. Então Davi concebe um plano para esconder seu caso com Bate-Seba. E o pôs em ação enviando uma mensagem a Joabe, general do seu exército. A mensagem dizia, "Manda-me Urias, o heteu" (2 Samuel 11:6).
Ora, Urias era o marido de Bate-Seba, e pertencia à Infantaria do exército de Israel. É evidente que Urias era parte de um grupo de elite de soldados, pois as escrituras o citam como um dos trinta e sete homens mais fortes de Davi (v. 23:39). Quando recebeu a mensagem de Davi, Joabe deve ter começado a suspeitar de algo. Ele conhecia o coração de Davi, inclusive suas tendências lascivas. Ainda assim, o general instruiu Urias a ir a Jerusalém, para ver o quê Davi tinha para dizer.
Quando Urias chega, Davi o recebe na residência real e imediatamente o envolve em conversa militar. Pergunta, "Como está a guerra? E como está indo o seu general? Os soldados estão progredindo?". Urias deve ter se perguntado, "Do que se trata? Sou apenas um soldado da Infantaria. Não fiz nada para merecer esse tipo de atenção". Ou, também poderia desconfiar. Ele poderia ter ouvido algum comentário sobre o caso (apesar de que as escrituras não declaram que o caso era de conhecimento público).
A verdade é que Urias estava sendo enganado por Davi. O rei achou que o problema seria resolvido se apenas conseguisse pôr Urias no leito de Bate-Seba uma noite. Então Urias pensaria que ele havia provocado a gravidez da esposa. Davi lhe diz: "Você guerreou uma batalha longa, e deve estar cansado. Vá pra casa e descanse essa noite. Mandarei manjares especiais para você aproveitar". Mas quando Urias saiu, não foi para casa. Pelo contrário, dormiu na casa dos guardas fora do palácio. Quando Davi soube disso no dia seguinte, chamou Urias de volta e perguntou: "Por que você não ficou com sua esposa ontem à noite?".
Urias responde: "Joabe, meu senhor, e os servos de meu senhor estão acampados ao ar livre; e hei eu de entrar na minha casa, para comer e beber e para me deitar com minha mulher? Tão certo como tu vives e como vive a tua alma, não farei tal cousa" (2 Samuel 11:11). Urias só conseguia pensar em seus companheiros soldados. A sua lealdade deve ter fervido a cabeça de Davi.
Agora o pânico do rei cresce. Ele rapidamente ordena que Urias permaneça em Jerusalém mais uma noite. E põe em ação outro plano. Essa noite, ele iria convidar Urias para jantar, enchê-lo de muito vinho e deixá-lo bêbado. Se Urias perdesse a noção das coisas, se esqueceria dos outros soldados e iria querer dormir com a esposa.
Dá para você imaginar esse piedoso rei, um pregador da retidão, tentando deixar bêbado um de seus fiéis soldados? Foi exatamente que Davi fez. E o plano funcionou: Urias ficou bêbado. Davi instruiu os guardas do palácio, "Levem esse homem para casa, e o ponham na cama". Mas outra vez, as escrituras dizem, "À tarde, saiu Urias a deitar-se na sua cama, com os servos de seu senhor; porém não desceu a sua casa" (11:13).
A essa altura, o pânico de Davi saiu de controle. Ele sabia que tinha de fazer algo drástico. Então escreve uma carta a Joabe, ordenando que colocasse Urias na linha de frente em meio à pior das batalhas. Então, quando o exército inimigo ondulasse à frente, Joabe deveria recuar todas as tropas exceto Urias. Resumindo, Davi queria Urias morto.
Davi entrega uma carta selada nas mãos de Urias, com instruções para que fosse dada a Joabe. O leal Urias não sabia, mas o rei tinha acabado de lhe entregar a garantia da própria morte. Quando Joabe leu a carta, entendeu a idéia de Davi. Mas obedeceu a ordem do rei mesmo assim. Enviou Urias numa missão suicida. E, exatamente como Davi tinha planejado, o soldado foi morto em batalha.
É difícil conceber que um homem piedoso e justo como Davi pudesse cair num pecado tão terrível. Mesmo hoje, com todas as notícias sobre estupro, violência e morte, a história de Davi se destaca como uma das piores quedas já sofrida por um líder. Por que? Porque aconteceu com um homem de Deus, uma pessoa apaixonada pela justiça.
Provavelmente você se lembra do que aconteceu a seguir: Bate-Seba chorou a morte do marido por sete dias, segundo a lei. Aí Davi a trouxe para o palácio, onde se juntou ao seu harém de esposas (ele já tinha cinco). Posteriormente, Bate-Seba deu à luz o filho de Davi. E durante todo um ano após o assassinato, Davi não mostrou nenhum sinal de arrependimento por seus atos. Na verdade, justificou a morte de Urias junto a Joabe, dizendo que Urias tinha morrido devido aos infortúnios da guerra: "A espada devora tanto este como aquele" (11:25).
Davi pode ter visto o seu pecado com leviandade, mas Deus não. As escrituras dizem: "Porém isto que Davi fizera foi mal aos olhos do Senhor" (11:27).


Graças a Deus, Davi Tinha um Pastor Que Não Temia o Homem
Natã o profeta era o pastor de Davi. E  não tinha medo de expor o pecado do seu rebanho, inclusive o pecado do próprio rei. Vejo Natã como um tipo de pastor piedoso que chora em cima do pecado da sua igreja. Deve ter lhe ferido profundamente que Davi, um homem a quem todo mundo olhava como piedoso e reto, estivesse encobrindo pecado.
Natã sabia tudo que Davi havia feito, pois o Espírito Santo lhe havia revelado. O rei supostamente justo tinha quebrado três mandamentos santos: havia cobiçado a mulher de outro homem e a roubado dele; havia cometido adultério com ela; e havia cometido assassinato para esconder tudo. Como Natã fez para cuidar da situação? Como esse pregador da santidade repreendeu uma pessoa que estava encobrindo um pecado terrível?
Muitos jovens pastores me têm feito perguntas similares: "Como devo tratar com o pecado na minha igreja? Tantos casais estão se divorciando, e outros estão vivendo em adultério. Sei que tenho a responsabilidade de pregar a santidade de Deus a eles. Mas tampouco quero tirar alguém da igreja".
A minha resposta a esses jovens pastores é sempre a mesma: "A igreja ouvirá qualquer coisa que você tenha a dizer, se o disser em meio a lágrimas. A sua mensagem não pode ir alem do entendimento da congregação. Eles têm de saber que o teu coração está partido. Tente levá-los ao arrependimento através da pregação da palavra de Deus. Sim, a palavra dEle é uma espada de dois gumes. Mas você tem de utilizá-la vestindo luvas de veludo".
É claro que essa não é a atitude de todos os pastores. Com regularidade recebo cartas de cristãos dizendo, "Você tem de ouvir o Reverendo Fulano de Tal pregar. Ele ataca pesado o pecado". Porém, muitas destas vezes, os tapes dos sermões são apenas tiradas zangadas contra coisas exteriores. Suas mensagens raramente incluem a misericórdia e a graça de Deus. Antes, lançam pesadas cargas sobre as ovelhas, sem nunca levantar um dedo para aliviá-las.
Creio que Natã nos fornece um exemplo maravilhoso de como um ministro piedoso mostra o pecado. Ele não tomou de assalto a presença de Davi, com os braços agitando o ar e com voz trovejante. Ele não apontou  com alegria um dedo ossudo na cara de Davi gritando: "Você é o culpado!". Não, ele levou a impressionante mensagem de Deus reveladora do pecado com grande sabedoria, poder de persuasão e terna misericórdia. E usou uma parábola para fazê-lo.
Natã disse a Davi: "Um pobre homem tinha só uma ovelha. Era o bichinho de estimação da família, e amada como um membro da família. Ela se deitava no colo das pessoas, esperando ser acarinhada. Então o homem a criou e alimentou como faria com um filho. Ora, o pobre homem tinha um vizinho rico possuidor de muitos rebanhos. Um dia, o homem rico estava recebendo uma visita. Na hora do jantar, ele mandou um servo matar uma ovelha. Contudo mandou que o servo não tomasse uma cordeira de seus vastos rebanhos, mas que roubasse a ovelha do vizinho, a matasse, a temperasse e servisse ao visitante".
Quando ouviu isso, Davi ficou irado. Disse a Natã: "Esse homem rico deveria morrer!".  "Tão certo como vive o Senhor, o homem que fez isso deve ser morto. E pela cordeirinha restituirá quatro vezes, porque fez tal cousa e porque não se compadeceu" (2 Samuel 12:5-6).
Nessa hora, Natã deve ter tido lágrimas nos olhos. Tremendo, ele diz a Davi, "Tu és o homem... desprezaste a palavra do Senhor... A Urias, o heteu, feriste à espada; e a sua mulher tomaste por mulher" (12:7,9).
Natã estava dizendo: "Davi, você não entende? O quê estou contando é a tua história. Você tem cinco esposas e mesmo assim roubou a mulher de outro homem. Você não teve pena; o mandou à guerra para ser morto, e assim ter a cordeira dele. Você se tornou adúltero, assassino, um ladrão. Você foi leviano com a palavra de Deus". Natã expôs cada detalhe do pecado de Davi. Mas não o fez com fúria. Antes, simplesmente falou ao rei:  "Então, disse Natã a Davi" (12: 7, ênfase minha). Foi nesse momento que Davi foi atingido, e se arrebentou. Quando lemos os escritos de Davi dessa época, vemos o choro de um coração partido: "Os meus ossos estão fracos. Não consigo dormir. Toda noite cubro meu travesseiro com lágrimas". O Espírito Santo perseguia Davi, falando ao seu coração, agindo para que ele se arrependesse. Ele não conseguia fugir da misericordiosa perseguição de Deus.


Ao Ler e Reler esse Relato, o Espírito Santo Não Me Deixou
Prosseguir Enquanto Não Me Mostrou uma Verdade Poderosa
Após estudar esta passagem por inteiro, comecei a clamar a Deus: "Oh, Senhor, Tu vais ser misericordioso comigo como foi com Davi?  Tu vais me mandar uma palavra poderosa, expondo o pecado, como fez com ele? Por favor, Senhor, se algum dia eu escorregar e fizer concessões, ponha-me sob repreensão piedosa de um profeta que não tenha medo de expor o pecado".
Eu creio que um dos maiores dons misericordiosos de Deus à igreja são os Seus ministros fiéis, que amorosamente nos repreendem por nossos pecados. Agradeço a Deus por esses "pastores do tipo de Natã", pessoas que não têm medo de ofender presbíteros, diáconos ou os membros ricos da igreja. Ficam face a face com qualquer um, para expor suas iniqüidades com carinho e amor.
Claro, não é todo mundo que quer uma repreensão assim. Algumas pessoas de nossa lista de correspondência nos dizem: "Não gosto de abrir suas cartas. Sempre me sinto desconfortável quando as leio. São muito enervantes".  "Não posso servir um Deus como o teu, que está sempre apalpando a minha alma para expor coisas".  "Você precisa amaciar a mensagem. Não dá pra mim".
Sei que como pastor amoroso, tenho de ser cuidadoso com o meu tom. Mas não posso me desculpar por pregar verdade condenatória. Eu pergunto, o que acontece à igreja quando os pastores não mostram mais as iniqüidades? Onde Davi teria acabado, se não tivesse Natã para  mostrar sua iniqüidade?
Você tem de entender que Natã estava bem consciente de que o poderoso rei poderia mandar matá-lo a qualquer hora. Ele tinha visto Davi perdendo as estribeiras várias vezes. Então, por que Natã não disse, "Vou ser apenas amigo de Davi. Vou orar por ele e estarei presente se precisar de mim. Tenho de confiar que o Espírito Santo irá convencê-lo".  O que teria acontecido?


Creio que Sem a Palavra Condenatória de Natã,
Davi Teria Caído sob o Pior Julgamento Visto pela Humanidade


O pior julgamento possível é Deus devolver você ao pecado, deter toda a ação do Espírito Santo em sua vida. No entanto, é exatamente isso que está acontecendo com muitos cristãos hoje. Eles escolhem ouvir apenas pregações leves, que reafirmam a carne. Onde inexiste uma Palavra que condene, não pode haver o pesar piedoso pelo pecado. E onde inexiste pesar piedoso pelo pecado, não pode haver arrependimento. E onde inexiste arrependimento, há só dureza de coração.O apóstolo Paulo escreve à igreja de Corinto:  "Me alegro não porque fostes contristados, mas porque fostes contristados segundo Deus... Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento"  (2 Coríntios 7:9-10). Paulo diz que seu clamor contra o pecado dos coríntios produziu neles contristamento piedoso que os levou ao arrependimento. Por sua vez, isso produziu neles ódio pelo pecado, temor santo de Deus e desejo de vida reta. Porém isso nunca teria acontecido se ele não houvesse pregado uma palavra aguda, penetrante, condenatória.
O motivo de Paulo falar com tanta força aos coríntios foi, "para que a vossa solicitude a nosso favor fosse manifesta entre vós, diante de Deus" (7:12). Em outras palavras: "Eu não estava tentando lhes enervar ou condenar. Eu expus o seu pecado para que vissem o quanto eu os amo e me preocupo por  vocês. Quando o Espírito Santo bate à porta do teu coração, às vezes soa como pancada dura. Mas é na verdade Deus mostrando Seu terno amor".
Sem uma palavra assim, Davi certamente iria cair sob tremendo julgamento. Ele já tinha passado um ano todo em seus negócios, sem alguma vez ter enfrentado o que tinha feito. Ele não ouviu nenhuma palavra de repreensão ou de correção. Então a cada dia que passava, o pecado se tornava mais fácil de tirar da mente. Mais, o seu exército estava ainda tendo vitórias decisivas. Por fora, tudo parecia estar indo bem para ele. Mas tenho certeza que Davi tinha dificuldade para dormir à noite. Ele provavelmente levantava todo dia com uma nuvem negra pairando sobre si. O fato é que ninguém que seja íntimo do Senhor pode permanecer confortável enquanto vive em pecado.
Vou lhe dar um exemplo: eu aconselhei um querido cristão irmão nosso que eu suspeitava estar tendo um caso. Quando perguntei isso, ele negou veementemente. Aí, um mês depois, ele pede para falar comigo tarde da noite. Quando o encontrei, ele estava chorando e arrasado. E confessou, "Pastor, há semanas que estou vivendo um inferno. Eu menti a ti e a Deus. Tenho vivido em adultério. Tenho sentido a repetição de todas as mensagens que já ouvi do púlpito, de cada palavra de exortação. E não consegui silenciar a Palavra de Deus". O Espírito Santo continuamente recordava a esse homem todas as pregações expositoras de pecado que ele tinha ouvido; e foi levado ao arrependimento pela lembrança desta Palavra pregada. E agora vou lhe dar um exemplo diferente. Uma irmã em Cristo me escreveu dizendo: "Irmão David, estou casada com meu marido há vinte anos. Eu o amo, mas agora provavelmente vou ter de deixá-lo, apesar de não querer isso. Eu não conseguia entender porque esse homem de Deus, que vai sempre comigo à igreja, iria começar a deteriorar tanto no caráter. Ele se tornou desonesto comigo, e uma grande muralha cresceu entre nós. Logo se tornou um estranho para toda a nossa família. Eu não podia tocar no assunto. Eu orei e fiz tudo que pude para tentar entender o porquê de ele estar se afastando. E então eu descobri o porquê: ele estava preso à pornografia desde que nos casamos, e algum tempo antes disso. Ele ainda se declara ser cristão e vai à igreja comigo. Mas se recusa a deixar isso".
Esse homem está prestes a perder a família e o lar. Diz ser nascido de novo e que vai para o céu. Você acha que ele precisa um tapinha nas costas e de uma palavra de certeza? Será que precisa ouvir um pastor dizendo, "Está tudo bem contigo, Jesus te ama"? Não, nunca! Ele precisa de um Natã, de alguém que lhe diga, "Você é o culpado!". Ele precisa ser desperto, ter o fogo do Espírito Santo ardendo sob si. Caso contrário, será entregue ao pecado, e finalmente destruído.


Se Não Tivesse Havido um Natã - Se Não Houvesse uma Palavra Penetrante, Profética -
Davi Poderia Ter Acabado Como Saul: Morto Espiritualmente, Sem a Direção do Espírito,
Perdendo Toda Intimidade com Deus

Ao ouvir a abrasadora palavra de Natã, ainda que amorosa, Davi se lembrou da vez em que um outro rei, anterior, fora avisado por um profeta. Davi tinha ouvido do aviso de Samuel ao rei Saul. E tinha ouvido a respeito da reação dividida de Saul, confessando: "Eu pequei". (Não creio que Saul tenha gritado do interior da alma, como Davi, "Pequei contra o Senhor!")
Davi viu por experiência própria as ruinosas mudanças que sobrevieram a Saul. Este rei - piedoso e guiado pelo Espírito - passa depois a rejeitar continuamente as palavras reprovadoras do Espírito, trazidas por um santo profeta. Logo Saul começou a andar segundo vontade própria, em amargura e rebeldia. Finalmente, o Espírito Santo se afasta dele: "Visto que rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei" (I Samuel 15:23). "O Senhor...se tinha retirado de Saul" (18:12). Saul acabou buscando uma feiticeira em busca de orientação. Ele confessa a ela, "Deus se desviou de mim e já não me responde, nem pelo ministério dos profetas, nem por sonhos; por isso, te chamei para que me reveles o que devo fazer" (28:15).
Davi lembrou-se de toda loucura, do medonho terror cercando esse homem que impediu a entrada da palavra de Deus. De repente, a verdade penetrou o seu próprio coração:  "Deus não é respeitador de pessoas. Eu pequei, como Saul. E agora cá está um outro profeta, num outro momento, me dando a palavra de Deus, como Samuel deu a Saul. Oh, Senhor, eu pequei contra Ti! Por favor  não retire de mim o teu Santo Espírito, como fez com Saul".
Davi escreve, "Eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos... Purifica-me... Cria em mim...um coração puro...Não me repulses da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito" (Salmo 51:3-11).
Um comentarista sugere que a despeito do arrependimento de Davi, ele nunca teria se recuperado da queda. Ele aponta que a Bíblia diz muito pouco sobre qualquer vitória de Davi após esse tempo. Antes, sugere ele, Davi meramente foi se esvaecendo até a morte.
É verdade que Davi pagou sérias conseqüências por seu pecado. Na verdade, profetizou julgamento sobre si próprio! Ele diz a Natã que o homem rico que roubara a cordeira do homem pobre deveria restaurar quatro vezes. E foi exatamente isso que aconteceu com a vida de Davi: a criança à qual Bate-Seba deu à luz morreu em poucos dias. E três outros filhos de Davi - Amnom, Absalão e Adonias - todos tiveram mortes trágicas e fora de hora. Assim, Davi pagou seu pecado, com quatro de seus próprios cordeiros.
Mas a Bíblia claramente mostra que toda vez que retornamos para o Senhor em arrependimento genuíno, de coração, Deus responde trazendo reconciliação e restauração absolutas. Não temos de acabar como Saul, descendo à loucura e ao terror. Nem temos de "esvaecer" da vida, aguardando o passar do tempo em quieta vergonha até que o Senhor nos leve. Pelo contrário, o profeta Joel nos assegura que Deus se envolve imediatamente assim que voltamos para Ele:  "Rasgai o vosso coração...e convertei-vos ao Senhor, vosso Deus, porque ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em benignidade, e se arrepende do mal" (Joel 2:13).
Surpreendentemente, Deus então nos dá essa incrível promessa: "Restituir-vos-ei os anos que foram consumidos pelo gafanhoto...Comereis abundantemente, e vos fartareis, e louvareis o nome do Senhor, vosso Deus, que se houve maravilhosamente convosco; e o meu povo jamais será envergonhado" (Joel 2:25-26). O Senhor promete restaurar tudo.
É preciso entender: quando essa profecia foi dada, Deus já havia pronunciado julgamento sobre Israel. Mas o povo se arrependeu, e Deus diz, "Agora farei coisas maravilhosas para vocês. Vou restaurar tudo que o Diabo roubou".
Amado, a terna misericórdia de Deus permite até ao pior dos pecadores dizer , "Não sou um viciado em drogas. Não sou um alcoólatra. Não sou um adúltero. Sou um filho do Deus vivo, com todos os direitos do céu para a minha alma. Não vivo mais sob condenação, pois o meu passado ficou totalmente para trás. E não preciso pagar por qualquer pecado passado, porque Jesus pagou o preço para mim. E mais, Ele diz que restaurará tudo para mim".
Aqui está a verdade quanto ao que aconteceu com Davi. Ele ouviu a palavra de Deus por meio de Natã, se arrependeu e obedeceu, e, como resultado, passou o resto da vida crescendo no conhecimento de Deus. O Senhor trouxe grande paz à vida de Davi. E com o tempo, todos os seus inimigos foram silenciados.
No entanto a prova mais clara da restauração de Deus na vida de Davi é o seu próprio testemunho. Leia o que Davi escreveu nos dias próximos à sua morte:
"O Senhor é a minha rocha, a minha cidadela, o meu Libertador...o meu rochedo em que meu refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, o meu baluarte e o meu refúgio" (2 Samuel 22:2-3). Isso não é o testemunho de alguém que tenha se esvaecido.
"Clamei a meu Deus...ele...ouviu a minha voz...me tomou; tirou-me das muitas águas... Trouxe-me para um lugar espaçoso; livrou-me, porque ele se agradou de mim" (22: 7,17,20). Acabamos de estudar tudo que Davi fez para desagradar ao Senhor. Contudo, mesmo depois de tudo isso, Davi foi capaz de dizer, "O Senhor se agrada de mim".
Eis porque Davi para sempre será conhecido como um homem "segundo o coração de Deus". É porque rápida e genuinamente ele se arrependia de seus pecados. Provérbios nos diz:
"O que guarda a repreensão será honrado" (Provérbios 13:18). Deus irá lhe honrar, se você amar e obedecer à repreensão divina.
"Desprezaram toda a minha repreensão. Portanto, comerão do fruto do seu procedimento...Os néscios são mortos por seu desvio" (1:30-32). Se você ficar surdo à repreensão piedosa, isso acabará lhe destruindo.
"As repreensões da disciplina são o caminho da vida" (6:23). Simplificando, a Palavra condenatória de Deus produz vida.
Prezado santo, a verdade em relação à "pregação dura" -  se  pregada em meio à lagrimas - é que na verdade ela é a "pregação da graça". Se você está sendo sondado pela Palavra de Deus - se o Seu Espírito não está lhe deixando confortável em seu pecado - então está lhe sendo mostrada misericórdia. É o profundo amor de Deus agindo, atraindo-o para sair da morte e entrar na vida.Você vai responder a Ele como Davi fez? Se assim fizer, conhecerá restauração e reconciliação reais. E Deus irá lhe restaurar tudo que o inimigo roubou. Aleluia!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012


NÃO POSSO CALAR A MINHA VOZ E NEM TE PEDIR PERDÃO POR ISSO.
Fui criado com princípios morais comuns.
Quando criança, ladrões tinham a aparência de ladrões e nossa única preocupação em relação à segurança era a de que os “lanterninhas” dos cinemas nos expulsassem devido às batidas com os pés no chão quando uma determinada música era tocada no início dos filmes, nas matinês de domingo.
Mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos eram autoridades presumidas, dignas de respeito e consideração.
Quanto mais próximos, e/ou mais velhos, mais afeto.
Inimaginável responder deseducadamente à policiais, mestres, aos mais idosos, autoridades.
Confiávamos nos adultos porque todos eram pais e mães de todas as crianças da rua, do bairro, da cidade.
Tínhamos medo apenas do escuro, de sapos, de filmes de terror.
Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo que perdemos.
Por tudo que meus filhos e netos  um dia temerão.
Pelo medo no olhar de crianças, jovens, velhos e adultos.
Matar os pais, os avós, violentar crianças, seqüestrar, roubar, enganar, passar a perna, tudo virou banalidade de notícias policiais, esquecidas após o primeiro intervalo comercial.
Agentes de trânsito multando infratores são exploradores, funcionários de indústrias de multas.
Policiais em blitz são abuso de autoridade.
Regalias em presídios são matéria votada em reuniões.
Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos.
Não levar vantagem é ser otário.
Pagar dívidas em dia é bancar o bobo, anistia para os caloteiros de plantão.
Ladrões de terno e gravata, assassinos com cara de anjo, pedófilos de cabelos brancos.
O que aconteceu conosco?
Professores surrados em salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas.
Crianças morrendo de fome!
Que valores são esses?
Carros que valem mais que abraço, filhos querendo-os como brindes por passar de ano.
Celulares nas mochilas dos recém saídos das fraldas.
TV, DVD, vídeo-games...
O que vai querer em troca desse abraço, meu filho?
Mais vale um Armani do que um diploma.
Mais vale um telão do que um papo.
Mais vale um baseado do que um sorvete.
Mais valem dois vinténs do que um gosto.
Que lares são esses?
Jovens ausentes, pais ausentes.
Droga presente.
E o presente?
Uma droga!
O que é aquilo?
uma árvore, uma galinha, uma estrela, ou uma flor?
Quando  foi que tudo sumiu ou virou ridículo?
Quando foi que esqueci o nome do meu vizinho?
Quando foi que olhei nos olhos de quem me pede roupa, comida, calçado sem sentir medo?
Quando foi que me fechei?
Quero de volta a minha dignidade, a minha paz.
Quero de volta a lei e a ordem.
Quero liberdade com segurança!
Quero tirar as grades da minha janela para tocar as flores!
Quero sentar na calçada e ter a porta aberta nas noites de verão.
Quero a honestidade como motivo de orgulho.
Quero a vergonha, a solidariedade.
Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olho no olho.
Quero a esperança, a alegria.
Teto para todos, comida na mesa, saúde a mil.
Quero calar a boca de quem diz: “a nível de”, enquanto pessoa.
Abaixo o “TER”, viva o “SER”!
E viva o retorno da verdadeira vida, simples como uma gota de chuva, limpa como um céu de abril, leve como a brisa da manhã!
E definitivamente comum, como eu.
Adoro o meu mundo simples e comum.
Vamos voltar a ser “gente”?
Discordar do absurdo.
Construir sempre um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas.
Ter o amor, a solidariedade, a fraternidade como base.
A indignação diante da falta de ética, de moral, de respeito...
Utopia? Não...
...hein? Quem sabe?...

"O QUE PENSO DIGO O QUE DIGO É O QUE SOU. ALGUM PROBLEMA POR EU SER EU ?SER PARA MIM CORRESPONDE A MORRER PELO QUE SE É, A NÃO SE VENDER A NÃO BAJULAR... É DIFÍCIL ? É FÁCIL SER MEDÍOCRE... ? ESCOLHER ESTAR SÓ PELO QUE SE  É,  DO QUE ENTRE  UMA MULTIDÃO TELEGUIADA...  CALAR NÃO É MAS FÁCIL? SE OMITIR NÃO É CONFORTÁVEL?  O ESPINHO INCOMODA? DESISTENTES DE LUTAR DE EXPRESSAR.... PELA FACILIDADE DE SE VIVER EM  MEIO  AO CONFORMISMO MÓRBIDO O CONFORTO DE ESTÁ ACOMODADO PROTEGIDO POR TODOS OS LADOS E ACHARMOS QUE SOMOS FELIZES PELO MEDO DE SER EXONERADO TAXADO DE LOUCO ANTI-SOCIAL OU FANÁTICO... DEZ MIL VEZES A MORTE QUE A TRAIÇÃO DO QUE  SOU." (FLÁVIO S. SILVA)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

G8: Medvedev apresentou amostra da “moeda única mundial” Tuesday, 8 September 2009 |

“Este é o símbolo da nossa unidade e do nosso desejo de resolver os problemas em conjunto. (…) Aqui está ela. Podem vê-la e tocá-la”, disse o presidente da Rússia Dmitri Medvedev ao apresentar aos jornalistas a amostra da nova moeda global, durante uma conferência de imprensa em L’Aquila (Itália), após a cimeira das nações que integram o Grupo dos Oito (G8).


A agência russa RIA Novosti apresentou-a como o “exemplo” de “uma possível moeda global”. Por seu vez a agência financeira norte-americana Bloomberg, referiu que a amostra ostenta a frase “unidade na diversidade”, foi cunhada na Bélgica e apresentada aos líderes do G8 pelo presidente russo durante uma entrevista após o encontro.

Medvedev esclareceu que a nova moeda será usada como meio de pagamento pelos cidadãos de todos os países do mundo e descreveu-a como a “moeda do futuro mundo unido”. “Penso que é um bom sinal de que percebemos a nossa interdependência”, precisou.
As principais economias emergentes do mundo, sob a liderança da China e da Rússia, têm apelado repetidamente nos últimos meses para a necessidade de ser criada uma nova reserva monetária mundial que substitua o dólar e ponha fim à dominância financeira mundial dos Estados Unidos, desde 1944, data da assinatura do acordo de Bretton Woods.
A iniciativa de Medvedev pode ser entendida como um inteligente golpe de relações públicas destinado a dizer às principais potências mundiais que, apesar da sua resistência e ceticismo, os países emergentes, produtores de quase metade do PIB mundial, estão decididos a impor aos países ricos novas regras de governança das finanças globais.









MRA Alliance/Agências


Nota: Enquanto isto, coincidentemente a ONU defende a criação de uma moeda internacional, justificando como uma solução para a situação atual, na qual os países utilizam em sua maioria o dólar como moeda de reserva cambial.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Severa Crítica ao Poder – A Forma Mais Abrangente do Pecado


Severa Crítica ao Poder – A Forma Mais Abrangente do Pecado

Por Edegard Silva Pereira

No Gênesis começa uma linha de severa crítica ao poder que percorre a Bíblia até o Apocalipse. Essa crítica consiste em apresentar o poder, principalmente o poder político em simbiose com o poder religioso, como a forma mais abrangente na qual o pecado se historiza. Pode haver uma crítica mais severa do poder que relaciona-lo com o pecado?
Aqui abordamos o tema segundo a intenção da seqüência de histórias contadas nos capítulos 3 a 11 do Gênesis, que é apresentar um panorama da fase inicial da avalancha de corrupção e de reações destrutivas resultantes da universalização do pecado. Tal panorama nos mostra como o pecado age no mundo, conquistando paulatinamente níveis cada vez mais amplos e profundos da vida humana. 

A relação entre pecado e poder
Como as narrativas relacionam o pecado com o poder?
Em primeiro lugar, constamos essa relação na maneira como as narrativas de Gn 1 a 11 estão concatenadas. Já vimos ao estudar Gn 1 e 2, que os relatos da criação apresentam a Deus como o único Senhor do homem, e que Deus deu ao homem o encargo de ter domínio sobre os animais. Também já vimos em nosso estudo do capítulo 3 que pecado é essencialmente o atentado contra a soberania de Deus, e se manifesta como o poderoso e ilegítimo impulso (designado hybris pelos gregos) de auto-elevação do plano humano para o plano divino, com o qual o homem pretende uma mudança existencial: ele não quer ser “imagem de Deus”, como lhe foi dado na criação, quer ser “como Deus”. E para ser como Deus, o homem tem que ultrapassar os limites de seu domínio sobre os animais e exerce-lo sobre seus semelhantes. O que caracteriza o atentado contra a soberania divina.
Nos tempos bíblicos, o impulso de auto-elevação se manifestava na divinização aberta do homem pelo homem, que acontecia de duas maneiras: atribuindo aos governantes um caráter divino e oferecendo aos indivíduos comuns a oportunidade de participarem da natureza divina, mediante o trato sexual com as prostitutas sagradas nos templos pagãos.
Em segundo lugar, a relação entre pecado e poder aparece em Gn 4 a 11, em relatos de episódios nos quais o homem caído em pecado usa o poder de forma iníqua. Aí o pecado não só tem o sentido de rebelião contra Deus, mas também o sentido de usurpação da soberania divina. As narrativas mostram que já nos começos da civilização, o homem  desenvolveu formas de poder político às quais atribui propriedades divinas. Pois é no poder político que o homem encontra a dimensão mais ampla possível para imitar a Deus. (Veja no Apêndice ... exemplos de formas de poder político, às quais se atribuíram propriedades divinas.)
A teologia da criação relaciona o pecado com o poder com base na seguinte formulação: como criatura, o homem transcende a si mesmo e tem seu ser e seu mundo centrados em Deus; mas mediante as diversas formas de auto-elevação, o homem pretende ocupar o lugar de Deus, ou seja, pretende tirar a Deus do centro e colocar-se como centro de si mesmo e de seu mundo.
As narrativas de Gn 3-11 mostram como o pecado tomou conta da plenitude da existência humana. A seguir, resumimos o que elas querem dizer nesse sentido, apresentando três etapas, nas quais o pecado vai conquistando paulatinamente níveis cada vez mais amplos e profundos da vida humana. Para tal, me parece suficiente escolher três histórias: a queda de Adão e Eva, a geração pré-diluviana e a construção da torre de Babel. Dou mais atenção a este último relato, pois é o que deixa mais clara a relação entre pecado e poder. 

O pecado encarna no gênero humano
Na primeira etapa, o pecado encarna no gênero humano e passa a fazer parte —e a parte dominante— da natureza de cada indivíduo. E isto é tão misterioso como o próprio pecado. Nas narrativas dos primeiros capítulos do Gênesis, Adão e Eva não são apenas os primeiros ancestrais da humanidade, representam a humanidade em todas as épocas. Elas afirmam que o que aconteceu com o casal primordial, acontece com todas as pessoas em todos os tempos e lugares: todos devoramos “a fruta da árvore do conhecimento do bem e do mal”. E essa dualidade de representação serve para mostrar que o pecado atingiu, já no seu início, o gênero humano como um todo.
Já vimos no artigo anterior que a narrativa de Gn 3 sugere que a queda no pecado é a ruptura do homem com sua natureza original (perda da criaturalidade). O que surge depois da queda é o homem de pecado, cuja natureza pecadora é hereditária. (Segundo o Novo Testamento, todos os descendentes de Adão e Eva, com exceção de Jesus Cristo, têm a natureza pecaminosa.) Depois da queda e da expulsão do paraíso, o homem de pecado passa a usar sua liberdade e autonomia para criar formas de vida centradas na auto-elevação, com as quais deseja apropriar-se da grandeza e da glória divinas.

O pecado encarna na cultura e na sociedade
Na segunda etapa, o pecado encarna na cultura e na sociedade da geração pré-diluviana. As narrativas mostram que, com o aumento da população, o homem organizou sua vida coletiva em pecado. Segundo Gn 4:17-24, Caim funda uma cidade. Seus descendentes iniciam a poligamia e a cultura material e técnica, voltada para a produção de bens materiais capazes de produzir comodidade, prazer e poder. A luta pela conquista do poder resulta numa sociedade corrupta, violenta e vingativa.
E Gn 6:1-9 mostra que o pecado, encarnado na dimensão coletiva da existência,  se generalizou completamente: 1) era universal — estendia-se a todos os seres humanos, menos a Noé; 2) era total — não havia boas ações, agia-se só no sentido do mal; e 3) era contínuo — o pensamento era o tempo todo orientado para o mal, não havia momentos de arrependimento. E apresenta o efeito da proliferação do mal: a catástrofe, o dilúvio.

O pecado encarna na religião e na política
Na terceira etapa, o pecado encarna na simbiose entre religião e poder político. O foco está no modelo estabelecido por Babilônia (ou Babel em hebraico), que serviu de inspiração para outros povos da Antigüidade. O relato de Gn 11:1-9 refere-se à utilização conjunta da religião e da política como pilares sustentadores de uma estrutura de poder que oficializa a auto-elevação e está orientada para a dominação de outros povos. Essa simbiose é fundamental: o poder político depende da religião para legitimar a imitação de Deus no exercício do poder. É o que a narrativa denota com a menção conjunta da torre e da cidade.
Com certeza a torre é um zigurate, uma torre-templo de patamares, o lugar sagrado da religião dos semitas habitantes da Baixa Mesopotâmia. Para os sumérios, construir um zigurate era sempre o projeto principal e indispensável da ereção de uma cidade. As escavações arqueológicas mostram que os sumérios levantaram várias torres-templo na Baixa Mesopotâmia, dedicadas ao culto dos deuses tutelares de suas cidades.
O mesopotâmico considerava a ordem social e política como um reflexo do divino. A derrota e a conquista de uma cidade significava a derrota de seu deus tutelar na assembléia dos deuses. A vitória de uma cidade na guerra e sua proeminência sobre outras cidades era interpretada como uma vitória de seu deus tutelar na divina assembléia. E assim, a religião e a política foram colocadas em conjunção na sociedade, primeiro pelos sumérios e depois pelos babilônios, com forte conotação hegemônica.
Os seguintes dados históricos confirmam a encarnação exemplar do pecado na simbiose entre a  religião e a política de Babilônia.

1. Institucionaliza a auto-elevação dos governantes.
A torre-templo de Babilônia foi o maior zigurate levantado na Baixa Mesopotâmia. As escavações arqueológicas sistemáticas de R. Koldewey, efetuadas entre 1899 até 1917, revelam que tinha 91,55 m de lado e uma altura provável de uns 90 m. Os babilônios chamavam-no de Etemenanki (Casa do fundamento do céu e da terra). Tinha sete patamares; o mais alto era o santuário de Marduque (o Bel ou Merodaque da Bíblia), o deus estatal de Babilônia. Periodicamente, durante as grandes festas religiosas do Ano Novo, os potentados com seus pomposos séqüitos, provenientes de todos os reinos, compareciam para escalar a grande torre-templo, a fim de tocar as mãos de Marduque e assim receber poder para governar por muitos anos.
Marduque era o deus do poder e a torre-templo era a fortaleza e o santuário do poder. Por ela os potentados podiam "subir" a fim de receber um poder transcendente. O Etemenanki constitui um dos mais notáveis símbolos antigos da auto-elevação do homem do plano humano para o plano divino no exercício do poder político.

2. A religião legitima a desigualdade entre governantes e governados.
Só os potentados, secundados pelos sacerdotes, podiam subir a torre. Durante a cerimônia da ascensão, as pessoas comuns podiam ficar observando do nível do chão. Se alguém do povo ousasse subir a torre, era morto, pois tinha cometido o mais grave dos sacrilégios: profanar a estrutura de poder, cujo fundamento é a desigualdade entre governante e governado.
O poder político existe quando a sociedade é dividia em duas categorias, dominadores e dominados, e quando a dominação é institucionalizada. Para que alguns tenham poder é preciso que os outros sejam desprovidos de poder. Por isso, o poder cuida de sua sobrevivência defendendo, pelo uso da coerção, seu caráter dessimétrico, não igualitário, hierárquico. A função da religião babilônica era apresentar o poder político como algo derivado da divindade. Como não existe poder sem uma elite que domine, Babilônia era dominada pelas elites real e sacerdotal.

3. A religião proclama a hegemonia do poder político de Babilônia no mundo.
De um principado insignificante na III dinastia de Ur (aproximadamente 2060-1950 A. C.), Babilônia passa para primeiro plano na I dinastia de Babilônia (1836-1531 A. C.). Desde o terceiro milênio, os reis de Babilônia procuravam dominar politicamente os povos vizinhos e fazê-los gravitar na órbita de Babel. E, orgulhosamente, chamavam a si mesmos de "reis das quatro regiões do mundo". Nisso, constamos que hegemonia e arrogância andam juntas desde o começo da civilização.
A primazia de Babilônia é interpretada, no prólogo e no epílogo do Código de Hamurabi, em função da preeminência conquistada por seu deus tutelar na assembléia dos deuses. Marduque, representando a luz, vence o gigante Tiamate, representante das trevas. Por causa dessa vitória, Marduque assume a liderança dos deuses e o reino de Babilônia assume a liderança dos demais reinos. É muito significativo notar essa aplicação da luta entre a luz e as trevas no campo político já em tempos remotos. A preeminência de Marduque determinava a preeminência do seu representante legítimo, o rei de Babilônia.
A hegemonia é uma forma de violência praticada por uma elite que quer ser dominante sobre outras elites e suas clientelas. E é por esse caminho que o homem quer usurpar a soberania de Deus no mundo. Mas Deus frustra essa intenção das elites política e religiosa  de Babilônia. Confunde as línguas e dispersa os povos. Na complexa diversidade de línguas e povos reside o estigma da intervenção punitiva divina: Deus é contrário à hegemonia de um povo e a um governo humano universal.
Babilônia jamais seria o que foi sem a religião. A grandeza do reino estava ligada a seu deus nacional, Marduque. Era um reino eminentemente religioso. A narrativa de Gn 11:1-9 nos faz pensar na simbiose entre religião e poder político como instrumento do pecado, porque fornece as estruturas que tornam possível a auto-elevação, o atentado contra a soberania de Deus. Nessas estruturas, os indivíduos podem escalar posições e sentir-se como seres superiores quando alcançam as mais altas e passam a usufruir privilégios especiais enquanto exercem o domínio sobre outros.
A função  da religião, quanto aparelho ideológico do Estado, sempre consistiu em fabricar ilusões com as quais domestica o pensamento e forma consensos, a fim de tornar possível a gestão social pelo poder político. E isto não é percebido pela maioria das pessoas devido à seguinte crença popular: "toda religião é boa contanto fale de Deus e ensine as pessoas a viver em ordem". Em Babilônia falava-se muito a respeito da divindade e da ordem. Mas é preciso entender a finalidade dessa fala e descobrir a quem ela beneficia. Mediante a afirmação "Deus quer assim", ou "essa é a vontade de Deus", a religião pode estar usando o nome de Deus para colocar o pecado, na forma de auto-elevação, como virtude.
A linha de severa crítica ao poder que começa no Gênesis segue até o fim da Bíblia. Passa pelos profetas, os quais pré-anunciam a destruição completa de Babilônia, a grande cidade que desde o começo quis usurpar a soberania de Deus e dominou outros povos com crueldade, transformando-se numa potência má. Termina no Apocalipse com Babilônia sendo o símbolo quase mítico das forças religiosas e políticas que são o antítipo do verdadeiro povo de Deus. No Apocalipse, Babilônia é mais uma noção teológica que geográfica, e pode designar outra cidade, por exemplo, Roma (Ap 17:18; comparar com 1  Pe 5:13). Isso significa o seguinte: apesar de que a antiga Babilônia foi completamente destruída, seu espírito continuará presente até o fim dos tempos, nas potências hegemônicas de turno.

A auto-elevação hoje
E de fato, o espírito de Babilônia permanece vivo nas estruturas administrativas do tempo presente, as quais são requintados “zigurates” modernos dedicados à auto-elevação. As estruturas hierárquicas e burocráticas do Estado e das corporações mercantilistas e religiosas oferecem a possibilidade de se escalar os patamares da pirâmide do poder..
Essas estruturas caracterizam-se pela eterna luta dos indivíduos por atingir um patamar mais alto. A recompensa oferecida é riqueza, status e poder. A escalada tem resultados desastrosos: agressividade e competitividade são consideradas virtudes pelos escaladores, os quais fazem que a escalada seja violenta. As estruturas hierárquicas e burocráticas obedecem a esta convenção: aquele indivíduo que não está em cima, está em baixo. E o que está em baixo é confinado a uma condição de inferioridade. Nessa condição injusta encontra-se a maioria das pessoas.
O que vemos nas sociedades modernas é que todos estão procurando sobressair em relação aos outros não só na política, mas também no trabalho, no esporte, no estudo, no trânsito, nas discussões, no status. O impulso de “subir” é constantemente reforçado na família, na educação, nas igrejas e no trabalho. Há muita gente devotando suas energias à escalada dos “zigurates” modernos para impressionar os outros. O mais indesejável resultado desse aspecto do processo social é sua capacidade para desumanizar. Transforma seres humanos em objetos, em robôs, em fantoches, em autômatos ou em verdadeiros animais predadores.
Mas o Gênesis mostra o preço pago pela humanidade na realização de seu projeto de marchar para uma grandeza civilizada, crescendo para o alto mediante a auto-elevação: sua alienação mais profunda de Deus e da condição humana, e o sentimento agudo de isolamento da maioria dos indivíduos.

Reflexões finais
Segundo as Escrituras, o pecado se manifesta na plenitude da existência humana. Torna caótica a realidade e seus efeitos destrutivos são evidentes em todas as áreas da vida. A encarnação do pecado na política e na religião é algo tão real que se pode identificar na História. Mas o cristianismo ideologizado, que copiou as estruturas do Estado e das grandes corporações mercantilistas, prefere falar mais da ação do pecado no indivíduo. Restringi-lo à forma individual de existência significa apresentar uma idéia mutilada do mal e fomentar a ignorância de como o pecado age no mundo.
A imitação de Deus por parte do homem nas estruturas de poder, mesmo nas religiosas, é sempre uma caricatura grosseira e distorcida de Deus, porque o homem geralmente usa o poder como a antítese do amor que caracteriza a soberania divina.
Desde a entrada do pecado, proliferam nas sociedades humanas os homens que se transformaram em deuses pequeninos. Mas segundo as Escrituras, o homem não é, nem nunca será, o deus diante de quem outro homem deve ajoelhar-se.
Quando o pecado encarna no poder, este corrompe e destrói. Não só as Escrituras nos advertem sobre a corrupção e a destruição causada pelo poder, mas também pensadores antigos e modernos. Então, por que amamos tanto o poder? Por que não podemos viver sem as formas de poder que formigam à nossa volta? 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

JOGO INWO AS ULTIMAS CARTAS ESTAO SE CUMPRINDO



Ola meus amigos e leitores. Como deve ser do conhecimento de muitos, os illuminatis tiveram seus planos revelados em um jogo chamado INWO. O inventor do RPG "INWO - Illuminati: A Nova Ordem Mundial", lançado em 1995, conhecia de antemão os acontecimentos que envolveriam os ataques de 11/9/2001 e os efeitos resultantes. Em 1990, Steve Jackson, inventor de RPGs, estava planejando seu mais novo jogo, que chamaria de “Illuminati: New World Order”, ou simplesmente INWO. Jackson estava criando um jogo que iria reproduzir muito de perto o verdadeiro plano dos Illuminati de encaminhar o mundo para a Nova Ordem Mundial. Veja abaixo as cartas que revelam os planos do governos da nova ordem para estes tempos.
Objetivo: Matar pela Paz: Esta carta descreve hippies, um segurando um sinal de paz, de pé sobre um policial, que esta’ de quatro em uma posição de mendicância. Os Hippies estão preparados e prontos para matá-lo. Ela representa a morte "para a paz", que vai acontecer com pessoas que não vão junto com a Nova Ordem Mundial e os seus planos - a saber, cristãos e judeus. Um sinal de paz é uma cruz de cabeça para baixo quebrada e também fala da destruição do cristianismo e seus seguidores neste momento.
Tape Runs Out: Esta carta descreve uma máquina de fita de rolo com a fita se esgotando. Por trás disso é uma imagem do mundo a ser dividido ao meio. Sob a imagem está escrito: "Quando o arrebatamento vem" Esta carta representa o Dia do Senhor e do arrebatamento da igreja. A ordem dessa carta, tal como apresentado por David Icke é muito interessante. Carta de 03/01 já se cumpriram, e na ordem exata como descrito. Carta de 4-8 paralelas muito se parecem com os primeiros cinco selos como em Apocalipse. Selos 1-4, como já discutido, preve guerras, fomes, colapso econômico, doenças, e assim por diante, e as cartas paralelas 4-7. O quinto selo envolve a perseguição dos judeus e cristãos, que se assemelha a carta 8. A última carta em sua lista é o arrebatamento. Ele colocou o arrebatamento como última ocorrendo em todos estas cartas e imediatamente após a carta que retrata a "matar pela paz" iniciativa. Esta é exatamente o fim que a Bíblia nos dá - o arrebatamento após os primeiros cinco selos. A existência dessas cartas também deve ajudar a provar a você, se você não acredita ainda, que os Illuminati realmente ter um plano para dominar o mundo e estão no processo de sua realização. (Um será levado outro será deixado, atenção para um falso arrebatamento a caminho feito por aliens) leia o link abaixo: cuidado com o falso arrebatamento
Existem duas outras cartas notáveis no baralho que eu gostaria de mencionar. Estas cartas se referiem a apresentadores de talk shows conservadores, mostram-se sendo usados pelos Illuminati para enganar, políticos conservadores em aceitar a agenda Illuminati. Estas "armas de instrução em massa" dão 98,4% verdade e 1,6% erro. O problema é que desde que elas mostram tanta verdade, muito poucos são perspicazes o suficiente para detectar o erro. É semelhante ao veneno: alimentos 99% e 1% veneno. Esta é uma forma que os Illuminati pode obter alguns dos seus programas, como o NAFTA, GATT, Patriot Act I e II, e A Lei de Comissões Militares passaram sem muita oposição conservadora . Não estou sugerindo que todos os apresentadores de talk shows se enquadram nesta categoria, mas eu te aconselho a tomar cuidado com eles. Eles são inteligentes o suficiente para saber sobre a conspiração dos Illuminati. Se eles negam a existência de tal conspiração, então eu acredito que pode ser um sinal de que eles são parte dela. Infelizmente, alguns estão tão encantados com esses apresentadores de talk shows porque promovem o conservadorismo que não podem discernir a verdade sobre esses indivíduos. Infelizmente temos estado dormindo por tanto tempo, tempo que agora é curto. Sutil
A Redução da População! "Carta Controle da População" - Mesmo que no alto desta carta esteja escrito, "Controle da População", a cena apresentada mostra claramente as Torres Gêmeas atacadas. Com as Torres Gêmeas sob ataque, e o topo delas escondido pela fumaça preta, o New York Empire State é novamente o edifício mais alto na cidade! Além disso, observe que a fumaça forma a cara de um demônio. Isso é altamente significativo por diversas razões: leia o link os 10 mandamentos da nova ordem mundial Carta Desastres Combinados
Igualmente neste período deverá acontecer os desastres combinados: Que tipo de desastres os Illuminati têm planejado em combinação? 1) Ataques Terroristas Maciços Contra as Cidades do Mundo. 2) Colapso Econômico Mundial (bancos e bolsa de valores) 3) Aumento de doenças contagiosas. (que surgem misteriosamente) 4) Pragas, doenças virais gripes (suína e aviária) 5) Invasão Alienigena 6) (HAARP em ação) Terremotos, furacões, vulcões em erupção etc etc etc. Espada - Guerra, Terceira Guerra Mundial Fome - claramente a caminho Mortandade - literalmente, pode significar pragas, pestilências Feras da terra - literalmente significa "criaturas vivas". Isso pode se referir aos vários agentes patogênicos que estão prestes a serem espalhados pelo mundo, como aconteceu com o virus da AIDS. "Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo..." Lucas 21:26 Os ataques terroristas contra os Estados Unidos seriam o início dos terrores planejados para acompanhar a Terceira Guerra Mundial? Se os Estados Unidos ou Israel atacarem o Irã sem se preocuparem com a ONU, porque outros países não poderão fazer a mesma coisa? (a justificação é válida) "A Terceira Guerra Mundial vai acontecer, gostemos ou não...onze de setembro foi apenas o começo..." (Declaração do Assessor do primeiro-ministro israelense Ariel Sharon, em 27/4/2002) Se não viu reveja os videos da NASA e da FEMA avisando-nos para nos prepararmos para desastres.Ok leitores, estamos avisando, 2012 promete ser muito turbulento, muitos não creem, infelizmente será como nos dias de Noé. Noé e a sua família, sendo avisados por Deus (ENKI), da inundação que seria provocada por seu irmão (ENLIL JEOVAH), construíram uma arca de madeira gigante em forma de paralelepípedo, com 133 metros de comprimento, 22 metros de largura, e 13 metros de altura, contendo um volume de mais de 38.000 metros cúbicos. Segundo entendemos de Gênesis 2:6 e 9:14-16, ainda não havia chovido sobre a terra. Sem dúvida Noé era um homem fiel, obediente e cheio de fé em Deus para levar avante tamanho empreendimento, que lhe levou 120 anos. Noé avisou o povo por anos, mas não creram no seu alerta. Milhares de pessoas morream por ignorância, por falta de fé, por falta de prudência. O Senhor Jesus, confirmando a realidade deste assombroso acontecimento, informou: “E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem” (Mateus 24:37-39). Esteja atento aos acontecimentos, reveja sua vida espiritual, seja prudente, não despreze as informações que lhe chegam, antes examine-as todas, e veja que o tempo está muito curto.
NOTA: NÃO SE ENGANEM, ASHTAR SHERAN É FARSA. O Que diz que Representa o Comando Ashtar? É a divisão aerotransportada da Grande Fraternidade Branca ou Grande Fraternidade da Luz, sob a direção administrativa do Comandante Ashtar . ISSO É FARSA, MENTIRA. ELE É DA MESMA TURMA DOS LAGARTÕES QUE ESTÁ ENGANANDO MUITAS PESSOAS, ELE É DA TURMA DO LORD METATRON, ESSA MESMA TURMA QUE ESTÁ A CAMINHO DA TERRA COM SEUS CUBOS PARA UMA DOMINAÇÃO MUNDIAL E UMA EVACUAÇÃO EM MASSA, ELES ATUAM EM CONJUNTO COM OS ILLUMINATIS. PESQUISEM OK? O DIABO IMITA AO VERDADEIRO DEUS, DE FORMA QUE ATÉ SE FAZ PASSAR POR ANJO DE LUZ PARA ENGANAR A MUITOS. DEUS O VERDADEIRO, veio em carne e revelou-Se a Si mesmo. Nós não precisamos de alienígenas nos pregando um evangelho diferente ( a religião da nova era será o panteismo, pesquisem) e nos mostrando um caminho fora da Bíblia para a "salvação". Não precisamos de um lider mundial ou político habilidoso aprovando um programa de trabalho insultando as leis absolutas de Deus o Verdadeiro sobre o que é certo e o que é errado. Está escrito, "O próprio Satanás se transforma em anjo de luz" (2 Cor. 11:14). Satanás não se revelará como um assassino sangrento que é; ele é o mestre do engano. Jesus nos disse em João 8:44, referindo-Se a Satanás, "ele é mentiroso e pai da mentira", e "ele foi homicida desde o princípio". Temos de nos opor ao Diabo, não lhe dando nenhuma chance de nos causar dano espiritual. (Tia. 4:7) NÃO ACREDITEM EM PROMESSAS QUE VÃO NOS FAZER COMO: CURA DE DOENÇAS, ESTABILIZAÇÃO DA ECONOMIA, ISSO FAZ PARTE DA NOVA ORDEM MUNDIAL. ELES MESMOS CRIARÃO TODO O CAOS, E DEPOIS APRESENTAM A SOLUÇÃO, POR VÁRIAS VEZES FOI SEMPRE ASSIM. PROBLEMA - REAÇÃO - SOLUÇÃO leia sobre o projeto blue beam
NÃO ACREDITEM EM RESGATE/ ARREBATAMENTO/ OU ABDUÇÃO POR SUPOSTOS SERES DE LUZ VINDOS DO ESPAÇO. O DIABO VEIO SOMENTE PARA MATAR, ROUBAR E DESTRUIR. LEIAM O LINK DA LAURA, SUPER IMPORTANTE, ELA NOS DESCREVE SOBRE ESSE SALVADOR FALSO QUE VEM COM SUA TURMA DE LAGARTÕES. VEJAM OS VIDEOS E CONTINUEM PESQUISANDO.CREIAM NESTA PALAVRA: “EIS QUE VOS DIGO UM MISTÉRIO”, escreveu o apóstolo Paulo a um grupo de cristãos da cidade grega de Corinto. “Na verdade, nem todos dormiremos [morreremos], mas todos seremos transformados —num momento, num abrir e fechar de olhos, ao soar a última trombeta [a segunda vinda de Jesus]. A trombeta soará, e os mortos ressurgirão incorruptíveis, e nós [que estivermos vivos] seremos transformados. Pois convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade. … então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó morte, a tua vitória?’” (1 Coríntios 15:51–55). A OPERAÇÃO DO ERRO ESTÁ EM CURSO, FIQUEM ATENTOS